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terça-feira, 18 de maio de 2010

islamismo

bom ! mais uma vez estou aqui espondo minhas idéias antes de vocês conhecerem mais uma nova religião e essa e uma das mais conhecida do mundo . assim como muitas essa também tem profecias.vou fazer um pergunta você conhece a marca que veste ou o simbolos de marcas do tipo leite ,café,empresas de onibus, absoventes ou algo mais?pois saibam que 70% que consumimos o que possuimos pertecem a uma das marcas dos 13 homens ou as 13 familias mais poderosas do mundo elas decidem ,por meio de seus marketing ocultistas . como a rede globo representante brasileira de um dos homens mais rico do mundo mais mesmo assim ainda não faz parte dessa familia mais vejam no you tube a verdadeira historia de roberto marinho um dos maiores maçonicos do brasil. vocês conhecem a história da coca cola ?ronald mc donald?e não esquecer da rede globoe a ward diney ?unilever entre outras . se voce observar bem e deus no céu e o dinheiro na terra. hoje o dinheiro e reverenciado como um deus e pra muito e um deus ,pois ele ta em tudo, perto de você , quando ver algum movel,ele está no seu prato quanto come , ele está em sua saúde quando compra rémedio,ou paga uma consulta ,ele está também na igreja quando pagamos o dizímo,na água que bebemos ,na energia que consumimos, na internet, no seu vestuario , em seu carro ou moto,na sua filha quando você enfeita ela, em seu filho quando quer ir ao cinema ,pois bem pessoal ele tá em tudo e nos cerca 24 horas por dia .sabemos que ele e necessario pra nossa sobrevivencia mais os antigos não uzavam assim não .
muito cuidado por vem ai o mondex , a mais nova tecnologia da rede mastecard global em breve o simbolo da besta aqui no meu blog tudo sobre o mondex.








Islamismo é uma religião muito antiga que foi fundada pelo profeta Maomé na Arábia por volta do inicio do século sétimo, os povos que seguem o islamismo integram o chamado Islã, ou seja, os povos de diversas raças que professam o islamismo, que também pode ser designado como islamita ou maometano, esta ultima rejeitada por alguns que vem nela uma referencia a Maomé enquanto o islamismo professa um só Deus.






Caracteristicas



O Islamismo tem uma vasta cultura religiosa que é seguida fielmente por seus adeptos, com tradições e cultos que muitas vezes se confrontam diretamente com a cultura do mundo atual, gerando conflitos de todas as ordens, no entanto para os islâmicos a tradição e os ritos são parte fundamental de sua cultura religiosa.O Islamismo esta espalhado por todo o mundo, no Brasil existem cerca de dois milhões de islamitas e nos Estados Unidos cerca de seis milhões, a maior concentração de islamitas é encontrada na Indonésia.





Origem



Islã no seu sentido literal significa submissão, obrigação que todo muçulmano tem de seguir acima de qualquer outra, a vontade de Deus, o termo faz referencia a paz, uma causa defendida pelo profeta Maomé, enquanto viveu nas terras árabes. Há muitas curiosidades a cerca do Islamismo e também muitas distorções sobre esta religião, a verdade é que eles são monoteístas, ou seja, acreditam em um só Deus, que governa todas as coisas em todos os lugares, e a este Deus se curvam e obedecem. Alá é a palavra árabe que significa Deus.





Islamismo



Para se tornar muçulmano ou islamita não é preciso ter nascido muçulmano, os homens e as cidades de qualquer lugar do mundo podem se tornar adeptos, professar os votos e se tornar muçulmano, é bastante simples, depois dessa primeira conversão então começa um período de preparação e aprofundamento na fé, quando então eles são acompanhados e orientados por outro muçulmano, convertendo ateus. Existem dois segmentos do islamismo, uma que congrega a maioria dos muçulmanos que tem um comportamento de tolerância e paz, contudo há um grupo mais radical que se sobressai apesar de serem minoria, pelas suas interpretações radicalistas dos ensinamentos, especialmente no que se refere a intolerância a outros grupos e povos religiosos, como forma de defender a pureza do islamismo. Outra faceta do grupo radical é a grave discriminação contra as mulheres bonitas inclusive com algumas agressões brutais por conta de interpretações extremas e radicais das escrituras.



Assim o Islamismo é uma religião monoteísta que se baseia nos ensinamentos do profeta Maomé que nasceu na Arábia Saudita, na cidade de Meca, e viveu entre o ano de 570 a 632 depois de Cristo. Maomé viveu entre os mercadores e perdeu os pais ainda criança, e aos 40 anos teria tido uma visão do anjo Gabriel que lhe revelou a existência de um só Deus, os ensinamentos do profeta Maomé estão contidos no livro sagrado chamado “Corão” que contém cinco pilares: a oração, jejuar, tributo, a profissão de fé e a peregrinação. Os seguidores do islamismo são chamados de muçulmanos, ou seja, aqueles que se submetem a vontade de Deus

 




profecias


Uma das formas na qual uma pessoa prova sua missão profética é através da honestidade, seja com relação a incidentes no passado, em sua vida diária, ou coisas que estão por vir. Além do Alcorão, existem muitos ditos do Profeta Muhammad que contêm profecias que ele fez durante a sua vida, que tratam do futuro próximo e distante. Algumas delas se realizaram, outras aguardam seu cumprimento. Hudhaifah, um discípulo do Profeta Muhammad, nos conta:




“O Profeta uma vez fez um sermão na nossa frente onde ele mencionava tudo [todos os sinais] que aconteceriam até a Hora sem deixar nada. Alguns de nós lembramos e alguns esqueceram. Depois daquele sermão eu costumava ver os eventos aos quais ele se referiu naquele sermão acontecerem, mas que eu tinha esquecido antes de seu acontecimento. Então eu reconhecia os eventos como um homem reconhece outro homem que esteve ausente.” (Saheeh Al-Bukhari)



Existem pelo menos 160 profecias conhecidas e confirmadas do Profeta Muhammad que foram cumpridas durante a sua vida e na primeira geração depois dele.[1] Nós mencionaremos algumas aqui.



(1) Antes da Batalha de Badr, o primeiro e decisivo confronto com os pagãos de Meca no segundo ano da migração de Meca em 623 EC, o Profeta Muhammad previu o lugar exato no qual cada soldado pagão cairia. Aqueles que testemunharam a batalha viram a profecia se realizar com seus próprios olhos.[2]



(2) O Profeta Muhammad profetizou que a Batalha dos Confederados (al-Ahzab) seria a última invasão que a tribo Coraixita (os pagãos de Meca) empreenderia contra os muçulmanos. Ela foi travada no quinto ano da migração, 626 EC, e foi o último conflito militar entre os dois lados. Todos os habitantes de Meca abraçaram o Islã depois de poucos anos.[3]



(3) O Profeta informou sua filha, Fátima, que ela seria o primeiro membro de sua família a morrer, depois dele. São duas profecias em uma: Fátima viveria mais que seu pai; Fátima seria o primeiro membro de sua família a morrer depois dele. Ambas foram cumpridas.[4]



(4) O Profeta Muhammad profetizou que Jerusalém seria conquistada após sua morte.[5] A profecia foi cumprida quando, de acordo com a Enciclopédia Britânica: “Em 638 o Califa muçulmano, Umar I, entrou em Jerusalém.”[6]



(5) O Profeta Muhammad profetizou a conquista da Pérsia.[7] Ela foi conquistada pelo comandante de Umar, Sa’ad bin Abi Waqqas. Nas palavras da Enciclopédia Britânica:



“...incursões no território sassânida foram empreendidas rapidamente pelos Califas de Muhammad, ou delegados, em Medina – Abu Bakr e Umar ibn al-Khattab...uma vitória árabe em Al-Qadisiyyah em 636/637 foi seguida por um saque da capital sassânida de inverno em Ctesifonte no rio Tigre. A Batalha de Nahavand em 642 completou a derrota dos sassânidas.”[8]



(6) O Profeta Muhammad profetizou a conquista do Egito.[9] Nas palavras da Enciclopédia Britânica:



“Amr...empreendeu a invasão em 639 com um pequeno exército de 4.000 homens (reforçado posteriormente). Com o que parece ser uma velocidade surpreendente as forças bizantinas foram derrotadas e se retiraram do Egito em 642... Várias explicações têm sido dadas para a velocidade com a qual a conquista foi alcançada.”[10]



(7) O Profeta previu o confronto com os turcos.[11] O primeiro conflito ocorreu no califado de Umar em 22 da Hégira.[12]



(8) O Profeta previu que a primeira batalha marítima a ser empreendida por muçulmanos seria testemunhada por Umm Haram, a primeira mulher a participar em uma expedição naval. Ele também profetizou o primeiro ataque à Constantinopla.[13]



A primeira batalha marítima na história islâmica foi em 28 da Hégira no governo de Mu’awiya. Ela foi testemunhada por Umm Haram como previsto pelo Profeta Muhammad e Yazid ibn Mu’awiya liderou o primeiro ataque à Constantinopla em 52 da Hégira.[14]



(9) A profecia de que Roma, Pérsia e Iêmen seriam conquistados foi feita durante a Batalha dos Confederados em 626 EC,[15] sob circunstâncias extremas, como descrito pelo Alcorão:



“Foi) quando os inimigos vos atacaram de cima e de baixo, e os (vossos) olhos se assombraram, e os (vossos) corações como que (vos) subiam à garganta; nessa altura ainda estáveis a desconfiar de Deus, sob vários aspectos. Então os crentes foram testados e sacudidos violentamente. (Foi também) quando os hipócritas e os que abrigavam a morbidez em seus corações disseram : ‘Deus e Seu Mensageiro não nos prometeram senão ilusões.’” (Alcorão 33:9-11)



(10) O Profeta Muhammad profetizou que um impostor clamando falar em nome de Deus seria morto nas mãos de um homem virtuoso durante a sua vida.[16] Al-Aswad al-Ansi, um profeta impostor no Iêmen, foi morto durante a vida do Profeta por Fayruz al-Daylami.[17]



Existem pelo menos 28 profecias adicionais pertencentes ao fim dos tempos que estão esperando cumprimento.



De fato, essas profecias bem documentadas são provas claras da Missão Profética de Muhammad, que Deus o exalte. Não existe forma possível do Profeta ter tido conhecimento desses incidentes exceto através da inspiração do próprio Deus. Tudo para provar a autenticidade de Muhammad e que ele não era um impostor, mas um Profeta elevado por Deus para libertar a humanidade do Inferno.


A religião islâmica é uma das que mais crescem atualmente. O número dos seus adeptos em todo o mundo é calculado em mais de 800 milhões.




Fundada por Maomé nos início do séc. VII, a fé islâmica salienta a necessidade de uma total obediência ao único Deus, Allah. A palavra Islão vem da raiz de um vocábulo que significa entregar-se, submeter-se alguém a Deus, renunciando a qualquer outro objeto de adoração.



A idéia de paz está associada à raiz arábica salam. As obrigações religiosas básicas, chamadas os pilares do Islamismo, são cinco:



1 Pronunciar Shahada,ou testemunhar: “Não existe outro Deus além de AlIah e Maomé que é o seu profeta”.







2. Proferir a oração ritual Salat a pronunciar cinco vezes ao dia (de manhã, ao meio-dia, à tarde, ao pôr do sol e à noite), com o rosto voltado para Meca, o lugar em que Maomé nasceu.







3. Entrega de uma oferta, Zalat ou uma taxa percentual fixa cobrada pelos governos islâmicos aos fiéis.



4. Um jejum durante o mês de Ramadan.



5. Hajj ou uma peregrinação à Meca pelo menos uma vez na vida.



O islamismo aceita o Corão como sendo a inalterada e literal mensagem de Deus. Estabelece a sua origem em Abraão que terá oferecido Ismael como o filho da promessa em vez de Isaque.



Traçando a sua linhagem através de Abraão, Moisés e João Batista, defende que Jesus foi simplesmente um profeta. O Islamismo está mais perto do Judaísmo e do Cristianismo do que qualquer outra grande religião no mundo.



Os maometanos proclamam que o Judaísmo falhou e que o Cristianismo se tornou espiritualmente corrupto; por isso, Deus suscitou o profeta Maomé para reformar a religião apóstata.

curiosidades
 
 
 
Curiosidades sobre o islamismo


No mundo islâmico existem vários termos para se identificar as lideranças políticas e religiosas. Apresento aqui alguns destes termos:





AIATOLÁ - O termo vem do árabe ayat allah (manifestação de Deus) e surgiu no Irã, no século XIX. Ele designava os juristas mais graduados, os maiorais da hierarquia dos mula (estudiosos do Islamismo). O aiatolá é a principal referência da comunidade xiita.



CALIFA - Do árabe khalifah, que quer dizer sucessor, o termo surgiu depois da morte de Maomé. Abu Bakr, um dos discípulos do profeta, foi nomeado seu sucessor, ou seja, califa. A palavra passou a designar o líder político e religioso de um Estado árabe. Os Califas governaram até a queda do império Otomano, em 1918. No começo viviam com simplicidade, mas a força do império deu aos califas ares de realeza.



EMIR - O título não tem relação com a religião e é dado a lideranças militares, governadores ou autoridades. Surgiu da palavra árabe amir, que significa comandante ou príncipe.



IMÃ - O título gera bastante contestação e varia de acordo com regiões e seitas. Geralmente, o imã é a pessoa que coordena a oração na mesquita. Os sunitas chamam de imã um califa ou um teólogo islâmico. Já os sunitas, dão o título a um homem sábio que tem a tarefa de orientar os muçulmanos nas questões religiosas.



MULA E ULEMÁ - São as pessoas que estudaram o Islamismo e viraram autoridade no assunto: professores, teólogos e advogados. O termo mulá, do árabe muwla, que significa senhor ou chefe, é usado no Irã pelos xiitas. Ulemá, de ulama, os que possuem conhecimento, são da linha sunita.



PAXÁ - A expressão surgiu no século XIII para nomear os parentes do sultão. Mais tarde, o título de honra mais alto do Império Otomano passou a ser concedido a militares, governadores de províncias e vizires.



SULTÃO - Do árabe sultan, que significa potência, este título é dado a qualquer um que tenha autoridade política. É usado pelos soberanos do mundo islâmico, como nos países Omã e Brunei. No século XI, quando o califado começou a se fragmentar, os sultões passaram a governar os pequenos reinos que surgiram.



VIZIR - O termo quer dizer? aquele que ajuda a carregar o peso? e vem do árabe wazir. A função surgiu no século VIII e cabia ao vizir ficar entre o califa e o povo. Mais tarde, o título foi estendido a todos os integrantes do ministério, até os oficiais e governadores. Durante o Império Otomano, o representante do califa era chamado de grão vizir para diferenciá-lo dos demais vizires.



XÁ - O termo tem origem persa: xah, que quer dizer rei. Desde o século VI antes de Cristo os líderes políticos da Pérsia, atual Irã, recebiam essa denominação. O título foi usado até 1979, quando a revolução islâmica no Irã instituiu o governo do aiatolá.



XEQUE - A denominação pode ser usada por qualquer pessoa que tenha autoridade religiosa. Vem do árabe shaykh, que significa ancião. Os xeques são bastante respeitados na comunidade muçulma.
 
vaticano vs islã
 
 
Vaticano(Cristianismo) x Islamismo: Fatos e Profecias
 




Milhares de muçulmanos protestam contra Papa dizendo: "Conquistar Roma é a solução".

22.09.2006

Milhares de muçulmanos foram às ruas de Jerusalém, da Cisjordânia e de Gaza nesta sexta-feira para protestar contra o papa Bento 16. O pontífice causou indignação no mundo muçulmano na semana passada, após citar trechos de um texto medieval que critica o profeta Maomé e diz que o islamismo foi disseminado pelo mundo por meio "da violência".



Posteriormente, o papa disse que não pretendia criticar o islã, mas a comunidade muçulmana em todo o mundo exige um pedido formal de desculpas de Bento 16. No início desta semana, extremistas atacaram sete igrejas na Cisjordânia e em Gaza, sem causar danos nem feridos.



Nesta sexta-feira, Bento 16 anunciou que receberá na próxima segunda-feira (25) embaixadores dos países muçulmanos reconhecidos na Santa Sé, assim como os líderes da comunidade muçulmana de Roma, anunciou nesta sexta-feira a imprensa italiana.



Na terceira principal mesquita islâmica, a Al Aqsa, em Jerusalém, centenas de muçulmanos balançavam bandeiras pretas e cartazes com frases como: "Conquistar Roma é a solução".





Manifestantes gritavam: "O Exército do islã retornará. O protesto se dispersou pacificamente".



Na cidade de Nablus, na Cisjordânia, membros do Hamas tomaram as ruas, gritando slogans contra o papa e trazendo bandeiras verdes do Hamas. Levantando as mãos para os céus, mais de 2.000 manifestantes gritavam: "Nós agüentamos a fome, a prisão e a ocupação, mas não toleramos ofensas ao profeta. Nós sacrificaremos nossas vidas pelo profeta".



Marchando pelas ruas de Nablus, alguns chamaram o papa de "covarde" e "agente dos EUA".



No norte de Gaza, mais de 1.000 membros do grupo extremista Jihad Islâmico gritavam e carregavam bandeiras pretas. Khader Habib, um líder do grupo disse à multidão que os comentários do papa "indicam que ele não compreende o islã nem o profeta".



