Total de visualizações de página

sábado, 26 de junho de 2010

MAÇONARIA !!!

maçonaria


maçonaria não e religião ,mais explica como somos manipulados 24 horas por dia .pois aqui não se deixem enganar pelo dinheiro  não e nunca esqueça deus e maior.....
essa e sem duvida alguma  uma  das organizações mais influenciativas do mundo e vocês sabersmais sobre a  maçonaria.

suas marcas chevrolet,unibanco,rede globo,fox,besta,hellmas entre outras.


Origem da Maçonaria




Os primórdios da Maçonaria são obscuros, bem como parte de sua história. Segundo a opinião quase unânime dos historiadores sérios que a estudaram , sua origem é a mais verdadeira e verossímil: ela descende de antigas corporações de mestres-pedreiros construtores de igrejas e catedrais, corporações formadas na idade média.



O vocábulo Maçonaria ( em francês Maçonierie) é derivado do francês maçon, pedreiro. Qual a relação entre o pedreiro e o Maçon atual?



A Maçonarias apresenta duas fases: a primeira, operativa, e a segunda especulativa. Na primeira, os seus componentes operavam materialmente, eram trabalhadores especializados. A segunda fase é denominada especulativa, de vez que os seus adeptos são homens de pensamento.



Desde a antiguidade, os construtores que detinham conhecimentos especiais, constituíam uma espécie de aristrocacia, em meio das demais profissões. Formavam como que colégios sacerdotais. Na idade Média, os construtores de catedrais e palácios eram beneficiados, por parte das autoridades eclesiásticas e seculares com inúmeros privilégios tais como: franquias, isenções, tribunais especiais, etc. Daí a denominação francesa de franc-maçon traduzida como pedreiro-livre. A arquitetura constituía então, a Arte Real, cujos segredos eram transmitidos somente àqueles que se mostrassem dignos de conhecê-los. Havia entre aqueles construtores como que um Ideal, a construção de uma obra suprema, mediante um trabalho constante. Seria o Templo Ideal.



Os pensadores e alquimistas da época, combatidos pelos espíritos menos esclarecidos, perseguidos, buscavam refúgio entre os pedreiros livres, capazes de protegê-los pelos privilégios que tinham. Eram alguns aceitos. Daí a denominação der Maçons Aceitos em contraposição a Maçons Antigos, os construtores.



Claro que nem todos podiam ser aceitos. Faziam sindicâncias e apenas alguns eram admitidos, porém depois de submetidos a uma série de provas que constituíam a iniciação. Os iniciados juravam guardar segredo dos ritos e respeitar as regras.



No séc. XVI, aumentou consideravelmente o número de Maçons Aceitos, com predominância para os Rosa-Cruz ingleses, entre eles, Elias Ashmole, alquimista, que ingressara com um grupo de amigos, teólogos em 1646. A partir daí, por iniciativa dos novos membros, organizou-se uma sociedade, cujo objetivo era a construção do Templo de Salomão, templo ideal das ciências.



Elias Ashmole obteve permissão para que a sociedade realizasse suas reuniões no Templo Maçônico. De pouco em pouco, os elementos precedentes da Fraternidade Rosa Cruz (Instituição secreta que presumidamente dedicava-se ao estudo do esoterismo, alquimia, teosofia e outras ciências ocultas) passaram a preponderar na Maçonaria, introduzindo nela muito de seus símbolos. Alteraram os rituais, sobretudo a parte referente à iniciação.



Primitivamente havia na hierarquia maçônica apenas os graus de aprendiz e companheiro, pois que o Mestre era somente o encarregado da direção de uma construção.



Em 1964, foi criado o grau de Mestre por Elias Ashmole, formando assim a base definitiva das hierarquia maçônica. Posteriormente, a Maçonaria tomou grande impulso na Inglaterra quando operou-se grande transformação orientada por Jacques Anderson, presbítero londrino, diplomado em filosofia, e Desagulliers, de origem francesa, grão mestre inglês, eleito em 1719. A partir de então passou a Maçonaria a desenvolver tendências para instituição filantrópica.



Em 1723 foi aprovado o Livro das Constituições maçônicas, revisto por Jacques Anderson. Sendo chamado de Constituição de Anderson, tornou-se em pouco tempo a Carta da maior parte das lojas. Propagavam uma doutrina sobretudo humanitária, deísta espiritualista, aberta a todos os cristãos, qualquer que fosse a sua seita, e leal aos poderes públicos.



Esta origem, ligada aos construtores da era medieval explica o porque da simbologia maçônica estar toda ela relacionada ao tema construção. Seus símbolos mais conhecidos, até mesmo pelo observador mais desatento, são os instrumentos do pedreiro: o esquadro, o compasso, o prumo, a régua, o nível, etc.



Todo Maçon está imbuído no propósito da construção: construção do templo da virtude e da verdade, construção de si mesmo, de seu caráter e de sua personalidade. Construção de um mundo melhor.




algumas curiosidades




Começo dizendo a todos, não se enganem: o pai da maçonaria é Lúcifer.




Essa organização luciferiana, chamada de Maçonaria, diferentemente do que muitos supõem, não é um organismo isolado e singular no mundo. Antes, trata-se de um poderoso segmento do Império de Satanás. E Satanás possui um reino, como nos ensina o Senhor Jesus Cristo:



“E, sabendo ele o que se lhes passava pelo espírito, disse-lhes: Todo reino dividido contra si mesmo ficará deserto, e casa sobre casa cairá. Se também Satanás estiver dividido contra si mesmo, como subsistirá o seu reino?” Lucas 11:17,18



Este império do mal começou a ser organizado desde o princípio, quando a Serpente enganou Eva e tomou de Adão o domínio do mundo, passando a ser ele próprio, Satanás, o deus deste século e o príncipe deste mundo:



“Mas, se o nosso evangelho ainda está encoberto, é para os que se perdem que está encoberto, nos quais o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus.” 2 Coríntios 4, 3-4



“Chegou o momento de ser julgado este mundo, e agora o seu príncipe será expulso.” João 12,31



prestem bem atenção nesses simbolos.







AMORC, Lions Club, Rotary Club, De Molays, Shrines, The Daughters of the Nile (As Filhas do Nilo), Amaranth, Estrela do Oriente, Grotto, Cavaleiros Templários, Rito de York, Rito Escocês, Illuminati, P2, Skull and Bones (Caveira e Ossos), Ordem do Dragão.




Um dos pontos marcantes dessa organização diabólica é a hierarquia fundamentada em uma simbologia iniciática ocultista. Quando alguém ingressa na