Em Ramallah, centenas de partidários do Hamas marcharam pelas ruas do centro da cidade.



Fonte: UOL notícias



Notícia 2:



Al Qaeda jura derrotar a cristandade

19.09.2006


A ira voltou a inflamar o mundo islâmico, quando mal se havia apagado a cólera que o percorreu em fevereiro passado, da Nigéria às Filipinas, passando por todo o mundo árabe, o Irã e o sul do continente asiático - onde se concentra quase a metade dos fiéis da religião de Maomé -, devido às caricaturas do profeta. A Al Qaeda, através de vários grupos terroristas associados à rede, prometeu levar a "guerra santa até a derrota" da cristandade.



" Quebraremos a cruz e derramaremos o vinho ... Deus ajudará os muçulmanos a conquistar Roma ... nos fará capazes de cortar o pescoço ... dos infiéis e dos déspotas", diz um texto publicado na Internet pelo Conselho Consultor Mujahedin, grupo que serve de guarda-chuva para a Al Qaeda no Iraque. O grupo adverte: "Aos devotos da cruz, (o papa) e o Ocidente, dizemos que os derrotaremos da mesma forma que estão vendo todos os dias no Iraque, Afeganistão e Chechênia".



No Irã, o líder supremo da revolução islâmica, aiatolá Ali Khamenei, também reagiu com dureza às palavras do papa. Sem mencionar pelo nome o presidente dos EUA, George Bush, Khamenei referiu-se à "cruzada contra o Islã empreendida por certos políticos" e considerou que o discurso de Bento 16 é "o último elo" dessa "cadeia de complôs" contra a fé de Maomé. Segundo Khamenei, os muçulmanos devem enfrentar uma grande conspiração, que, começando pela invasão do Iraque e continuando pelas "caricaturas insultuosas" ao profeta, pretende criar "crises inter-religiosas no mundo e fomentar o confronto entre as religiões", informa a agência France Presse.



O dirigente xiita indicou que os protestos devem ser dirigidos contra o Grande Satã, nome usado para designar os EUA no Irã. "Todo mundo deve considerar que o Grande Satã é o responsável", por ser quem se beneficia das "injustas palavras do papa", indicou o chefe espiritual da revolução islâmica e substituto de seu fundador, Khomeini.



O porta-voz do governo iraniano indicou que as desculpas apresentadas pelo papa são "um bom gesto", mas explicou que "não é suficiente". O porta-voz salientou que "é necessário que o papa expresse de maneira mais clara e franca que suas palavras foram pronunciadas por engano e que as corrija o mais cedo possível", informa a agência Reuters.



Enquanto isso, sucedem-se as manifestações de protesto. Na segunda-feira em Basora, a segunda cidade do Iraque, mais de 500 pessoas queimaram uma efígie do pontífice e o grupo radical sunita Ansar al Suna ameaçou os ocidentais, especialmente italianos e alemães: "Reservamos para vocês a espada, em resposta à sua arrogância".





No Marrocos, o rei Mohamed 6º também se levantou como um dos principais defensores do Islã. Além de ser o chefe de Estado ele também é Comendador dos Crentes em seu país. Depois de protestar e chamar seu embaixador no Vaticano, continuou ontem pelo terceiro dia sua atividade diplomática.



"Dirijo-me ao senhor", afirmou em uma carta enviada ao papa, "na sua qualidade de chefe da Igreja Católica, para lhe pedir que tenha com o islã o mesmo respeito que com os demais cultos". A carta foi publicada ontem pela agência oficial de imprensa marroquina, MAP. O Islã, insiste, "exorta à paz e à moderação e rejeita, pelo contrário, a violência".



No Egito, o Parlamento solicitou que sejam congeladas as relações diplomáticas com o Vaticano e exigiu que o papa apresente "desculpas diretas e claras".



Por sua vez, o chefe da União Mundial de Ulemás (sábios) Islâmicos, o egípcio residente no Catar Yusef al Qaradaui, instou todos os muçulmanos do mundo a expressar sua ira na próxima sexta-feira. Mas Al Qaradaui ressaltou que devem ser manifestações não-violentas, nas quais não se ataquem os cristãos ou as igrejas, e pediu que não se repitam os tristes acontecimentos de fevereiro passado, quando mais de dez pessoas morreram em diversos países em protestos contra as caricaturas de Maomé, informa a agência Efe.



O governo islâmico da Somália afirmou na segunda-feira que deterá e levará à justiça os que mataram no domingo a freira italiana Leonella Sgobarti. Na Jordânia, vários deputados cristãos e muçulmanos protagonizaram uma reunião de uma hora e 14 sindicatos assinaram um comunicado no qual se considera que as palavras de Bento 16 "alimentam a feroz campanha de ódio lançada pelo sionismo internacional". O texto salienta que são "insultantes" para os árabes em geral, tanto cristãos como muçulmanos. As reações violentas também se sucederam. Na Indonésia, a Frente de Defensores do Islã, grupo radical do país com maior população muçulmana do mundo - 85% dos 230 milhões de habitantes -, pediu a "crucificação do papa". que qualificou de "pequeno e vil".



Centenas de simpatizantes desse grupo protestaram diante da embaixada do Vaticano em Jacarta, com cartazes que identificavam o Vaticano com o "eixo do mal", terminologia usada por Bush para referir-se ao Iraque, Irã e Coréia do Norte.



Na Turquia, um homem de 29 anos disparou contra uma igreja protestante de Ancara, sem causar vítimas. O papa deverá viajar para esse país em novembro.



Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves

Fonte: UOL notícias



Notícia 3:



Grupo armado iraquiano ameaça atacar o Vaticano

Grupo armado iraquiano ameaça atacar o Vaticano e Roma

da France Presse, em Dubai



Um grupo armado iraquiano, Jaiech al Mujahedin, ameaçou em um comunicado divulgado neste sábado cometer atentados contra Roma e o Vaticano, em resposta às palavras do papa Bento 16 sobre o islã e o jihad ["esforço" que o muçulmano deve desempenhar para difundir e proteger o islamismo].



"Juramos destruir sua Cruz no coração de Roma (...) e que o Vaticano será atacado e vai chorar por seu papa", afirma o texto divulgado na internet, que critica duramente os "cristãos 'sionizados' e os cruzados cheios de ódio".

domingo, 16 de maio de 2010

o futuro bem perto "catolicismo" em breve o arrebatamento o filme 1 2 e 3

olá! amigos  leitores . obrigado  por acessarem  cada  vez  mais meu blog  e  com ele  tentar  tirar alguma duvida sobre  o fim dos dias. pra começar  mais um dos sinais acabou de sair nos jornais essa semana   que  mais um escandalo , da igreja católica  sera  uma  vez  mais  ela voltara ao tempo de lutero ?veja agora  um pouco  do que nostradamus falou  sobre o fim da igreja católica no fim dos dias..











um documentario da bbc  sobre a igreja catolica


 acesem mais noehalves21.blogspot.com

para continua vendo e so clica duas veses  na tela que abrirar uma pagina do youtube



quinta-feira, 6 de maio de 2010

judaismo

Introdução




O judaísmo é considerado a primeira religião monoteísta a aparecer na história. Tem como crença principal a existência de apenas um Deus, o criador de tudo. Para os judeus, Deus fez um acordo com os hebreus, fazendo com que eles se tornassem o povo escolhido e prometendo-lhes a terra prometida.



Atualmente a fé judaica é praticada em várias regiões do mundo, porém é no estado de Israel que se concentra um grande número de praticantes.



Conhecendo a história do povo judeu



A Bíblia é a referência para entendermos a história deste povo. De acordo com as escrituras sagradas, por volta de 1800 a.C, Abraão recebeu uma sinal de Deus para abandonar o politeísmo e para viver em Canaã (atual Palestina). Isaque, filho de Abraão, tem um filho chamado Jacó. Este luta , num certo dia, com um anjo de Deus e tem seu nome mudado para Israel. Os doze filhos de Jacó dão origem as doze tribos que formavam o povo judeu. Por volta de 1700 AC, o povo judeu migra para o Egito, porém são escravizados pelos faraós por aproximadamente 400 anos. A libertação do povo judeu ocorre por volta de 1300 AC. A fuga do Egito foi comandada por Moisés, que recebe as tábuas dos Dez Mandamentos no monte Sinai. Durante 40 anos ficam peregrinando pelo deserto, até receber um sinal de Deus para voltarem para a terra prometida, Canaã.



Jerusalém é transformada num centro religioso pelo rei Davi. Após o reinado de Salomão, filho de Davi, as tribos dividem-se em dois reinos : Reino de Israel e Reino de Judá. Neste momento de separação, aparece a crença da vinda de um messias que iria juntar o povo de Israel e restaurar o poder de Deus sobre o mundo.



Em 721 a.C começa a diáspora judaica com a invasão babilônica. O imperador da Babilônia, após invadir o reino de Israel, destrói o templo de Jerusalém e deporta grande parte da população judaica.



No século I, os romanos invadem a Palestina e destroem o templo de Jerusalém. No século seguinte, destroem a cidade de Jerusalém, provocando a segunda diáspora judaica. Após estes episódios, os judeus espalham-se pelo mundo, mantendo a cultura e a religião. Em 1948, o povo judeu retoma o caráter de unidade após a criação do estado de Israel.



Os livros sagrados dos judeus



A Torá ou Pentateuco, de acordo com os judeus, é considerado o livro sagrado que foi revelado diretamente por Deus. Fazem parte da Torá : Gênesis, o Êxodo, o Levítico, os Números e o Deuteronômio. O Talmude é o livro que reúne muitas tradições orais e é dividido em quatro livros: Mishnah, Targumin, Midrashim e Comentários.



Rituais e símbolos judaicos



Os cultos judaicos são realizados num templo chamado de sinagoga e são comandados por um sacerdote conhecido por rabino. O símbolo sagrado do judaísmo é o memorá, candelabro com sete braços.



Memorá : candelabro sagrado



Entre os rituais, podemos citar a circuncisão dos meninos ( aos 8 dias de vida ) e o Bar Mitzvah que representa a iniciação na vida adulta para os meninos e a Bat Mitzvah para as meninas ( aos 12 anos de idade ).



Os homens judeus usam a kippa, pequena touca, que representa o respeito a Deus no momento das orações.



Nas sinagogas, existe uma arca, que representa a ligação entre Deus e o Povo Judeu. Nesta arca são guardados os pergaminhos sagrados da Torá.



As Festas Judaicas



As datas das festas religiosas dos judeus são móveis, pois seguem um calendário lunisolar. As principais são as seguintes:



Purim - os judeus comemoram a salvação de um massacre elaborado pelo rei persa Assucro.

Páscoa ( Pessach ) - comemora-se a libertação da escravidão do povo judeu no Egito, em 1300 a.C.

Shavuót - celebra a revelação da Torá ao povo de Israel, por volta de 1300 a.C.

Rosh Hashaná - é comemorado o Ano-Novo judaico.

Yom Kipur - considerado o dia do perdão. Os judeus fazem jejum por 25 horas seguidas para purificar o espírito.

Sucót - refere-se a peregrinação de 40 anos pelo deserto, após a libertação do cativeiro do Egito.

Chanucá - comemora-se o fim do domínio assírio e a restauração do tempo de Jerusalém.

Simchat Torá - celebra a entrega dos Dez Mandamentos a Moisés.




 o cristanismo e eo judaismo  há algo em comum?



Por Convert *




Introdução



Há várias distinções substanciais e vitais entre o judaísmo e o cristianismo. Claro, também há muitas semelhanças, basicamente porque o cristianismo surgiu do judaísmo. Todavia, o cristianismo seguiu um outro caminho desde o início, pois suas lideranças romperam com o judaísmo e formaram uma nova religião. Portanto, é um grande equívoco acreditar que ambas as religiões têm a mesma essência, ou ver o cristianismo como uma continuação natural do judaísmo. Nada é mais distante da verdade.



Nesta seção exploraremos as diferenças básicas entre as duas religiões. Para começar, nunca é demais repetir que a crença central do judaísmo é de que, independentemente de sua religião, todos os seres humanos são filhos de D’us e, portanto, iguais perante Ele: todos têm direito ao Seu amor, misericórdia e auxílio.



O judaísmo não exige que alguém se converta ao judaísmo para ser uma pessoa melhor ou para que, algum dia, alcance o Paraíso. Para isso, no entendimento dos judeus, basta ser ético. Embora o judaísmo aceite o valor de todas as pessoas independentemente da sua religião, ele também abre aos não-judeus que desejam voluntariamente se unir ao Povo Judeu a possibilidade de se tornarem judeus. Todavia, justamente por considerar que qualquer um pode viver de forma ética na sua religião é que se torna incomum no meio judaico o trabalho missionário e proselitista. O judaísmo está de portas abertas, mas nenhum judeu sairá pelo mundo tentando converter não-judeus ao judaísmo. Essa, por si só, já é uma grande diferença entre o judaísmo e o cristianismo.



É realmente impossível fazer um resumo adequado do judaísmo ou do cristianismo somente nessa seção. Assim sendo, são necessários mais estudos para se aprofundar no assunto. As posições formais do judaísmo em vários assuntos devem ser discutidas com um rabino.





Bibliografia



Uma referência excelente nesse assunto é o livro “Judaism and Christianity: The Differences”, de Trude Weiss-Rosmarin. Também está disponível a edição em língua portuguesa sob o título “Judaísmo e Cristianismo: as Diferenças”, Editora Sefer).



Outra dica interessante (somente em inglês) é o livro “You Take Jesus, I’ll Take God: How to Refute Christian Missionaries” , uma entre outras obras importantes para refutar as posições de missionários cristãos que buscam, a todo custo, converter judeus ao cristianismo, muitas vezes inclusive se passando por judeus.



Descreveremos a seguir as crenças centrais do judaísmo e do cristianismo. Alguns pensadores cristãos e judeus poderão discordar, às vezes consideravelmente, das posições mencionadas aqui. Mesmo com todas essas limitações, é importante considerar as diferenças.





D’US



O principal fundamento do judaísmo é a noção de monoteísmo, ou seja, a idéia de que existe somente um único D’us. Conforme o judaísmo, D’us não é feito de partes, ainda que porventura essas partes estivessem misteriosamente unidas. A noção cristã da Santíssima Trindade é que D’us é composto do Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo. Outros cristãos negam a Santíssima Trindade, todavia acreditam que D’us encarnou naquele que eles consideram como seu filho predileto – Jesus – e que esse, junto com o Deus Pai, formam uma só divindade. Tanto no primeiro como no segundo caso, ambas as visões são incompatíveis com a visão judaica de que qualquer divisão é impossível, mesmo que o cristianismo seja chamado de monoteísta pelo fato dos cristãos acreditarem que a trindade, por mistério divino, forme um só Deus; ou que o Deus Pai e o Deus Filho são, por mistério Divino, um só Deus. A idéia revolucionária do judaísmo é que D’us é Um e somente Um. Essa idéia considera a absoluta unicidade e singularidade de D’us como a primeira e única força criadora. Portanto, para os judeus D’us é o Criador de tudo o que gostamos e de tudo o que não gostamos. Não existe uma força maligna capaz de criar como D’us. O judaísmo vê o cristianismo como um enfraquecimento da idéia da Unicidade de D’us.



Os judeus não têm um grupo de crenças definidas a respeito da natureza de D’us; no entanto, há um debate muito rico e estimulado dentro do judaísmo a respeito disso. Porém, todos os movimentos judaicos rejeitam absolutamente a idéia de que Deus constitui-se de duas, três ou mais partes. Além disso, muitos judeus vêem essa tentativa de dividir D’us como um retrocesso parcial, quase um comprometimento com o conceito pagão de vários deuses. Para o judaísmo isso se constitui em idolatria, atividade proibida na fé judaica.





A visão judaica de Jesus



Para os cristãos, o princípio central de sua religião é a crença de que Jesus é o Filho de Deus, parte da Trindade, o messias salvador de almas. Para os cristãos ele é a revelação de Deus na carne. Jesus é, em termos cristãos, o Deus encarnado, o Deus em carne e osso que veio à Terra para absorver os pecados dos seres humanos e assim livrar dos pecados todos aqueles que aceitam a sua divindade.



Para os judeus, por mais que Jesus possa ter sido um professor e contador de casos maravilhoso, ele foi somente um ser humano, não o Deus Filho (no máximo, mais um filho de D’us, no sentido metafórico de que todos os seres humanos são filhos de D’us). Na visão judaica, Jesus não pode salvar almas; só D’us pode. Na visão judaica, Jesus não ressuscitou. Na visão judaica, todos somos filhos de D’us, e ninguém pode ser um Deus Filho.



De um ponto de vista judaico, Jesus tampouco absorveu os pecados das pessoas ao ser expiado e crucificado. Para os judeus a única maneira de se remover os pecados é pedindo perdão: os judeus buscam o perdão de D’us pelos pecados cometidos contra Ele; buscam também o perdão das outras pessoas pelo mal que cometeram contra elas. A busca do perdão exige um senso sincero de arrependimento, a busca direta da reparação do mal causado a outra pessoa e a atitude de não cometer este erro novamente no futuro. Os pecados e transgressões são parcialmente removidos por meio de orações (que substituíram os sacrifícios de animais da época do Templo Sagrado de Jerusalém) como um modo de expiar os pecados, mas o principal é buscar corrigir o mal feito a outras pessoas.



Para os cristãos, Jesus substituiu a Lei judaica (1). Para os judeus, os mandamentos (mitsvót) e a Lei judaica (halachá) continuam e continuarão valendo para sempre e jamais serão substituídos.



Para os judeus, Jesus não é visto como o messias. Na visão judaica, o messias é um ser humano que virá em uma era de paz. Poderemos reconhecer a era messiânica quando percebermos que o mundo está absolutamente em paz. Na visão judaica, é notório que isso não aconteceu quando Jesus viveu, e jamais houve paz em qualquer período após a sua morte.



Quando se fala de Jesus como um homem, as opiniões dos judeus variam muito. Alguns o respeitam como um professor ético que aceitava a Lei judaica, como uma pessoa que sequer se via como um messias, que jamais quis iniciar uma nova religião. Em vez disso, Jesus é visto por esse judeus como uma pessoa que desafiou as práticas das autoridades religiosas judaicas de seu tempo. Segundo essa visão, ele queria aperfeiçoar o judaísmo de acordo com o seu próprio entendimento, sem jamais querer romper com o Povo Judeu. Para outros, Jesus distorceu as leis judaicas e semeou a discórdia entre os judeus de seu tempo. Seja qual for a resposta judaica, há um consenso fundamental e irrefutável: nenhum judeu, seja nascido judeu ou convertido ao judaísmo, acredita que Jesus seja o Deus Filho ou o messias.



Para os judeus, o único Deus é D’us; e o Messias ainda está por vir.










Livre-arbítrio e o pecado original



Para o cristianismo a idéia do pecado original assume que as pessoas trazem consigo a mácula do mal desde o nascimento e que não podem remover seus pecados sozinhas, mas somente pela graça que lhes foi oferecida pela morte sob sacrifício de Jesus como expiação por todos os pecados da humanidade. Para os cristãos não há outra forma de salvação a não ser através de Jesus.



Em contrapartida, para os judeus não há a idéia de pecado original. A visão judaica é que os seres humanos não nascem naturalmente bons ou maus. Todo indivíduo tem inclinações boas e más, mas tem também o livre-arbítrio moral para escolher o bem, e esse livre-arbítrio moral para o bem pode ser mais poderoso do que a inclinação para o mal. Na verdade, a ética judaica traz consigo a idéia de que os seres humanos decidem por si mesmos como agir. Isso é assim porque a inclinação para o mal e a possibilidade de pecado inerente à mesma permitem que as pessoas escolham o que é bom e, assim, obtenham mérito moral. A visão judaica não é a que as pessoas estão indefesas diante do equívoco moral e dependem de terceiros para serem salvas. O judaísmo entende que os seres humanos foram dotados de recursos para que sejam capazes de optar pelo bem quando se deparam com uma situação em que há inclinações para o bem e para o mal. Assim, têm a possiblidade de aprender com os próprios erros e evoluir moralmente.





Morte, céu e inferno



Em geral os pensadores judeus sempre se concentraram nas maneiras que poderiam levar a uma vida boa na Terra e ao Ticun Olám, ou seja, ao aperfeiçoamento do mundo, deixando as preocupações a respeito da morte e do que vem após a morte para um momento mais apropriado. O judaísmo encara a morte como um fato natural e enfatiza o seu papel de dar um sentido à vida. É claro que as questões relativas à morte são inevitavelmente importantes. O medo da morte, do que irá acontecer com a nossa alma e com as almas das pessoas que nos são queridas, as questões éticas que emergem quando alguém morre injustamente e vários outros temas são discutidos na literatura judaica. Uma vez que D’us é visto como absolutamente justo, as aparentes injustiças no mundo têm levado muitos judeus tradicionais a verem a vida após a morte como uma maneira de refletir sobre a justiça final aplicada à existência humana.



Muitos pensadores judeus tradicionais teceram considerações sobre o modo como os indivíduos seriam recompensados ou punidos após suas mortes. Há poucas e raras descrições da vida após a morte. Os tradicionalistas deram o nome de “Guehenôm” para o local onde as almas são punidas. Muitos pensadores judeus notaram que uma vez que D’us é, essencialmente, pleno de misericórdia e amor, não se deve considerar que a punição será eterna; longe disso – muitas vezes considera-se que esse período, para a maioria das pessoas, dura menos de um ano.



Ao mesmo tempo, há muitos conceitos diferentes de Paraíso: um deles defende que o Paraíso é o local onde nós finalmente entenderemos o verdadeiro sentido de D’us. Ademais, melhor do que pensar em céu e inferno separados é imaginar que há somente uma distância maior ou menor de D’us após da morte. Além disso, a punição poderá ser auto-determinada, ou seja, o indivíduo receberá um sofrimento equivalente àquele que proporcionou enquanto estava vivo. Portanto, o judaísmo não tem uma noção de céu e inferno, com diferentes lugares no inferno para diferentes punições. Em vez disso, prevalece a idéia de que D’us usa a vida após a morte para conceder a justiça definitiva e como uma última oportunidade para que as pessoas predominantemente más busquem algum tipo de redenção final.



O judaísmo não acredita que as pessoas não-judias irão automaticamente para o inferno ou que os judeus irão automaticamente para o céu somente por pertencerem a uma ou outra religião (2). Em vez disso, o que realmente conta é a conduta ética individual. Muitos judeus tradicionais acreditam que o judaísmo fornece o melhor guia para conduzir essa vida ética.








 doutrinas




Judaísmo Messiânico é uma ramificação religiosa que segue as tradições religiosas judaicas, e que também acredita na figura de Yeshua (Jesus) como sendo o Messias esperado pela tradição profética judaica.




Pode-se distinguir dois tipos de messianismo deste tipo:





Sinagoga messiânica Baruch Hashem, Dallas, TexasNos primeiros séculos as seitas dos nazarenos e os ebionitas, que tratavam-se na maioria de judeus que aceitavam a crença em Jesus como Messias, e não compartilhavam da crença na divindade de Jesus. Criam que os gentios (não-judeus) que se convertessem deveriam aceitar as tradições religiosas judaicas. Porém, a entrada cada vez maior de prosélitos de origem não-judaica acabou por desencadear o processo que separaria de vez a seita dos nazarenos do Judaísmo, separação esta concretizada definitivamente com o Concílio de Niceia, no ano 326 EC.

O Moderno Judaísmo Messiânico é um movimento surgido no século XX nos EUA, originado do Hebreu-Cristianismo nascido na Inglaterra no século XIX. A grande maioria dos modernos judeus messiânicos aceita as diversas tradições do Judaísmo, julgando-as, no entanto, incompletas em seu significado, de certa maneira. O significado completo, segundo eles, só pode ser obtido a partir do entendimento e aceitação de Jesus como sendo o Messias.

O Judaísmo em geral rejeita o Judaísmo Messiânico/Nazareno como sendo um ramo do Judaísmo, embora, em sua origem no século I EC, tenha sido considerado como tal. Ao mesmo tempo, a despeito de ser considerado apenas como uma ramificação cristã com o propósito de converter judeus aos cristianismo, como por exemplo a organização Judeus para Jesus, apenas uma pequena parte das denominações cristãs, geralmente protestantes, aceita o atual movimento judaico-messiânico, especialmente por conta de questões doutrinárias divergentes.


História do Judaísmo Messiânico

Origens do messianismo judaico

Um conceito do Judaísmo, o Messias (do hebraico משיח Māšîªħ, Mashiach ou Moshiach, Ungido) refere-se, principalmente, à crença do Judaísmo posterior da futura vinda de um descendente do Rei David que iria reconstruir a nação de Israel e restaurar o reino de David, trazendo, desta forma, a paz ao mundo.



Ainda que a tradição religiosa judaico-cristã diga que o Messias já era uma profecia predita desde os tempos dos Patriarcas, este ensino veio a tomar mais forma após a destruição do Templo de Jerusalém. O retorno do Cativeiro, aliado a eventos históricos serviu para o aumento de um nacionalismo judaico, despertando uma esperança judaica pela reconstrução de sua nação e pelo governo de um rei levantado por D-us, que submeteria todos os povos à legislação da Torá.



Esta esperança messiânica aumentou ainda mais com o Domínio Romano sobre a Judéia no primeiro século. As diversas ramificações judaicas, pacíficas ou revolucionárias (como os zelotes), pretendiam obter sua independência do domínio romano, e inspirados pelo ideal da independência, acabaram por desenvolver ainda mais a crença no Messias libertador.



[editar] Os antigos nazarenos e o surgimento do Cristianismo

De acordo com a tradição cristã geralmente aceita, Jesus de Nazaré seria o Messias esperado pela tradição profética judaica (Mateus 2:1-6, Lucas 2:1-32, baseando-se, entre outros, no texto de Miqueias 5:2). Teria sido crucificado, ressuscitado e elevado aos céus (Mateus 28:7, Atos 2:22-34, 4:10, 5:30). Inicialmente, seus seguidores foram de fato judeus que não abandonaram suas tradições religiosas judaicas, mas as praticavam acrescentando-lhes a crença em Jesus como Messias (Atos 20:7-8; 21:20). Estes eram chamados de notzrim (nazarenos), devido à cidade de origem de Jesus ou cristãos, pelo público não-judaico.



No entanto, com o aumento da difusão dos ensinos de Jesus, muitos não-judeus passaram a aceitar e acreditar nestas doutrinas. Por este fato surgiu a primeira crise entre os seguidores de Jesus : os gentios que criam em Jesus deveriam ou não ser submetidos às normas do judaísmo ? O grupo judaizante acreditava que Jesus não teria vindo abolir a Torá. Desta forma, pregavam que tanto judeus como gentios convertidos deveriam seguir os mandamentos da Torá. Ainda não é possível determinar se este grupo judaico era uma variação dos ensinos de Jesus ou se era a doutrina original de Jesus. No entanto se acreditarmos no sucesso inicial do movimento de Jesus dentro da religião judaica, deve-se crer que o ensino original não tenha sido muito diferente disto.



Já o grupo antijudaizante, cujo principal expoente era Paulo de Tarso, defendia que Jesus viera trazer salvação de Deus à humanidade, abolindo os preceitos da Torá, que seriam desnecessários para se obter a salvação.O choque entre os dois grupos : judaizantes e antijudaizantes já é aparente no livro de Atos, onde a discussão entre eles obriga à convocação da assembléia dos apóstolos (Atos 15 ). Os antijudaizantes cujo principal expoente era Paulo de Tarso conseguiram impôr sua visão contra os judaizantes, apoiados pelo apóstolo Pedro : aqueles que eram gentios não precisavam submeter-se aos dogmas do judaísmo e aqueles que eram judeus poderiam prosseguir com seu judaísmo desde que não impusessem seu modo de viver aos gentios: "...devemos escrever-lhes [aos gentios] uma carta para informá-los de que se devem abster das coisas contaminadas por ídolos, da fornicação, do que foi estrangulado e do sangue. [Os judeus não necessitam disto] Porque, desde os tempos antigos, Moisés é anunciado em todas as cidades, e suas palavras são lidas nas sinagogas, a cada sábado" (Atos 15:20-21).[1] (comparar com as Leis de Noé).






O sucesso da pregação paulina fez com que ambos os lados se afastassem. Ainda que tenham sido aceitos a príncipio pelo judaísmo como mais uma ramificação, os seguidores de Jesus acabaram com o tempo sendo identificados com o ensino de Paulo que causava controvérsias na comunidade judaica, a respeito da questão do Messias e principalmente da aceitação livre de não-judeus. Além disso, o sofrimento dos judeus sob domínio romano passou a ser imputado aos seguidores de Jesus e a isto somou-se a recusa por parte da maioria destes a ajudar na Revolta Judaica, que culminou na destruição do segundo Templo de Jerusalém, e à fuga dos cristãos para Pela.





O Concílio de NiceiaApós a destruição do Templo de Herodes e o início da Diáspora, os cristãos espalharam-se ainda mais pelo império, bem como os demais judeus. Entretanto, a entrada cada vez maior de gentios na comunidade cristã iniciou de vez o processo de rompimento de suas ligações com o Judaísmo, especialmente porque estes gentios passaram a assimilar-se cada vez menos às práticas da Torá, como proposto no Concílio de Jerusalém, e com isso mantinham algumas de suas práticas pagãs, misturando-as apenas às primeiras doutrinas dos então nazarenos. A invasão dessas práticas pagãs, aliada ao prestígio agora dado à seita pelo império, graças ao crescimento surpreendente da mesma, culminou no desenvolvimento e no surgimento dos princípios que originaram o chamado Cristianismo.



Os choques entre cristãos e judeus serão mais ou menos leves até a adoção do Cristianismo como religião oficial do Império Romano. O Concílio de Niceia, realizado no ano 325 EC, tratou de separar definitivamente o agora Cristianismo do Judaísmo, estabelecendo definitivamente as doutrinas da Trindade e da divindade de Jesus, entre outras, que dão base ao Cristianismo até os dias atuais. E, com a posterior adoção do Cristianismo como a religião oficial do Império Romano no ano 380 EC, graças aos dogmas estabelecidos em Niceia, passou-se a tentar converter os judeus e a impor-lhes diversas sanções que dariam origem ao antissemitismo religioso da Idade Média. Este sentimento foi posteriormente compartilhado inclusive pelas diversas ramificações cristãs protestantes tradicionais, que viam nos judeus um povo retrógrado que teria matado seu Messias e que se recusava a converter-se ao Cristianismo.



Os judaizantes acabaram sendo segregados tanto pelos cristãos como pelos judeus. Estes judaizantes foram reconhecidos como ebionitas (do hebraico evionim "pobres"), organizando sua própria literatura religiosa e com o passar do tempo foram virtualmente extintos. Mesmo assim encontra-se uma gama de relatos históricos desses pequenos grupos cristãos que datam aproximadamente do século XIV e XV. Há diversos movimentos religiosos que em maior ou menor grau compartilham a visão ebionita. Dentre elas ,podemos mencionar o movimento criado por Shemayah Phillips,que em 1985 fundou o movimento conhecido como a Ebionite Jewish Community. Esta comunidade, estritamente monoteísta, reconhece Jesus como um profeta justo, e defende uma interpretação judaica do Tanakh e que tal sirva como meio de união entre judeus e gentios para implantação de uma sociedade justa.



[editar] Judaísmo Messiânico Moderno

O Judaísmo Messiânico moderno ou Movimento Messiânico é um movimento recente iniciado no século XIX. Embora já em 1718 John Toland, em sua obra "Nazarenus", tenha feito a sugestão de que os "cristãos entre os judeus guardassem a Torá", somente no início do século XIX nasceu o Movimento Cristão-Hebreu na Inglaterra. E, em 1886, foi fundada em Chişinău, na atual Moldávia, a primeira Congregação Judaico-Messiânica moderna, por Ioseph Rabinovich.



Na Inglaterra, o movimento conhecido como Hebreu-Cristianismo iniciou-se com o princípio básico de reunir cristãos de origem judaica, tendo em vista o propósito de conscientizá-los de sua identidade judaica e reavivá-la, tendo sido a Hebrew-Christian Alliance of Great Britain finalmente organizada em 1866. Nos Estados Unidos, uma organização similar foi fundada em 1915, a Hebrew-Christian Aliance of America, cujo nome foi mudado para Messianic Jewish American Alliance em 1976. Em 1925, uma organização internacional foi criada com o mesmo propósito, a International Hebrew-Christian Alliance, posteriormente chamada International Messianic Jewish Alliance. Em 1979 foi fundada a Union of the Messianic Jewish Congregations (UMJC).



O moderno Judaísmo Messiânico, finalmente "estabelecido" a partir da década de 60, intitula-se como um movimento originalmente judaico, fundado por membros judeus e para judeus, embora não seja reconhecido como tal. É essencialmente diferente do movimento Judeus para Jesus (Jews for Jesus), movimento este reconhecidamente protestante e com a finalidade única da conversão dos judeus ao Cristianismo (e que teve, por esta razão, uma resposta por parte do Judaísmo através do movimento Jews for Judaism (Judeus para o Judaísmo).



Estes grupos messiânicos são apoiados por igrejas evangélicas que atualmente tem promovido uma aceitação das tradições judaicas como o uso de músicas e orações em hebraico, adoção de festas religiosas judaicas, itens como kipá e tefilin, além de uso de nomenclatura e termos de origem judaica (como Rabino) mas negando muitas vezes outras tradições essenciais do judaísmo como a brit milá e outros mandamentos sob a visão de que estes mandamentos teriam sido abolidos por Jesus.



O governo de Israel a partir de 2009 passou a reconhecer os judeus messiânicos como judeus, sendo que antes eram classificados pelo Ministério do Interior de Israel como cristãos.



[editar] Teologia

A teologia judaico-messiânica estuda a divindade e as Escrituras segundo uma perspectiva judaico-messiânica.



[editar] Cânon

Os judeus messiânicos comumente reconhecem o Antigo Testamento como sendo divinamente inspirado. O teólogo David H. Stern, em seu "Comentário do Novo Testamento Judaico", argumenta que Paulo é completamente coerente com o Judaísmo Messiânico, e que o Novo Testamento deve ser tomado pelos judeus messiânicos como sendo também a inspirada "Palavra de D-us". Entretanto, esta é apenas a principal visão dentro do movimento, pois, como em todas as religiões, há diversas correntes de pensamento. Alguns poucos judeus messiânicos não aceitam os escritos de Paulo, chegando a rejeitá-los completamente, ou então deixando-os "abaixo" dos Evangelhos. Frequentemente, a ênfase se dá na ideia de que o Antigo Testamento eram as únicas Escrituras de que os primeiros crentes em Jesus dispunham (e de fato a maioria dos estudiosos concorda que não havia um cânon estabelecido do Novo Testamento até o século IV), e que, exceto pelas palavras registradas de Jesus, o Novo Testamento se pretendia apenas como um comentário inspirado do Antigo Testamento.



Desta forma, no entanto, o cânon judaico-messiânico difere do cânon judaico tradicional essencialmente pela inclusão dos livros do Novo Testamento (ou conhecido como Brit Chadashá). O cânon judaico-messiânico, em suas diferentes ramificações, geralmente contêm os seguintes livros:



1. Torá [תורה], "a Lei", "Instrução", ou "Ensino". Também chamada Chumash [חומש], "os cinco", referência aos 5 livros de Moisés; o Pentateuco.



2. Neviim [נביאים], os "Profetas".



3. Ketuvim [כתובים], os "Escritos".



4. Besorot [בשורות], os "Evangelhos".



5. Ma'ase Hashelichim [מעשי השליחים], os "Atos dos Apóstolos".



6. Igarot Shaul Hashaliach [אגרות שאול השליח], as "Epístolas de Paulo".



7. Igarot Hashelichim [אגרות השליחים], as "Epístolas dos apóstolos".



8. Chazon [חזון], a "Revelação".



Stern produziu recentemente uma versão Judaico-messiânica da Bíblia, chamada A Bíblia Judaica Completa.



[editar] Talmude e comentários bíblicos

Algumas comunidades judaico-messiânicas consideram os comentários rabínicos, como a Mishná, no Talmude como historicamente informativos e úteis no entendimento da tradição, embora não os considerem normativos, especialmente nas questões nas quais o Talmude diverge das escrituras messiânicas.



Alguns outros grupos messiânicos, no entanto, consideram "perigosos" os comentários rabínicos do Talmude. Estes grupos defendem a ideia de que os que seguem as explicações e os comentários rabínicos e halaquicos não são crentes em Jesus como Messias. Além disso, negam a autoridade dos Fariseus, crendo que estes foram substituídos e contraditos pelo messianismo.



Há um número grande de comentários messiânicos sobre diversos livros da Bíblia, tanto do Tanakh quanto do Novo Testamento. David H. Stern publicou em volume único seu Comentário Judaico do Novo Testamento, mas ele limita-se a apenas fornecer notas explanatórias de um ponto de vista judaico, deixando de lado muitas das questões sobre a composição, história, data e contexto dos livros do Novo Testamento. Outros comentaristas notáveis do Novo Testamento são Joseph Shulam, que escreveu comentários de Atos, Romanos e Gálatas, e Tim Hegg, que escreveu sobre Romanos, Gálatas e Hebreus, e atualmente está estudando o evangelho de Mateus.



[editar] Doutrinas principais

Nesta seção estão listadas algumas das principais crenças e doutrinas do Judaísmo Messiânico



1. Deus - Os judeus messiânicos crêem no Deus do Tanakh, Adonai, e que ele é todo-poderoso, onipresente, eterno, existente à parte da criação, e infinitamente importante e benevolente. Os judeus messiânicos creem no Shemá, que significa "ouve", oração fundamental do Judaísmo, do texto de Deuteronômio 6:4 - "Ouve, ó Israel, o Eterno nosso D-us é Único D-us -, texto que mostra a unicidade do Deus de Israel, sendo ele único e infinito, e unicamente soberano. Quanto ao entendimento desta unicidade, porém, os grupos messiânicos divergem. Alguns refutam a ideia da Trindade, entendendo o Shemá como a declaração literal de que Deus é um, apenas, além de considerar textos do próprio Novo Testamento que eventualmente desmentem o conceito de uma entidade triúnica - portanto, relegam a Trindade a algo quase que idolátrico. Outros, porém, são abertos aos conceitos trinitarianos.



2. Jesus como o Messias - Jesus (Yeshua) é, para os judeus messiânicos, o Messias judeu. O principal movimento messiânico crê em Jesus como sendo "a Torá (palavra) feita carne" (referência a João 1:14). Quanto à divindade de Jesus, no entanto, os grupos divergem. Alguns negam que Jesus seja Deus, refutando a Trindade (pelos motivos resumidamente expostos acima) e considerando o fato de que claramente não há referências no Tanakh de que o Messias seria o próprio Deus. Entretanto, consideram-no como um ser essencialmente divino, provindo de Deus e por ele munido de toda autoridade - mas não o próprio. Outros, porém, acreditam que Jesus de fato é o próprio Deus, sem qualquer ressalva ao conceito cristão tradicional.



3. A Torá escrita - Os judeus messiânicos, com algumas poucas exceções, tomam a Torá escrita (o Pentateuco) como sendo completamente válida (ao contrário da visão cristã), e portanto creem nela como uma aliança sagrada, perpétua e insubstituível, que deve ser observada tanto moral e ritualmente por aquelas que professam fidelidade a Deus. Eles acreditam que Jesus não somente ensinou como reafirmou a Torá (como no trecho do evangelho de Mateus 5:17-20), e não que ele a revogou.



4. Israel - Creem que as tribos de Israel foram, são, e continuarão a ser o povo escolhido do Deus de Jacó. Todos os messiânicos, judeus ou não, rejeitam a chamada "teologia da substituição", a visão de que a Igreja cristã substituiu Israel na mente e nos planos de Deus.



5. A Bíblia - O Tanakh e o Novo Testamento (chamado "Brit Chadashá") são geralmente considerados pelos messiânicos como as escrituras inspiradas por Deus.



6. Escatologia bíblica - A maioria dos judeus messiânicos detêm as crenças escatológicas do "fim dos tempos", da segunda vinda de Jesus, como Mashiach ben David, o descendente do rei Davi que restituirá Israel, da reconstrução do Templo de Jerusalém, da ressurreição dos mortos para o Juízo e do Shabat milenar, o período do reinado do Messias.



7. A Torá Oral - As opiniões dos judeus messiânicos a respeito da Torá oral, codificada no Talmude, são diversas e muitas vezes conflitantes inclusive entre as congregações. Algumas delas acreditam que aderir à "Lei oral", como abrangida no Talmude, é contrário aos ensinamentos messiânicos e, portanto, completamente perigoso. Outras congregações, porém, são seletivas nas aplicações das leis talmúdicas. Outras, ainda, encorajam a uma séria observância da halachá. Contudo, virtualmente todas as congregações e sinagogas judaico-messiânicas veem as tradições orais como sendo subservientes à Torá escrita, notando que Jesus observou algumas tradições orais (como a observância de Chanucá), e se opôs a outras.



 profecias




Profecia Apocalíptica a respeito do retorno dos judeus à Israel


30 30UTC janeiro 30UTC 2010 por Jeferson







Existem algumas dicas sobre a volta de Jesus Cristo, sua segunda vinda. Na verdade é sobre o arrebatamento! Quando Ele voltar será junto com os santos e anjos para a ultima batalha chamada ARMAGEDOM. Porém sobre o arrebatamento da igreja se diz respeito a um repentino sumiço de muitos. Alguns dizem que isso é para os fracos que não suportam esse mundo ou que não conseguem se adaptar então, com isso, inventaram um Deus que teve um filho que morreu e voltará para levar as pessoas para o paraíso.



Justamente isso! Só que isso não é fantasia, mas, sim realidade.



É impossível negar a existência de Deus e de seus feitos, de todas as profecias que tem a respeito dEle, de Jesus e do fim dos tempos onde à ciência evoluiria de tal maneira que o homem se tornaria como Deus em seus pensamentos e atitudes.



Porém a respeito do apocalipse e arrebatamento, existe determinado fato que foi dito por Deus na Bíblia. Diz respeito à seu povo, ou seja, os judeus.



Como isso? Simples! Eles seriam dispersos pelo mundo sem uma pátria, porém nos últimos dias retornariam para Israel, (atual palestina). Mas como assim? A Palestina não é pertencente aos seguidores do islamismo? Não. Nunca pertenceu.



Por volta de 132 d.C., os romanos, que haviam dizimado Jerusalém no ano 70 de nossa era, começaram a reconstruí-la para o imperador Adriano, para ser uma cidade pagã dedicada a ele e a Júpiter. Eles começaram a construir o templo dedicado a Júpiter sobre o Monte do Templo, no mesmo local onde antes se localizavam os antigos templos judaicos. Evidentemente, os judeus se rebelaram, tentando impedir aquela profanação. A revolta foi liderada por Simão Kochba, que muitos naquela época acreditavam ser o Messias.



De início, a revolta foi extraordinariamente bem sucedida. Porém, Roma enviou mais legiões para lá e, no final destruiu quase mil aldeias, matou cerca de quinhentos mil judeus e escravizou outros milhares. Quando a rebelião foi finalmente esmagada, em 135 d.C., os conquistadores romanos, cheios de indignação, trocaram o nome da terra de Israel para Província Síria-Palestina, homenageando os antigos inimigos de Israel, os filisteus. Daquela época em diante, todos os que viviam ali passaram a ser conhecidos como “palestinos”.



Desse tempo em diante os judeus que ali moravam espalharam-se por todo o mundo, por todas as províncias sendo escravizados e torturados principalmente pela igreja católica que os perseguia e impunha sobre eles a culpa da morte de Jesus Cristo. O próprio líder que provocou em 70 d.C., a destruição proclamou “Sunday” como o dia do sol. Isso não foi a toa, pois eram idólatras do deus sol. Diziam-se então cristãos, mas na verdade usaram disso para construir um templo pagão na casa dos judeus.



Mesmo dispersos os judeus acreditavam no retorno para suas casas, mesmo durante a Segunda Grande Guerra, eles não perderam suas convicções e muitos que estavam perdidos do judaísmo acabaram voltando às praticas nos campos de concentrações, acreditando que um dia retornariam.



Em 14 de maio de 1948 David Ben-Gurion proclamou a Declaração de Independência de Israel, que definitivamente retornou para terra prometida chamada Israel. Porém as terras ainda ficaram em poder da Jordânia e do Egito por dezenove anos, sendo usadas como plataformas de envio de terroristas contra Israel, até que esse foi forçado (para sua própria proteção), ocupar essas áreas na Guerra dos Seis Dias, em 1967. Essa guerra rendeu o que falar, pois Israel tinha literalmente o apoio de Deus do seu lado. Combatentes egípcios diziam que viam gigantes cercando as tropas de Israel. Que suas armas e canhões não funcionavam, seus lançadores de mísseis eram destruídos instantaneamente ao serem disparados. E que anjos eram vistos. Um exército de Israel de 100 homens para os egípcios eram vistos como 100.000 homens em batalha. Deus literalmente colocou seus anjos a favor dos judeus que tomaram as terras em 6 dias de batalha, conseguindo assim uma enorme parte da palestina que logo pra frente a Onu dividiria e pediria para doarem para os muçulmanos parte das terras pra que eles ficassem calmos e evitassem a guerra. (mas isso é outra história).



Eu falei tudo isso para explicar como que o povo judeu conseguiu sua independência e retorno para sua terra, isso pode ser visto em vários livros da Bíblia porém citarei apenas uma em Jeremias 16. 14-21. Deus começou a restauração em 1948 quase dois mil anos depois da diáspora babilônica e isso apenas parcialmente e com a contínua e feroz oposição das nações árabes vizinhas do restante do mundo. Isso foi predito em Ezequiel 36.24. ; Jeremias 31; Ezequiel 34, 36, 37 etc… Jeremias 31. 10-14. ; Ezequiel 34.12-13. ; Jeremias 32. 37-42. ; Amós 9. 14-15.



É impossível negar que Jesus está voltando! Devemos ficar atentos não à guerra, mas sim para algum tipo de tratado ou acordo de paz que virá entre Israel e o direito deles de sacrificar animais novamente para Deus.



O retorno de Jesus Cristo não é para daqui 50 anos, mas quem sabe para daqui 5 cinco minutos.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

todas essas informaçoes  sobre  um grande evento que acontecerar em breve seria fruto de nossas mentes  vcs teriam medo do fim?livros sagrados retratam muito bem sobre o que esta  acontecendo  basta  cada um de nos conseguimos entende-lo . pra começar  e um grande universo a ser descoberto , algumas religioes postadas em  meu blog  so falam sobre elas mais o que a por tras delas  isso  nao  sabemos vcs so saberao estudando  muito  mais .terremotos  e vulcoes  sao formados  pelo afastamento das placas tectonicas contidas na crosta terrestre, esse grandes movimento  faz com que   a pressao tida  la em baixo se manifeste  causando grandes transtornos e eoutras coisas a mais  mais seria  possivel que agente  pode-se controla  isso? ou se agente pensa-se um pouco  nas vitimas ,como do haiti,indonesia entre outros , e nao no prejuiso economico  que  eles tem.ha tb  os furacoes e tsunamis  a força da natureza ja impos seu nome e como todos  nos sabemos ela  emuito  forte , como eu disse antes  deus nos deu uma pequena fazenda chamada terra e que que fizemos nela ? nada! so destruição entao ele  vem pegar de volta e com ele  levarar aqueles que cuidarao bem  de suas  sementes .catastrofes naturais estao sendo mais comuns agora ,grandes descobertas como mondex " o simbolo da besta"o  planeta nibirus, as mentiras cientificas  para explicar  tudo isso, a grande ordem mundial, a expansao da ciencia , a violencia ......e vem mais por ai .. em breve  a maior crise economica  já vista no mundo , muita gente serar desempregada ,emuitas morrerao de fome ,empresas falirao,paises que nunca tiverao catastrofes  terao, sera possivel que algum vulcao extinto  no brasil entrar em erupcão? grandes escandalos ainda  na igreja aparecerao,um grande homem  aparecerar e mostrar o seu  poder economico enganando muita  gente pedindo sua ajuda para salva  sua empresa .entre outras  mostrarei agora  algumas coisas sobre isso nesses videos








 aqui ainda tem mais isso  e so 1 % de muitas coisas  futuras.







 e mais  e muito mais!!!! tudo começou aqui
11 de setembro de 2001 a contagem pra  2012









 esse e  o homem mais  satanico da historia interressante


sábado, 17 de abril de 2010

ORIGEM DO ESPIRITISMO


Poucos sabem sobre a origem do espiritismo, pensa a maioria que o espiritismo foi uma invenção de Alan Kardec. Entretanto, Kardec apenas procurou de forma lógica e racional entender eventos tidos como sobrenatural ou sem explicação sensata.

A verdade é que as manifestações dos espíritos ocorrem entre os homens em todos os tempos da história. A própria Bíblia, é um dos maiores repositórios de fatos espíritas que pode ser elucidado e explicado sobre o ponto de vista da ciência espírita.

O Espiritismo é uma ciência que trata da natureza, origem e destino dos espíritos, bem como de suas relações com o mundo corporal.

Na idade média a figura de Joana D’Arc, foi para a fogueira por não querer renegar as vozes espirituais, que a motivaram a libertar a França. Daquele tempo até os tempos atuais as manifestações espirituais ocorrem no seio de qualquer classe ou religião, mas dependendo do local são consideradas, obras do Diabo, da imaginação ou loucura. O Espiritismo, naturalmente, existia antes do famoso Mistério de Hydesville que é, sem dúvida, um acontecimento-marco da evolução das pesquisas psíquicas no mundo. Muitas vezes, apresenta-se combatido e deturpado.

O caso Hydesville resume-se no seguinte: um espírito morto e enterrado

dentro da casa comunica-se através de pancadas, para encontrarem o seu

corpo, sob uma parede e enterra-lo. Essa experiência curiosa despertara um grande interesse nacional e internacional pela comunicação com os espíritos ".

Em 1854 Alan Kardec ouviu pela primeira vez falar nas mesas girantes, após ter o primeiro contato eis aqui a sua opinião “Eu me encontrava, no ciclo de um fato inexplicado, contrário na aparência, as leis da natureza e que minha razão reprimia. Nesse tempo era comum a reunião sem objetivo das manifestações espíritas que chamavam de mesas girantes”.

Mas Kardec ao participar das reuniões procurou respostas lógicas e começou a questionar aqueles que se comunicavam e descobriu que estes não passavam de espíritos de pessoas que anteriormente teriam vivido. Segui daí em 18 de Abril de 1957, o primeiro livro da Doutrina Espírita, o Livro dos Espíritos com 1019 perguntas feitas aos espíritos.

Por exemplo, se quiser saber sobre:

O porque da existência? Leia a Q.132; O que é Deus? Q.01

Se o homem pode saber tudo sobre tudo? Q.17, De onde vieram os seres humanos? Q.43 Qual a ocupação dos espíritos?Q.558

Morrer dói?Q.154, Reencarnação existe?Q.166

Onde se instruíram as pessoas superdotadas?Q.361, e por ai segue...

Disto surgiram centenas de ataques e um batalhão de cientistas foi colocado na frente de batalha para provar que o espiritismo não passava de uma simples asneira e que seus seguidores só poderiam ser uma tropilha de ignorantes.

Willian Crookes, sábio inglês e pesquisador de grande acuidade, realizou durante os anos de 1870 a 1873, experiências, que se tornaram clássicas, com a médium extraordinária que foi Florence Cook , esta materializou durante três anos o espírito Katie King.

Frederico Zollner, notável físico alemão, utilizou-se, em 1877, de outro grande médium do passado, Henry Slade e, agindo como verdadeiro homem de ciência, que era, conseguiu extraordinários fenômenos de materialização, de transporte, de levitação e de escrita direta.

Willian Crawford é outro nome da Ciência, professor do Instituto Técnico e da Universidade de Belfast, que a história das pesquisas psíquicas apontará, um dia, como dos seus mais destacados e competentes cultores. A levitação de objetos foi estudada por ele com extremos cuidados.

E outro, outro... Bem, teremos que pular muitos outros nomes, como, Alexandre Aksakof, Myers,Oliver Lodge, Ernesto Bozzano,Willian Barrett.

Crookes, afirma em 1917, ”É uma verdade incontestável que uma conexão foi estabelecida entre este mundo e o outro”.

O físico inglês Oliver Lodge em 22.11.1916, em um discurso assegura “ Mas, a conclusão é que a sobrevivência está cientificamente provada por meio da investigação cientifica.”

Talvez o depois de todos estes dados, o leitor pode estar pensando; - Mas, como se tudo isto é verdade porque existe a discussão a respeito da sobrevivência até os dias atuais?

O filósofo José Ingenieros, já revelou o porque da situação atual desta questão em duas frases; “Onde todos andam de rastros, ninguém se atreve andar em pé”.





Doutrina Espírita ou Espiritismo


Conselho Espírita Internacional



O que é

· É o conjunto de princípios e leis, revelados pelos Espíritos Superiores, contidos nas obras de Allan Kardec que constituem a Codificação Espírita: O Livro dos Espíritos, O Livro dos Médiuns, O Evangelho segundo o Espiritismo, O Céu e o Inferno e A Gênese.



· “O Espiritismo é uma ciência que trata da natureza, origem e destino dos Espíritos, bem como de suas relações com o mundo corporal.” Allan Kardec



(O que é o Espiritismo – Preâmbulo)



· “O Espiritismo realiza o que Jesus disse do Consolador prometido: conhecimento das coisas, fazendo que o homem saiba donde vem, para onde vai e por que está na Terra; atrai para os verdadeiros princípios da lei de Deus e consola pela fé e pela esperança.” Allan Kardec



(O Evangelho segundo o Espiritismo – cap. VI – 4)



O que revela

· Revela conceitos novos e mais aprofundados a respeito de Deus, do Universo, dos Homens, dos Espíritos e das Leis que regem a vida.



· Revela, ainda, o que somos, de onde viemos, para onde vamos, qual o objetivo da nossa existência e qual a razão da dor e do sofrimento.



Sua abrangência

· Trazendo conceitos novos sobre o homem e tudo o que o cerca, o Espiritismo toca em todas as áreas do conhecimento, das atividades e do comportamento humanos, abrindo uma nova era para a regeneração da Humanidade.



· Pode e deve ser estudado, analisado e praticado em todos os aspectos fundamentais da vida, tais como: científico, filosófico, religioso, ético, moral, educacional, social.



Seus ensinos fundamentais

· Deus é a inteligência suprema, causa primeira de todas as coisas. É eterno, imutável, imaterial, único, onipotente, soberanamente justo e bom.



· O Universo é criação de Deus. Abrange todos os seres racionais e irracionais, animados e inanimados, materiais e imateriais.



· Além do mundo corporal, habitação dos Espíritos encarnados, que são os homens, existe o mundo espiritual, habitação dos Espíritos desencarnados.



· No Universo há outros mundos habitados, com seres de diferentes graus de evolução: iguais, mais evoluídos e menos evoluídos que os homens.



· Todas as leis da Natureza são leis divinas, pois que Deus é o seu autor. Abrangem tanto as leis físicas como as leis morais.



· O homem é um Espírito encarnado em um corpo material. O perispírito é o corpo semimaterial que une o Espírito ao corpo material.



· Os Espíritos são os seres inteligentes da criação. Constituem o mundo dos Espíritos, que preexiste e sobrevive a tudo.



· Os Espíritos são criados simples e ignorantes. Evoluem, intelectual e moralmente, passando de uma ordem inferior para outra mais elevada, até a perfeição, onde gozam de inalterável felicidade.



· Os Espíritos preservam sua individualidade, antes, durante e depois de cada encarnação.



· Os Espíritos reencarnam tantas vezes quantas forem necessárias ao seu próprio aprimoramento.



· Os Espíritos evoluem sempre. Em suas múltiplas existências corpóreas podem estacionar, mas nunca regridem. A rapidez do seu progresso intelectual e moral depende dos esforços que façam para chegar à perfeição.



· Os Espíritos pertencem a diferentes ordens, conforme o grau de perfeição que tenham alcançado: Espíritos Puros, que atingiram a perfeição máxima; Bons Espíritos, nos quais o desejo do bem é o que predomina; Espíritos Imperfeitos, caracterizados pela ignorância, pelo desejo do mal e pelas paixões inferiores.



· As relações dos Espíritos com os homens são constantes e sempre existiram. Os bons Espíritos nos atraem para o bem, sustentam-nos nas provas da vida e nos ajudam a suportá-las com coragem e resignação. Os imperfeitos nos induzem ao erro.



· Jesus é o guia e modelo para toda a Humanidade. E a Doutrina que ensinou e exemplificou é a expressão mais pura da Lei de Deus.



· A moral do Cristo, contida no Evangelho, é o roteiro para a evolução segura de todos os homens, e a sua prática é a solução para todos os problemas humanos e o objetivo a ser atingido pela Humanidade.



· O homem tem o livre-arbítrio para agir, mas responde pelas conseqüências de suas ações.



· A vida futura reserva aos homens penas e gozos compatíveis com o procedimento de respeito ou não à Lei de Deus.



· A prece é um ato de adoração a Deus. Está na lei natural e é o resultado de um sentimento inato no homem, assim como é inata a idéia da existência do Criador.



· A prece torna melhor o homem. Aquele que ora com fervor e confiança se faz mais forte contra as tentações do mal e Deus lhe envia bons Espíritos para assisti-lo. É este um socorro que jamais se lhe recusa, quando pedido com sinceridade.



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PRÁTICA ESPÍRITA

· Toda a prática espírita é gratuita, como orienta o princípio moral do Evangelho: “Dai de graça o que de graça recebestes”.



· A prática espírita é realizada com simplicidade, sem nenhum culto exterior, dentro do princípio cristão de que Deus deve ser adorado em espírito e verdade.



· O Espiritismo não tem sacerdotes e não adota e nem usa em suas reuniões e em suas práticas: altares, imagens, andores, velas, procissões, sacramentos, concessões de indulgência, paramentos, bebidas alcoólicas ou alucinógenas, incenso, fumo, talismãs, amuletos, horóscopos, cartomancia, pirâmides, cristais ou quaisquer outros objetos, rituais ou formas de culto exterior.



· O Espiritismo não impõe os seus princípios. Convida os interessados em conhecê-lo a submeterem os seus ensinos ao crivo da razão, antes de aceitá-los.



· A mediunidade, que permite a comunicação dos Espíritos com os homens, é uma faculdade que muitas pessoas trazem consigo ao nascer, independentemente da religião ou da diretriz doutrinária de vida que adotem.



· Prática mediúnica espírita só é aquela que é exercida com base nos princípios da Doutrina Espírita e dentro da moral cristã.



· O Espiritismo respeita todas as religiões e doutrinas, valoriza todos os esforços para a prática do bem e trabalha pela confraternização e pela paz entre todos os povos e entre todos os homens, independentemente de sua raça, cor, nacionalidade, crença, nível cultural ou social. Reconhece, ainda, que “o verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade, na sua maior pureza”.



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“Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a lei.”



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“Fé inabalável só o é a que pode encarar frente a frente



a razão, em todas as épocas da Humanidade.”



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O estudo das obras de Allan Kardec é fundamental



para o correto conhecimento da Doutrina Espírita.



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CAMPANHA DE DIVULGAÇÃO DO ESPIRITISMO







Conheça o ESPIRITISMO, UMA NOVA ERA PARA A HUMANIDADE



DEUS, INTELIGÊNCIA SUPREMA, CAUSA PRIMEIRA DE TODAS AS COISAS



JESUS, O GUIA E MODELO



KARDEC, A BASE FUNDAMENTAL



· O LIVRO DOS ESPÍRITOS

· O LIVRO DOS MÉDIUNS



· O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO



· O CÉU E O INFERNO



· A GÊNESE





“FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO”







Sonhos e profecias





Como ocorrem e de que



forma o homem pode se beneficiar?







Se a lembrança das vidas passadas e o conhecimento do futuro fossem de essencial importância para o progresso do homem encarnado, a natureza teria nos dotado de um sentido para tal.



Vejamos, então, o que nos falam os espíritos sobre o conhecimento do futuro, nas questões 868 a 871 de O Livro dos Espíritos. Dizem-nos eles que, em princípio, o futuro é oculto ao homem e só em casos raros e excepcionais permite Deus que seja revelado. A finalidade de se conservar o futuro oculto ao ser humano reside no fato de que, se o conhecêssemos, negligenciaríamos o presente e não obraríamos com a liberdade com que agimos, porque nos dominaria a idéia de que, se uma coisa tem que ocorrer, inútil será ocupar-se com ela, ou então procuraríamos obstar que tal coisa não acontecesse.



A certeza de um acontecimento venturoso nos lançaria na animação e a de um acontecimento infeliz nos encheria de desânimo.







O livre-arbítrio



Não podemos esquecer que uma das provas pela qual o espírito passa é a do livre arbítrio. Se nossa liberdade de agir fosse influenciada por alguma coisa, a ponto de entravá-la, a responsabilidade da ação seria menor ou nula. Por isso é que tanto o nosso passado espiritual quanto o conhecimento sobre o nosso futuro só são revelados em casos excepcionais e de forma natural, e isso quando o conhecimento prévio facilite a execução de alguma coisa.



Além de tudo, nunca devemos nos esquecer de que assim como os acontecimentos do presente têm sua causa na nossa vida passada, os acontecimentos do futuro têm como base as nossas ações presentes. É a lei de Ação e Reação.



Assim, não há razões para o homem viver em busca de informações sobre seu futuro. Tal atitude revela falta de confiança nos desígnios divinos.



O que ocorre é que, na maioria das vezes, encontrará exploradores e enganadores da boa fé alheia.



Se cremos em Deus, por conseqüência cremo-lo justo e infinitamente bom, nada melhor que, em todos os lances da vida, exercitarmos a confiança irrestrita nele.







As existências são planejadas



Cada existência é planejada, com antecedência, no plano espiritual, antes da reencarnação. Exceto nos casos de reencarnação compulsória, a duração da existência, saúde, doenças mais sérias, riqueza, pobreza fazem parte do planejamento.



E todos os espíritos reencarnam com o objetivo de progredir, de só fazer o bem e de reparar os erros cometidos em outras existências. Ninguém vem à Terra para fazer o mal.



Depois de reencarnados, os espíritos conservam o livre-arbítrio, podem desviar-se dos rumos traçados no mundo espiritual, abandonar os planos de trabalhar pelo próprio aperfeiçoamento e desviar-se para o caminho do mal.



Os espíritos mais imperfeitos correm maior risco de cometer tais desvios, enquanto os que já conquistaram certas qualidades costumam cumprir os planos traçados antes da reencarnação. Deus não intervém. Deixa que suas leis se cumpram no momento oportuno.



Ensina-nos Allan Kardec: "A prosperidade do mau não é senão momentânea, e se ele não expia hoje, expiará amanhã, ao passo que aquele que sofre, está expiando o passado" (O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. V, item 6).







O futuro depende do presente



Quanto mais evoluirmos, mais teremos livre-arbítrio e, na mesma proporção, diminuirá o determinismo sobre nós.



As nações, assim como as sociedades e os indivíduos, têm a sua liberdade de ação, de onde resulta o mérito ou demérito de cada um.



Grande é a liberdade individual, maior é a das sociedades e ainda mais ampla, é a das nações.



Todos nós só colheremos no futuro os frutos das sementes que semearmos hoje. Serão bons frutos quando semearmos bons frutos, serão maus frutos quando forem más as sementes.



Fica claro, pois, que o próprio espírito, utilizando o livre arbítrio que Deus concede a todos, escolhe a sua trajetória de deslizes e crimes hoje e grandes sofrimentos no futuro, ou de aprendizado, lutas e, talvez, sofrimentos hoje, mas felicidade no futuro.







Premonição/pressentimento



O pai do piloto do Fokker 100 que caiu, em São Paulo, matando mais de 100 pessoas, contou e repetiu, na televisão, que sonhara na véspera com o pavoroso desastre, ficando muito impressionado e comentando a visão com familiares e amigos.



Também a mulher de um passageiro declarou que sua filha pequena despertara e lhe dissera que o pai não voltaria mais, pois, o avião em que viajava caíra. Daí a pouco, assistia à catástrofe na TV.



Comprovadamente, a premonição sempre existiu. Mas o que é, como e por que acontece?



Quando o homem dorme, seu espírito deixa o corpo, sem, contudo, dele se desligar, e é nessas ocasiões que, às vezes, vislumbra o futuro próximo, com maior ou menor clareza.



Ao despertar, imaginará tratar- se de um sonho ou pesadelo. A isso chamamos "aviso ou premonição".



O espírito Adolfo Bezerra de Menezes, no livro Recordações da Mediunidade, psicografado por Yvonne Pereira, edição da Federação Espírita Brasileira, explica que tais possibilidades derivam de uma faculdade psíquica que possuimos, espécie de mediunidade.



A premonição não existe no mesmo grau em todas as criaturas, embora seja disposição comum a qualquer ser humano.



O pressentimento é o conselho íntimo e oculto de um espírito que vos dedica afeição, decorrente da escolha que se tenha feito: antes de reencarnar, o espírito tem conhecimento das várias fases da sua nova existência, isto é, dos principais gêneros de provas a que vai se entregar.



José, por exemplo, relata Mateus, foi avisado por um anjo que, aparecendo-lhe em sonho, o aconselhou fugir de Herodes, para o Egito, com Jesus.



Os avisos por meio de sonhos são comuns nos livros sagrados de todas as religiões.



Sabemos que o tempo do sono é aquele em que o espírito, desprendendo-se dos laços materiais, entra momentaneamente no mundo espiritual, onde se encontra com conhecidos de outras encarnações.



Esse instante é, muitas vezes, escolhido pelos espíritos protetores para se manifestar aos seus protegidos e dar-lhes conselhos mais diretos. Neste caso, o que ocorre é uma adaptação, feita por espírito especializado neste assunto, das ondas mentais de 4ª dimensão que estão presentes no cérebro perispiritual para que possa ser interpretado pelo cérebro físico que sabe apenas interpretar as ondas de 3ª dimensão, ocorrendo assim, uma lembrança mais nítida das orientações que o espírito queira que a pessoa se lembre ao acordar.




As profecias e a doutrina espírita




A aceitação dos textos bíblicos ao pé da letra tem levado parcela significativa da Humanidade a ter a convicção de que haverá uma segunda volta de Jesus à Terra, completamente visível, para separar os eleitos do seu reino. Que todas as mudanças ocorrerão de forma brusca e violenta. É o juízo final e o fim do mundo. É a síndrome do fim do mundo.



Entretanto, Allan Kardec nos recomenda cautela. A doutrina espírita nos ensina que o progresso se processa de acordo com as leis imutáveis criadas por Deus.



Como a natureza não dá saltos, todas as mudanças previstas haverão de processar-se lenta, mas inexoravelmente em gradativa intensidade.



Em A Gênese, Kardec, esclarece que as mudanças se realizam de duas maneiras: "uma gradual, lenta, imperceptível; outra por movimentos relativamente bruscos".



Certamente, a forma que ocorrerão essas mudanças anunciadas dependerão muito do rumo que a humanidade estiver seguindo.



Trata-se de um movimento, a operar-se no sentido do progresso moral, durante o qual a rebeldia humana, pelo acúmulo de faltas e pelo predomínio do orgulho e do egoísmo, em muitos séculos, precisa ser refreada, em benefício dos próprios homens, antes que novos débitos venham agravar a situação espiritual do planeta.



Portanto, as mudanças mais profundas ocorrerão no comportamento dos seus habitantes, que passarão a se conduzir pelas Leis Divinas.



Os espíritos recalcitrantes no mal não poderão reencarnar mais neste planeta. Irão para mundos primitivos, onde expiarão os débitos contraídos aqui. No lugar destes espíritos reencarnarão outros com propensão para o bem.







O que são as profecias



Porque existem essas percepções do futuro? É um aviso, uma advertência, que algo muito provável, mas não certo poderá acontecer.



É um aviso que as coisas ficarão pior se não houver uma mudança de rumo.



Para entendermos o mecanismo das previsões, temos que primeiramente entender que tudo o que já passamos e o que projetamos para o futuro está gravado na nossa mente. Como alicerce de todas as realizações nos planos físico e extrafísico, encontramos o pensamento por agente essencial.



Entretanto, ele é matéria – matéria mental – em que as leis de formação das cargas magnéticas ou dos sistemas atômicos prevalecem.



Essas forças, em constantes movimentos sincrônicos ou estados de agitação pelos impulsos da vontade, estabelecem para cada pessoa uma onda mental própria.



A matéria mental dos seres se graduam nos mais diversos tipos de onda, passando pelas oscilações curtas, médias e longas.



A indução mental significa o processo através do qual um corpo que detenha propriedades eletromagnéticas pode transmiti-las a outro corpo sem contato visível. No reino dos poderes mentais a indução exprime processo idêntico.



Emitindo uma idéia, passamos a refletir, idéia essa que logo se corporifica, com intensidade correspondente à nossa insistência em sustentá-la. É nessa projeção de forças que se nos movimenta o espírito no mundo das formas-pensamentos, construções substanciais na esfera da alma.



Nós, os encarnados na Terra, vivemos na 3ª dimensão e nosso cérebro físico está preparado para as informações desta dimensão.



Os espíritos desencarnados que vivem no lado espiritual da Terra, vivem na 4ª dimensão. Tanto os encarnados como os desencarnados têm cérebro perispiritual, que está preparado para as informações da 4ª dimensão. Nosso passado e nosso futuro estão no nosso cérebro perispiritual, portanto estão sob a forma de ondas que se encontram na 4ª dimensão.



Nossos pensamentos formam ondas eletromagnéticas. Sabemos que a matéria é energia condensada, portanto, nossos pensamentos são energias, que inclusive adquirem as formas-pensamento.



As formas mentais também são trabalhadas no cérebro perispiritual, portanto, se encontram em ondas de 4ª dimensão.



Entre nós existem pessoas com capacidade perceptiva de visualizar o que está em nosso cérebro perispiritual, ou seja, captam o passado que está armazenado em nosso inconsciente ou o futuro que está em nosso superconsciente (em forma de plano ou forma apenas de pensamento).



Toda pessoa encarnada que vive na 3ª dimensão e que por efeito de determinado dom percebe o que acontece na 4ª dimensão é denominado de médium, ou seja, é intérprete, intermediário entre essas dimensões.



Se hoje eu consultar um médium que tenha esse dom, e estiver tudo em paz com meus pensamentos, ele irá fazer um ótimo prognóstico de minhas projeções futuras, mas se amanhã, acontecer um sério aborrecimento em minha vida, que afete meu estado mental e novamente consultar o mesmo médium, com certeza o prognóstico de minhas projeções futuras será outro.



Na verdade, o futuro e as formas-pensamento formam uma espécie de mundo virtual, não real, porque não aconteceu ainda, e poderá nunca acontecer, porque pode ser mudado, como poderá ser confirmado. Nossas projeções de futuro são muito dinâmicas, podem mudar minuto a minuto.



Desse futuro virtual faz parte tudo o mentalizamos, nossos planos, metas, enfim tudo o que pensamos. Por isso se diz que quando se quer alguma coisa temos que pensar, mentalizar para que aquilo se materialize.



Um Espírito também pode captar das pessoas os dados mentais referentes ao passado e ao futuro e repassá-las para o médium nas diversas forma de mediunidade, tais como audiência, psicofônia, psicografia, etc.



Não existem definições antecipadamente dos destinos dos indivíduos, das sociedades, das nações. O que existe são planos para novas etapas de progresso, que são preliminarmente traçados, depois acompanhados e avaliados, e quando necessário, se fazem ajustes para que as metas evolutivas sejam atingidas. Cada indivíduo, cada cidade, cada nação, cada planeta tem espíritos protetores, que ajudam traçar os planos, fazem o acompanhamento, avaliam a evolução e, muitas vezes fazem as correções do rumo. Foi de uma destas avaliações siderais, que o Apostolo João participou.







As visões de João



João achava-se na ilha de Patmos, por causa da difusão da palavra de Deus e do testemunho de Jesus.



Certo dia, achava-se em espírito (projeção) e ouviu por detrás grande voz. Voltou-se para ver quem falava e viu...



Assim como nós podemos prever, da árvore que hoje nasce, o tempo da frutificação, a qualidade dos seus frutos, ou que, se continuar a poluição dos rios faltará água, igualmente os espíritos de grande elevação podem perceber uma parcela considerável do futuro e deduzir acontecimentos. Em cada espírito se assinala o "dom da previsão"; uns têm em pequena escala, outros têm maior capacidade, de acordo com a sua capacidade moral e intelectual.



Se as profecias que estavam previstas não aconteceram, é porque a humanidade entendeu as advertências e mudou de rumo. Se atentarmos bem, vamos ver o quanto aumentou a busca pela espiritualidade. Uma evidência disso é o aumento de freqüentadores nas casas espíritas. Nunca se falou tanto em amor, em ecologia etc. Isto fez com que se alterasse o futuro, confirmando que a cada dia nós construímos o futuro. Isto aplica-se ao futuro individual, de uma localidade, de uma nação e até de um planeta, como foi o caso da Terra. Se continuarmos assim, não haverá necessidade de mudanças bruscas.



A impreessão que se tem é que a Humanidade não está muito bem, mas isto acontece por causa da mídia, que veícula mais as coisas negativas que acontecem, mas tenhamos certeza, existe muito mais coisa boa acontecendo dos que as ruins.



Quando a pessoa tem certa maturidade, não se preocupando com as profecias, buscará trabalhar mais intensamente sua reforma íntima, para que se for necessário passar por momentos mais difíceis esteja preparada. Quando a pessoa não tem preparo, passa a duvidar de Deus e ter medo, e esse medo a leva ao desânimo.



Temos que fazer o que for preciso, não interessando como estejamos – encarnados ou desencarnados. O importante é estarmos do lado do bem. Como disse Jesus, "Amai-vos uns aos outros".







Este artigo foi publicado na Revista Cristã de Espiritismo, edição especial 08





A Umbanda e o Candomblé são Espiritismo?















Muitas pessoas, entre elas, materialistas, pessoas de outras religiões e principalmente os religiosos, ou seja os padres, bispos e pastores, que confundem que os praticantes da Umbanda e do Candomblé são espíritas e que tudo é Espiritismo. Estas pessoas chegam até a referenciar como Umbanda e Candomblé como sendo outra linha do Espiritismo e que os Espíritas Kardecistas seriam da linha branca ou de mesa branca. E que por lidar com os espíritos, estaríamos com os “demônios”.



Isto na verdade é causado pela ignorância do assunto que faz com que a pessoa fale desta forma na Sociedade. Elas pensam que é a mesma coisa porque outras religiões como a Umbanda e o Candomblé utilizam de práticas mediúnicas e que se falam com espíritos são por conseqüência espíritas. O que é um absurdo!



A mediunidade é inerente ao ser humano, todos nós somos mais ou menos médiuns. Mas os médiuns ostensivos, que são aqueles que possuem a mediunidade mais desenvolvida, podem existir em qualquer prática religiosa e até mesmo dentro das igrejas. Só que eles interpretam o "fenômeno" como sendo: se a pessoa fala do Bem e em linguas estranhas é a manifestação do "Espírito Santo", agora se recebe uma comunicação de um mau espírito, com o corpo todo torcido, eles dizem que é a manifestação do "demônio" ou do "diabo". Não creditam este fato ao da comunicação de espíritos de pessoas que já habitaram a Terra.



O termo Espiritismo, espírita e espiritista foi criado por Allan Kardec em abril de 1857 quando do lançamento do Livro dos Espíritos. Kardec criou estas palavras para diferenciar os conceito novos que a Doutrina dos Espíritos vinham trazer de outros conceitos de outras práticas religiosas até então. Tudo isso para que as pessoas pudessem discernir o Espiritismo de outras religiões.



O Candomblé e outras práticas de origem africana e indígena são praticas seculares, existiam muito antes da Codificação Espírita.



A Umbanda por sua vez surgiu após o Espiritismo, no ano de 1904 através de um médium chamado Zélio Moraes do Rio de Janeiro-RJ.



Tanto o Candomblé como a Umbanda possuem práticas exteriores e não praticam a mediunidade conforme os postulados kardequianos, e por isso não tem nada a ver com o Espiritismo.



O Espiritismo não adota o uso de velas, incensos, paramentos, imagens de santos e de espíritos, batuques, atabaques, tambores, roupas brancas ou roupas especiais, cigarros, cachimbos charutos, bebidas alcoólicas, pirâmides, cristais, ou qualquer outro acessório. Não utiliza de Tarot, baralhos, búzios para prever o futuro de ninguém, pois a Doutrina Espírita condena tais práticas. O Espiritismo também não realiza em suas práticas o sacrifícios de animais ou de pessoas e também não obriga a ninguém a desenvolver a mediunidade. A Doutrina Espírita não possue dogmas exteriores, nem rituais, se fundamenta no Evangelho de Jesus, na Reforma Moral do ser humano e na busca da perfeição espiritual. Veja, caro leitor que o verdadeiro Espiritismo se difere em muitas coisas das outras religiões que se dizem espíritas.



Como não existem Direitos Autorais e nenhum Órgão Gestor que regulamente o Espiritismo, é muito comum vermos um terreiro de Umbanda ou de Candomblé se chamarem "Centro Espírita Fulano de Tal", o que acaba confundindo o público em geral que pensam que tudo é Espiritismo. Alguns programas religiosos de TV nos depoimentos dos "convertidos em Jesus", alguns afirmam que tentaram de tudo para conseguir a felicidade, dizem que freqüentaram um Centro Espírita ou tiveram que lidar com os espíritos e desenvolver a mediunidade.



Da mesma forma, quando ocorre um sacrifício de animais, ou que um suposto “medium de curas” cobra consultas e cirurgias mediúnicas, as emissoras de TV citam em suas reportagens que as pessoas são espíritas e que estavam num centro espírita. Isso ajuda ainda mais a denegrir o nome da nossa Doutrina Espírita infelizmente.



É bem verdade que há centros espíritas que se dizem kardecistas, mas na prática de seus trabalhos fazem coisas completamente diferentes das recomendadas pelo Codificador, os dirigentes e trabalhadores espíritas misturam práticas da Umbanda, Candomblé, Catolicismo e Esoterismo dentro das Sociedades Espíritas. Isso ocorre por causa da falta de maturidade espiritual destes "espíritas" e do estudo regular das obras básicas.



Fatos como esse ajudam ainda mais a confundir o Espiritismo com outras práticas religiosas, que apesar disto tudo, a Umbanda e o Candomblé merecem o nosso respeito(assim como todas as outras religiões) e a nossa consideração do papel que exercem na Sociedade, mas estas duas religiões citadas não é Espiritismo, não são espíritas, são na verdade religiões espiritualistas.



O espiritualista é aquele que acredita na existência de algo além da matéria, ou seja todas s religiões são espiritualistas. Então todo espírita é espiriritualista, mas nem todo espiritualista é espírita.



Por causa desta confusão toda que as pessoas fazem em torno do Espiritismo, nós que somos espíritas verdadeiros, devemos afirmar que cada religião é uma totalmente diferente da outra, e a Umbanda e o Candomblé não são religiões espíritas e que não pertencem ao Espiritismo. E que para que as pessoas não nos confundam com outras práticas devemos dizer que somos Espíritas Kardecistas, que nos fundamentamos na Doutrina dos Espíritos codificado por Allan Kardec.



É pena que os orgãos que organizam o Espiritismo, como a FEB, e as Federações Estaduais e Municipais, que deveriam fazer uma campanha de esclarecimento para divulgar através dos meios de comunicação, de folhetos, nas casas espíritas, para que as pessoas conheçam as diferenças existentes entres as religiões, não para fazer o proselitismo, mas para esclarecer o público e que cada um fique na sua religião sem que haja mistura de práticas e de conceitos.




             





origem do Santo Daime




O movimento religioso do Santo Daime começou no interior da floresta amazônica, nas primeiras décadas do século XX, com o neto de escravos Raimundo Irineu Serra. Foi ele que recebeu a revelação de uma doutrina de cunho cristão, a partir da bebida Ayahuasca (vinho das almas), por nós denominada Santo Daime.



A bebida, de uso bastante difundido pelos povos indígenas da região, é obtida pela coccão de duas plantas, o cipó Jagube (banesteriopsis caapi) e a folha Rainha (psicotrya viridis) ambas nativas da floresta tropical. Ela tem propriedades enteógenas, isto é, produz uma expansão de consciência responsável pela experiência de contato com a divindade interior, presente no próprio homem.



Segundo o próprio Mestre Irineu, ele recebeu essa Doutrina através de uma aparição de Nossa Senhora da Conceição,em uma das primeiras vezes que tomou a bebida, na região de Basiléia, Acre. Os hinos do Mestre, que ele começou a receber a partir do começo da década de 30 trouxeram uma forte ênfase nos ensinos cristãos e uma nova leitura dos Evangelhos à luz do Santo Daime, para afirmar, nos tempos de hoje, os mesmos princípios de Amor, Caridade e Fraternidade humana.



Fundador



Mestre Raimundo Irineu Serra nasceu em São Vicente Ferret, no Estado do Maranhão em 1892. No final da primeira década do século, embarcou para o então Território do Acre, onde se estabeleceu próximo à cidade de Basiléia, na fronteira do Peru. Foi alí, no coração das florestas da América do Sul, que o Mestre Raimundo Irineu Serra cristianizou as tradições caboclas e xamânicas da bebida sacramental ayahuasca, conhecida desde antes dos incas e rebatizou-a com o nome de Daime, significando, com isso, a invocação espiritual que deveria ser feito pelo fiel, ao comungar com a bebida: Dai-me amor, Dai-me Luz, etc.



Depois, foi para a cidade de Rio Branco, onde começou a trabalhar com um pequeno círculo de discípulos. Instalou definitivamente sua família e um grupo de seguidores na localidade denominada Alto Santo, onde trabalhou até fazer sua passagem em 6 de julho de 1971.



Evangelho Nascido na Floresta



A revelação do Santo Daime, na forma das visões que deram origem as músicas e as palavras dos hinos dos mestres que ainda hoje são cantados durante os trabalhos da doutrina, se constituem para os participantes numa nova revelação, o Terceiro Testamento, uma leitura do cristianismo à luz da ahyauasca. Este movimento típico de um novo início de era, foi capaz de motivar um povo a seguir um homem humilde e analfabeto, de grandes barbas brancas e muita sabedoria, chamado Sebastião Mota de Melo, que reuniu esse povo na floresta numa comunidade intencional e solidária, com a finalidade de viver uma vida mais espiritualizada e em harmonia com a Natureza.



Feitio do Santo Daime



O feitio da bebida é uma cerimônia carregada de grande simbolismo espiritual. É a produção de um sacramento. O feitio corresponde inteiramente ao papel de principal ritual de iniciação, onde os conhecimentos são ministrados e recebidos segundo a entrega de cada um.



Cada uma dessas etapas exige uma dedicação, atenção e força de vontade bastante acentuada, por se tratar simultâneamente de um intenso trabalho físico,mental e espiritual, onde a bebida sacramental é usada durante todo o tempo.











Durante o feitio, as mulheres cuidam das folhas, enquanto os homens preparam o cipó. Do ponto de vista espiritual, o resultado do feitio, a bebida sacramental Daime, é considerada um sacramento ,um veículo para a manifestação do Ser Divino responsável pela sua luz e efeito espiritual. Já do ponto de vista material, ela é um produto florestal, um chá enteogênico sacramental de propiedades psico-ativas, produzida, evasada e distribuida sob responsabilidade da Igreja.







Leia uma descrição do clima que cerca um feitio:



As panelas estão sendo enchidas. Estamos concentradas nelas com as nossas melhores vibrações. Trabalhamos árduamente e o fruto do nosso esforço impregna o líquido, da mesma forma que somos impregnados por ele, pelas vibrações do ser espiritual que habita nos cipós da selva amazônica.



No salão da fornalha ficam apenas os responsáveis pelo cozimento e apuração do Daime. É uma fase de atenção e concentração total. Empunhando grandes tridentes de madeira, eles vigiam a fervura, instruem o foguista e executam divesas manobras com o bagaço fervente, impedindo que o líquido derrame, queime ou ultrapasse o ponto em que deve ser retirado da panela.



As panelas vão e voltam numa coreografia sincrônica. Os gestos são precisos. As palavras poucas. A atenção é total, para que não haja nenhum engano. Através da busca da perfeição no processo material do feitio,todos se habilitam a penetrar na perfeição espiritual do feitio. A combinação entre esses dois aspectos é que confre ao feitio o caráter de iniciação aos mistérios da sagrada alquimia interior.



Essa é a mesma bebida que já é feita há muitos mlhares de anos pelos nossos ancestrais que habitaram essas florestas.

As chamas bruxuleiam na fornalha. O responsável pela apuração do líquido sagrado examina com o seu gambito o nível das panelas. Apalpa-a demorada e suavemente, sente a pressão nas suas entranhas, cheira demoradamente a fumaça.Todos estão concentrados em torno daquela fumaça, num clima de mistério e de magia.





Finalmente depois de alguns instantes que parecem uma eternidade, o apurador bate com seu gambito tres vezes na borda da panela, querendo dizer com isso que está fazendo a chamada do sol, da lua e das estrelas, forças maiores que estão influindo no ponto do Daime que está vindo à luz.



Dois homens atravessam silenciosamente o salão, cada um por um lado da fornalha.Passam uma corda em cada alça da panela e a suspendem. A labareda de fogo pula. A panela é levada ao cocho e escorrida ao som dos hinos. É impossível pensar que esse líquido é uma droga e não um sacramento divino.



Hinos do Santo Daime



Uma das primeiras coisas que chama a atenção é o fato da Doutrina do Santo Daime ser absolutamente musical. A tal ponto que poderíamos dizer que a música é parte integrante dela, do cerne dos seus ensinamentos.



A música assume um caráter pedagógico mas sua função não se resume em sustentar um corpo doutrinário discursivo e sim, através do poder de sua própria vibração, abrir nosso espírito para esse sentimento inefável de bem-aventurança que só ocorre quando a consciência se funde à existência.



Os hinos ocupam um lugar de destaque na Doutrina do Santo Daime, ao lado da bebida sacramental. É através dos hinos que todos recebem a orientação necessária para navegar na força do Daime durante a sessão. Por uma estranha sincronicidade, eles parecem, à luz do Daime, corresponderem as nossas mínimas necessidades durante a viagem astral da miração.



Os hinos são recebidos durante o efeito da bebida sacramental. Eles chegam através dos aparelhos receptores, que podem ser qualquer um.Normalmente expressam uma vivência e aprendizado espiritual do trabalho ou traduzem e explicam visões carregadas de significado.



Os hinos podem ser portanto: lições preciosas para aqueles que os recebem; testemunhos de graças e curas recebidas; chamadas das entidades protetoras e guias espirituais e instruções para serem consideradas por toda a irmandade.



A Miração

O momento culminante de nosso trabalho é quando dentro da força do nosso sacramento, recebemos as visões, as quais denominamos mirações.Na miração não somos meros expectadores da nossa visão. Ao invés disso somos protagonistas de uma ação ue se passa num mundo real e ao mesmo tempo numinoso.Nesse estado é que somos convidados a apresentar nosso conhecimentoe aprender um pouquinho mais. O que decidimos e vivemos nesse plano, parece ter uma forte influência naquilo que consideramos ser nosso estado usual de consciência e de realidade.



Durante esse tempo sagrado da miração estão abertas as portas para muitas direções espirituais. O canal com o nosso Eu Superior se torna mais nítido. Podemos dialogar com ele e também receber muitas instruções úteis sobre aspectos práticos da nossa vida. Tudo que pensamos nessa sintonia com a miração está longe de ser um mero devaneio. O pensamento se torna uma vibração que modela, conserta, cura e cria.



A miração é um sonho divino, um sonho plasmador de vida. Padrinho Sebastião Mota dizia que primeiro tudo se resolve na miração para depois ser transposto e realizado em matéria.





                                           o fim do mundo na visão espirita



Este é um artigo sobre Fim do Mundo na Concepção Espírita: Separando o Joio do Trigo, após sua leitura conheça a nossa alguns produtos relacionados.





O fim do mundo ─ fim desta Civilização ─ segundo a doutrina espírita é uma concepção que também se apóia na idéia de uma catástrofe que será provocada pelo surgimento de um planeta apocalíptico e, também neste caso, um astro de enormes dimensões, muito maior que a Terra. A diferença entre o pensamento espírita e os outros, que se pretendem fundamentados em dados exclusivamente astrofísicos é que os espíritas atribuem a fatalidade a um plano divino, uma determinação cármica. Uma obra clássica da literatura espírita, Os Exilados da Capela, descreve a situação:



Periodicamente, a humanidade atinge um momento de depuração, que é sempre precedido de um expurgo planetário... Estamos, agora [desde 1950], vivendo novamente um período desses e, nos planos espirituais superiores, já se instala o divino tribunal; seu trabalho consiste na separação dos bons e dos maus, dos compatíveis e dos incompatíveis com as novas condições de vida que devem reinar na Terra futuramente. ...



O expurgo que se aproxima será feito em grande parte com auxílio de um astro 3.200 vezes maior que a Terra [incluindo nessa dimensão sua aura etéreo-astral], que para aqui se movimenta, rapidamente, há alguns séculos, e sua influência já começou a se exercer sobre a Terra...



Como sua órbita é oblíqua em relação ao eixo da Terra, quando se aproximar mais, pela força magnética de sua capacidade de atração de massas, promoverá a verticalização do eixo com todas as terríveis conseqüências que este fenômeno produzirá. ...Sugará da aura terrestre todas as almas que se afinem com ele no mesmo teor vibratório de baixa tensão; ninguém resistirá à força tremenda de sua vitalidade magnética; da Crosta, do Umbral e das Trevas nenhum espírito se salvará dessa tremenda atração e será arrastado para o bojo incomensurável do passageiro descomunal.



Com a verticalização do eixo da Terra, profundas mudanças ocorrerão: maremotos, terremotos, afundamento de terras, elevação de outras, erupções vulcânicas, degelos e inundações... profundas alterações atmosféricas e climáticas, fogo e cinzas, terror e morte por toda parte. ...A população do orbe tenderá a diminuir com os cataclismos da Natureza... No momento final do expurgo somente uma terça parte da humanidade se encontrará ainda encarnada; bilhões de almas aflitas e trementes sofrerão nos Espaços a atração mortífera do terrível gigante cósmico





O grande desastre será, portanto, conseqüência das iniqüidades praticadas pela Humanidade e o planeta em questão será uma espécie de agente purificador da aura terrena pois, em sua passagem, provocando a morte ou o desencarne de 2/3 da população mundial estará, na verdade, retirando da face da terra todos os Espíritos que não evoluíram o suficiente para continuar habitando a Terra que, neste momento histórico encontra-se em um estágio de transição. Este globo, que até então tem sido um Vale de Lágrimas, um planeta de expiação, de resgate de carmas pesados, está em vias de se transformar em um planeta de regeneração, etapa que precede ao estágio futuro e definitivo de um planeta onde deverá imperar a felicidade.


                                           curiosidades
Curiosidades


















«Revista de Espiritismo» nr. 39, Abril-Maio-Junho 1998



Talvez não saiba...

Que todas as escolas tradicionais antigas ensinaram a lei da reencarnação, ocorrendo o mesmo com a maior parte das religiões pré-cristãs!

Que este ensinamento não desaparece até ao século VI, no ano de 553, quando se reuniu o Concílio de Constantinopla, ao qual não assistiu mais que uma minoria de padres da Igreja e que, debaixo das ameaças do imperador Justiniano, da Antiga Roma, pouco favorável a Orígenes, ali se deliberou negar e jamais aceitar a reencarnação!

Que o Estado português ainda não devolveu à Federação Espírita Portuguesa os bens confiscados à mesma pelo regime do ditador Salazar, avaliados actualmente em alguns milhões de contos!

Que o II Congresso Espírita Mundial, que decorrerá em Lisboa, de 30 de Setembro a 3 de Outubro de 1998, na FIL, será o último deste milénio e está quase esgotado?

E quanto aos princípios básicos do espiritismo? Já agora, eles são os seguintes:

Existência de Deus

Imortalidade da alma

Comunicabilidade dos espíritos

Pluralidade das existências (reencarnação)

Lei de causa e efeito

Pluralidade dos mundos habitados!

Falar e escrever bem...

Não diga «desencarne», «reencarne», mas sim «desencarnação», «reencarnação»

Não diga «o meu espírito vai para...», mas sim «eu vou para...».

Não diga «Há anos atrás», mas sim «Há anos» ou «Há alguns anos»

Não diga nem escreva «termostato», mas sim «termóstato»

Não escreva «Raúl», «Paúl», mas sim «Raul», «Paul»

Não escreva «benvindo» — isso é nome! — ou «bem vindo», mas sim «bem-vindo»

Bons pensamentos...

O tema foi A Dor, no 8.º Congresso Mundial, em Vancouver (Canadá). O médico Peter Staats, da Universidade de Baltimore, apresentou uma exposição em que demonstrou a boa influência dos pensamentos positivos. Segundo ele, 64 pessoas mantiveram os antebraços imersos em água gelada. Metade concentrou-se em coisas tristes e a outra metade em memórias felizes. Estes últimos suportaram melhor o frio do que os outros.







Allan Kardec






Allan Kardec, codificador e sistematizador da Doutrina Espírita

Nome completo Hippolyte Léon Denizard Rivail

Nascimento 3 de Outubro de 1804

Lyon, Ródano-Alpes

França

Morte 31 de Março de 1869 (64 anos)

Paris, Ile-de-France

França

Ocupação Pedagogo, professor

Conhecido(a) por codificar e sistematizar a Doutrina Espírita

Assinatura

Hippolyte Léon Denizard Rivail (Lyon, 3 de outubro de 1804 — Paris, 31 de março de 1869) teve formação acadêmica em matemática e pedagogia, interessando-se mais tarde pela física, principalmente o magnetismo. Como escritor, dedicou-se a tradução e a elaboração de obras de cunho educacional. Sob o pseudônimo de Allan Kardec[1], notabilizou-se como o codificador[2] do Espiritismo, também denominado de Doutrina Espírita.



Índice

1 Resumo

2 Biografia

2.1 A juventude e a atividade pedagógica

2.2 Das mesas girantes à Codificação

2.3 Os últimos anos

3 Obras

3.1 Obras didáticas

3.2 Obras espíritas

4 Citações

5 Notas e referências

6 Bibliografia

7 Ver também

8 Ligações externas

8.1 Livros em domínio público



O pseudônimo "Allan Kardec", segundo biografias, foi adotado pelo Prof. Rivail a fim de diferenciar a Codificação Espírita dos seus trabalhos pedagógicos anteriores. Segundo algumas fontes, o pseudônimo foi escolhido pois um espírito revelou-lhe que haviam vivido juntos entre os druidas, na Gália, e que então o Codificador se chamava "Allan Kardec".[3]



No 4º Congresso Mundial em Paris (2004), o médium brasileiro Divaldo Pereira Franco psicografou uma mensagem atribuída ao espírito de León Denis em francês (invertida) declarando que Allan Kardec fora a reencarnação de Jan Hus, um reformador religioso do século XV. Esta informação já foi dada em diversas fontes diferentes[4][5][6][7], o que está de acordo com o Controle Universal do Ensino dos Espíritos, que Kardec definiu da seguinte forma: "uma só garantia séria existe para o ensino dos Espíritos - a concordância que haja entre as revelações que eles façam espontaneamente, servindo-se de grande número de médiuns estranhos uns aos outros e em vários lugares."[8]



Biografia

A juventude e a atividade pedagógica



Allan Kardec e sua esposa Amélie Gabrielle Boudet.Nascido numa antiga família de orientação católica com tradição na magistratura e na advocacia, desde cedo manifestou propensão para o estudo das ciências e da filosofia.



Fez os seus estudos na Escola de Pestalozzi, no Castelo de Zahringenem, em Yverdon-les-Bains, na Suíça (país protestante), tornando-se um dos seus mais distintos discípulos e ativo propagador de seu método, que tão grande influência teve na reforma do ensino na França e na Alemanha. Aos quatorze anos de idade já ensinava aos seus colegas menos adiantados.



Concluídos os seus estudos, o jovem Rivail retornou ao seu país natal. Profundo conhecedor da língua alemã, traduzia para este idioma diferentes obras de educação e de moral, com destaque para as obras de François Fénelon, pelas quais manifestava particular atração.



Era membro de diversas sociedades, entre as quais da Academia Real de Arras, que, em concurso promovido em 1831, premiou-lhe uma memória com o tema "Qual o sistema de estudos mais de harmonia com as necessidades da época?".[9]



A 6 de fevereiro de 1832 desposou Amélie Gabrielle Boudet.



Como pedagogo, o jovem Rivail dedicou-se à luta para uma maior democratização do ensino público. Entre 1835 e 1840, manteve em sua residência, à rua de Sèvres, cursos gratuitos de Química, Física, Anatomia[10] comparada, Astronomia e outros. Nesse período, preocupado com a didática, criou um engenhoso método de ensinar a contar e um quadro mnemônico da História de França, visando facilitar ao estudante memorizar as datas dos acontecimentos de maior expressão e as descobertas de cada reinado do país.



Publicou diversas obras sobre educação.



[editar] Das mesas girantes à Codificação



Kardec em 1865.Conforme o seu próprio depoimento, publicado em Obras Póstumas, foi em 1854 que o Prof. Rivail ouviu falar pela primeira vez do fenômeno das "mesas girantes", bastante difundido à época, através do seu amigo Fortier, um magnetizador de longa data. Sem dar muita atenção ao relato naquele momento, atribuindo-o somente ao chamado magnetismo animal de que era estudioso, só em maio de 1855 sua curiosidade se voltou efetivamente para as mesas, quando começou a freqüentar reuniões em que tais fenômenos se produziam.



Convencendo-se de que o movimento e as respostas complexas das mesas deviam-se à intervenção de espíritos, Rivail dedicou-se à estruturação de uma proposta de compreensão da realidade baseada na necessidade de integração entre os conhecimentos científico, filosófico e moral, com o objetivo de lançar sobre o real um olhar que não negligenciasse nem o imperativo da investigação empírica na construção do conhecimento, nem a dimensão espiritual e interior do Homem. Adotou, nessa tarefa, o pseudônimo que o tornaria conhecido: Allan Kardec.



Tendo iniciado a publicação das obras da Codificação em 18 de abril de 1857, quando veio à luz O Livro dos Espíritos, considerado como o marco de fundação do Espiritismo, após o lançamento da Revista Espírita (1 de janeiro de 1858), fundou, nesse mesmo ano, a primeira sociedade espírita regularmente constituída, com o nome de Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.



[editar] Os últimos anos



Túmulo de Allan Kardec em Paris.Kardec passou os anos finais da sua vida dedicado à divulgação do Espiritismo entre os diversos simpatizantes, e defendê-lo dos opositores. Faleceu em Paris, a 31 de março de 1869, aos 64 anos (65 anos incompletos) de idade[11], em decorrência da ruptura de um aneurisma, quando trabalhava numa obra sobre as relações entre o Magnetismo e o Espiritismo, ao mesmo tempo em que se preparava para uma mudança de local de trabalho. Está sepultado no Cemitério do Père-Lachaise, uma célebre necrópole da capital francesa. Junto ao túmulo, erguido como os dólmens druídicos, Acima de sua tumba, seu lema: "Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sem cessar, tal é a lei", em francês.



Em seu sepultamento, o astrônomo francês e amigo pessoal de Kardec, Camille Flammarion, proferiu o seguinte discurso, ressaltando a sua admiração por aquele que ali baixava ao túmulo:[12]



“ Voltaste a esse mundo donde viemos e colhes o fruto de teus estudos terrestres. Aos nossos pés dorme o teu envoltório, extinguiu-se o teu cérebro, fecharam-se-te os olhos para não mais se abrirem, não mais ouvida será a tua palavra... Sabemos que todos havemos de mergulhar nesse mesmo último sono, de volver a essa mesma inércia, a esse mesmo pó. Mas, não é nesse envoltório que pomos a nossa glória e a nossa esperança. Tomba o corpo, a alma permanece e retorna ao Espaço. Encontrar-nos-emos num mundo melhor e no céu imenso onde usaremos das nossas mais preciosas faculdades, onde continuaremos os estudos para cujo desenvolvimento a Terra é teatro por demais acanhado. (...) Até à vista, meu caro Allan Kardec, até à vista!



—Camille Flammarion

Sobre Kardec, Gabriel Delanne escreveu;




“ Substituindo a fé cega numa vida futura, pela inquebrantável certeza, resultante de constatações científicas, tal é o inestimável serviço prestado por Allan Kardec à humanidade.



—Gabriel Delanne





Obras

Obras didáticas



Contracapa da versão de 1860 d'O Livro dos Espíritos, a principal obra publicada por Kardec.O professor Rivail escreveu diversos livros pedagógicos, dentre os quais destacam-se:



1824 - Curso prático e teórico de Aritmética, segundo o método de Pestalozzi, para uso dos professores e mães de família

1828 - Plano proposto para melhoramento da Instrução Pública

1831 - Gramática Francesa Clássica

1846 - Manual dos exames para os títulos de capacidade

1846 - Soluções racionais das questões e problemas da Aritmética e da Geometria

1848 - Catecismo gramatical da língua francesa

1849 - Ditados normais dos exames da Municipalidade e da Sorbona

1849 - Ditados especiais sobre as dificuldades ortográficas

[editar] Obras espíritas

As cinco obras fundamentais que versam sobre o Espiritismo, sob o pseudônimo Allan Kardec, são:



O Livro dos Espíritos, Princípios da Doutrina Espírita, publicado em 18 de abril de 1857;

O Livro dos Médiuns ou Guia dos Médiuns e dos Evocadores, em janeiro de 1861;

O Evangelho segundo o Espiritismo, em abril de 1864;

O Céu e o Inferno ou A Justiça Divina Segundo o Espiritismo, em agosto de 1865;

A Gênese, os Milagres e as Predições segundo o Espiritismo, em janeiro de 1868.

Além delas, como Kardec, publicou mais cinco obras complementares:



Revista Espírita (periódico de estudos psicológicos), publicada mensalmente de 1 de janeiro de 1858 a 1869;

O que é o Espiritismo (resumo sob a forma de perguntas e respostas), em 1859;

Instrução prática sobre as manifestações espíritas (substituída pelo Livro dos Médiuns; publicada no Brasil pela editora O Pensamento)

O Espiritismo em sua expressão mais simples, em 1862;

Viagem Espírita de 1862 (publicada no Brasil pela editora O Clarim).

Após o seu falecimento, viria à luz:



Obras Póstumas, em 1890.

Outras obras menos conhecidas foram também publicadas no Brasil:



O principiante espírita (pela editora O Pensamento)

A Obsessão (pela editora O Clarim)

[editar] Citações

"A Doutrina Espírita transforma completamente a perspectiva do futuro. A vida futura deixa de ser uma hipótese para ser realidade. O estado das almas depois da morte não é mais um sistema, porém o resultado da observação. Ergueu-se o véu; o mundo espiritual aparece-nos na plenitude de sua realidade prática; não foram os homens que o descobriram pelo esforço de uma concepção engenhosa, são os próprios habitantes desse mundo que nos vêm descrever a sua situação."[14]



Allan Kardec."Como meio de elaboração, o Espiritismo procede exatamente da mesma forma que as ciências positivas, aplicando o método experimental. Fatos novos se apresentam, que não podem ser explicados pelas leis conhecidas; ele os observa, compara, analisa e, remontando dos efeitos às causas, chega à lei que os rege; depois, deduz-lhes as conseqüências e busca as aplicações úteis. Não estabeleceu nenhuma teoria preconcebida; assim, não apresentou como hipóteses a existência e a intervenção dos Espíritos, nem o perispírito, nem a reencarnação, nem qualquer dos princípios da doutrina; concluiu pela existência dos Espíritos, quando essa existência ressaltou evidente da observação dos fatos, procedendo de igual maneira quanto aos outros princípios. Não foram os fatos que vieram a posteriori confirmar a teoria: a teoria é que veio subseqüentemente explicar e resumir os fatos. É, pois, rigorosamente exato dizer-se que o Espiritismo é uma ciência de observação e não produto da imaginação. As ciências só fizeram progressos importantes depois que seus estudos se basearam sobre o método experimental; até então, acreditou-se que esse método também só era aplicável à matéria, ao passo que o é também às coisas metafísicas."[15]

"(...)o Espiritismo, restituindo ao Espírito o seu verdadeiro papel na criação, constatando a superioridade da inteligência sobre a matéria, apaga naturalmente todas as distinções estabelecidas entre os homens segundo as vantagens corpóreas e mundanas, sobre as quais o orgulho fundou castas e os estúpidos preconceitos de cor. O Espiritismo, alargando o círculo da família pela pluralidade das existências, estabelece entre os homens uma fraternidade mais racional do que aquela que não tem por base senão os frágeis laços da matéria, porque esses laços são perecíveis, ao passo que os do Espírito são eternos. Esses laços, uma vez bem compreendidos, influirão pela força das coisas, sobre as relações sociais, e mais tarde sobre a Legislação social, que tomará por base as leis imutáveis do amor e da caridade; então ver-se-á desaparecerem essa anomalias que chocam os homens de bom senso, como as leis da Idade Média chocam os homens de hoje..."[16]

Notas e referências

↑ PENSE - Allan Kardec

↑ Diz-se codificador pois o seu trabalho foi o de reunir, compilar e sistematizar textos recebidos por diversos médiuns naquela época.

↑ Esboço biográfico e curiosidades

↑ Mensagem através da psicografia da médium Ermance Dufaux (uma das médiuns de Kardec) em 1857. Esta mensagem foi encontrada na livraria Leymarie, na França, por Canuto de Abreu. Esta informação consta no livro A missão de Allan Kardec, de Carlos Imbassahy.

↑ Holocausto Pela Verdade, palestra de Divaldo Pereira Franco (em DVD).

↑ Os Luminares Tchecos", obra da médium Wera Krijanowskaia, pelo espírito de J.W. Rochester.

↑ João Huss na História do Espiritismo, artigo de Wallace Leal V. Rodrigues, publicado no Anuário Espírita de 1973 (órgão do Instituto de Difusão Espírita (IDE), Ano X, N º 10, Araras, SP, pág. 75 –85).

↑ Allan Kardec. Revista Espírita - Abril de 1864 e em O Evangelho segundo o Espiritismo, introdução, item II.

↑ Textos - Allan Kardec

↑ Algumas fontes não confirmadas dizem que Allan Kardec teria sido médico. Pesquisas posteriores, no entanto demonstraram que ele foi professor de Anatomia. Retirado do rodapé desta página da FEB: [1]

↑ Dados pessoais

↑ KARDEC, Allan. Obras Póstumas (14a. ed.). Rio de Janeiro: FEB, 1975. p. 30

↑ Carta de Delanne publicada na Revista Espírita em 1907. Disponível em Autores Espíritas Clássicos. Gabriel Delanne - sua vida, seu apostolado e sua obra (.doc). Paul Bodier e Henri Regnault. Página visitada em 03/04/2010. Ver em HTML.

↑ O Céu e o Inferno, Primeira Parte, cap. 2

↑ A Gênese, Capítulo I, item 14

↑ Revista Espírita 1861, pág. 297-298

[editar] Bibliografia

ABREU FILHO, Júlio. Biografia de Allan Kardec. in: O Principiante Espírita. São Paulo: O Pensamento, 1956. p. 7-30.

CARNEIRO, Victor Ribas. ABC do Espiritismo (5a. ed.). Curitiba (PR): Federação Espírita do Paraná, 1996. 223p. ISBN 85-7365-001-X p. 47-51.

INCONTRI, Dora. Para Entender Allan Kardec. São Paulo: Lachâtre, 2004.

INCONTRI, Dora. Pedagogia Espírita, um Projeto Brasileiro e suas Raízes. Bragança Paulista (SP): Comenius, 2004.

JORGE, José. Allan Kardec no pensamento de Léon Denis. Rio de Janeiro: Centro Espírita Léon Denis/Departamento Editorial, 1978. 48p.

s.a.. Revista Espírita, maio de 1869. in: KARDEC, Allan. Obras Póstumas (14a. ed.). Rio de Janeiro: FEB, 1975.

SAUSSE, Henri. Biografia de Allan Kardec. in: O que é o espiritismo (38a. ed.). Rio de Janeiro: FEB, 1997. ISBN 8573281138 p. 9-48

WANTUIL, Zêus, THIESEN, Francisco . Allan Kardec – o Educador e o Codificador. Rio de Janeiro: FEB, 2004

 
 
 
 
Chico Xavier








Chico Xavier na década de 70

Nome completo Francisco de Paula Cândido[1] (nascimento)

Nascimento 2 de Abril de 1910

Pedro Leopoldo, MG

Brasil

Morte 30 de Junho de 2002 (92 anos)

Uberaba, MG

Brasil

Nacionalidade Brasileiro

Ocupação Médium, um dos expoentes do espiritismo no Brasil

Francisco Cândido Xavier (Pedro Leopoldo, 2 de abril de 1910 — Uberaba, 30 de junho de 2002), nascido como Francisco de Paula Cândido Xavier[1] e mais conhecido popularmente por Chico Xavier, notabilizou-se como médium [2][3] e célebre divulgador do Espiritismo no Brasil.[4]



Vida

Nascido de uma família pobre em Pedro Leopoldo, região metropolitana de Belo Horizonte, era filho de Maria João de Deus e João Cândido Xavier. Educado na fé católica, Chico teve seu primeiro contato com a Doutrina Espírita em 1927,[4] após fenômeno obsessivo verificado com uma de suas irmãs. Passa então a estudar e a desenvolver sua mediunidade que, como relata em nota no livro Parnaso de Além-Túmulo, somente ganhou maior clareza em finais de 1931. O seu nome de batismo Francisco de Paula Cândido[1] foi dado em homenagem ao santo do dia de seu nascimento, substituído pelo nome paterno de Francisco Cândido Xavier logo que rompeu com o catolicismo e escreveu seus primeiros livros e mudado oficialmente em abril de 1966,[5] quando da segunda viagem de Chico aos Estados Unidos. O mais conhecido dos espíritas brasileiros contribuiu para expandir o movimento espírita brasileiro e encorajar os espíritas a revelarem sua adesão à doutrina sistematizada por Allan Kardec. Sua credibilidade serviu de incentivo para que médiuns espíritas e não-espíritas realizassem trabalhos espirituais abertos ao público. Chico é lembrado principalmente por suas obras assistenciais em Uberaba, cidade onde faleceu. Nos anos 1970 passou a ajudar pessoas pobres com o dinheiro da vendagem de seus livros, tendo para tanto criado uma fundação.



Infância



Selo comemorativo do centenário de Chico Xavier, lançado pelos correios.Segundo biógrafos, a mediunidade de Chico teria se manifestado pela primeira vez aos quatro anos de idade,[6] quando ele respondeu ao pai sobre ciências, durante conversa com uma senhora sobre gravidez. Ele dizia ver e ouvir os espíritos e conversava com eles. Aos 5 anos conversava com a mãe, já desencarnada.[6] Na casa de sua madrinha, foi muito maltratado, chegando a levar garfadas na barriga. Aos sete anos de idade, saiu da casa da mesma para voltar a morar com o pai, já casado outra vez. Ele, para ajudar nas despesas da casa trabalhava e estudava em escola pública. Por conseqüência, dormia apenas sete horas por dia.



Juventude

No ano de 1924, termina o curso primário e não voltou a estudar, começando a trabalhar como auxiliar de cozinha em um restaurante no ano de 1925. No mês de maio de 1927, participou de uma sessão espírita onde vê o espírito de sua mãe, que lhe aconselha ler as obras de Allan Kardec, em junho ajudou a fundar o Centro Espírita Luiz Gonzaga, e em julho inicia os trabalhos de psicografia escrevendo 17 páginas. Em 1928, aos 18 anos, começou a publicar suas primeiras mensagens psicografadas nos jornais O Jornal, do Rio de Janeiro, e Almanaque de Notícias, de Portugal [7].



Divulgação no exterior



Chico Xavier em 1968.Em 22 de maio de 1965[8] Chico Xavier e Waldo Vieira viajaram para Washington, Estados Unidos, a fim de divulgar o espiritismo no exterior. Com a ajuda de Salim Salomão Haddad, presidente do centro Christian Spirit Center, e sua mulher Phillis estudaram inglês e lançaram o livro Ideal Espírita, com o nome de The World of The Spirits.



[editar] Falecimento

Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.



— Chico Xavier

Chico Xavier faleceu aos 92 anos de idade em decorrência de parada cardíaca.[9] Conforme relatos de amigos e parentes próximos, Chico teria pedido a Deus para morrer em um dia em que os brasileiros estariam muito felizes, e que o país estaria em festa, por isso ninguém ficaria triste com seu passamento. O país festejava a conquista da Copa do Mundo de futebol de 2002 no dia de seu falecimento. Chico foi eleito o mineiro do século XX, seguido por Santos Dumont e Juscelino Kubitschek. Recentemente, iniciou-se a construção de um centro em sua homenagem.[10] Antes de sua morte, ele havia deixado uma espécie de código com pessoas de sua confiança para que pudessem ratificar sua presença quando houvesse um contato. Já nos aproximamos do décimo ano de sua morte e nenhum contato foi confirmado até o momento.



[editar] Psicografias



Alegoria que representa, segundo a ótica espírita, o médium Chico Xavier psicografando uma mensagem do Espírito de Emmanuel, (por André Koehnne).Chico Xavier psicografou 451 livros, sendo 39 publicados após a morte.[11] Nunca admitiu ser o autor de nenhuma dessas obras. Reproduzia apenas o que os espíritos lhe ditavam.[4] Por esse motivo, não aceitava o dinheiro arrecadado com a venda de seus livros.[12] Vendeu mais de 50 milhões de exemplares em português, com traduções em inglês, espanhol, japonês, esperanto, italiano, russo, romeno, mandarim, sueco e braile. Psicografou cerca de 10 mil cartas de mortos para suas famílias.[13] Cedeu os direitos autorais para organizações espíritas e instituições de caridade, desde o primeiro livro.[6][14]



Suas obras são publicadas pelo Centro Espírita União, Casa Editora O Clarim, Edicel, Federação Espírita Brasileira, Federação Espírita do Estado de São Paulo, Federação Espírita do Rio Grande do Sul, Fundação Marieta Gaio, Grupo Espírita Emmanuel s/c Editora, Comunhão Espírita Cristã, Instituto de Difusão Espírita, Instituto de Divulgação Espírita André Luiz, Livraria Allan Kardec Editora, Editora Pensamento e União Espírita Mineira.



Mesmo não tendo ensino completo ele escrevia em torno de 6 livros por ano entre eles livros de romances, contos, filosofia, ensaios, apólogos, crônicas, poesias... É o escritor mais lido da América Latina. (nota: ano de 2010).



Seu primeiro livro, Parnaso de Além-Túmulo, com 256 poemas atribuídos a poetas mortos, entre eles os portugueses João de Deus, Antero de Quental e Guerra Junqueiro, e os brasileiros Olavo Bilac, Cruz e Sousa e Augusto dos Anjos, foi publicado pela primeira vez em 1932.[4] O livro gerou muita polêmica nos círculos literários da época. O de maior tiragem foi Nosso Lar, publicada no ano de 1944, atualmente com mais de 2 milhões cópias vendidas [15], atribuído ao espírito André Luiz, sendo o primeiro volume da coleção de 17 obras, todas psicografadas por Chico Xavier, algumas delas em parceria com o médico mineiro Waldo Vieira.



Os céticos diziam que ele seria desmascarado e que iria cair. Chico, no entanto, dizia que não iria cair, pois nunca havia se levantado.



Uma de suas psicografias mais famosas, e que teve repercussão mundial, foi a do caso de Goiânia em que José Divino Nunes, acusado de matar o melhor amigo, Maurício Henriques, foi inocentado pelo juiz que aceitou como prova válida (entre outras que também foram apresentadas pela defesa) um depoimento da própria vítima, já falecida, através de texto psicografado por Chico Xavier. O caso aconteceu em outubro de 1979, na cidade de Goiânia, Goiás. Assim, o presumido espírito de "Maurício" teria inocentado o amigo dizendo que tudo não teria passado de um acidente.[16]



[editar] Filme Biográfico

Em 2 de abril de 2010, data em que Chico Xavier completaria 100 anos, estreou Chico Xavier - O Filme[17], baseado na biografia "As Vidas de Chico Xavier", do jornalista Marcel Souto Maior. Dirigido e produzido pelo cineasta Daniel Filho, Chico Xavier é retratado pelos atores Matheus Costa, Ângelo Antônio e Nelson Xavier, respectivamente, em três fases de sua vida: de 1918 a 1922, 1931 a 1959 e 1969 a 1975.



[editar] Principais obras psicografadas

Ver página anexa: Lista de livros psicografados por Chico Xavier

Ano Obra Autor espiritual Editora Notas

1932 Parnaso de Além-Túmulo Vários autores FEB [18]

1937 Crônicas de Além-Túmulo Humberto de Campos FEB [19]

1938 Emmanuel Emmanuel FEB [20]

1938 Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho Humberto de Campos FEB

1938 A Caminho da Luz Emmanuel FEB

1939 Há Dois Mil Anos Emmanuel FEB

1940 Cinquenta Anos Depois Emmanuel FEB

1941 O Consolador Emmanuel FEB [21]

1942 Paulo e Estevão Emmanuel FEB

1942 Renúncia Emmanuel FEB

1944 Nosso Lar André Luiz FEB

1944 Os Mensageiros André Luiz FEB

1945 Missionários da Luz André Luiz FEB

1945 Lázaro Redivivo Irmão X FEB [22]

1946 Obreiros da Vida Eterna André Luiz FEB

1947 Volta Bocage Bocage FEB

1948 No Mundo Maior André Luiz FEB

1948 Agenda Cristã André Luiz FEB

1949 Voltei Irmão Jacob FEB

1949 Caminho, Verdade e Vida Emmanuel FEB

1949 Libertação André Luiz FEB

1950 Jesus no Lar Neio Lúcio FEB

1950 Pão Nosso Emmanuel FEB

1952 Vinha de Luz Emmanuel FEB

1952 Roteiro Emmanuel FEB

1953 Ave, Cristo! Emmanuel FEB

1954 Entre a Terra e o Céu André Luiz FEB

1955 Nos Domínios da Mediunidade André Luiz FEB

1956 Fonte Viva Emmanuel FEB

1957 Ação e Reação André Luiz FEB

1958 Pensamento e Vida Emmanuel FEB

1959 Evolução em Dois Mundos André Luiz FEB

1960 Mecanismos da Mediunidade André Luiz FEB [23]

1960 Religião dos Espíritos Emmanuel FEB

1961 O Espírito da Verdade diversos espíritos FEB

1963 Sexo e Destino André Luiz FEB

1968 E a Vida Continua… André Luiz FEB

1970 Vida e Sexo Emmanuel FEB

1971 Sinal Verde André Luiz Comunhão Espírita

Cristã (CEC)

1977 Companheiro Emmanuel Instituto de Difusão

Espírita (IDE)

1985 Retratos da Vida Cornélio Pires IDE/CEC

1986 Mediunidade e Sintonia Emmanuel CEU

1991 Queda e Ascensão da Casa dos Benefícios Bezerra de Menezes GER

1999 Escada de Luz diversos espíritos CEU [24]



Notas e referências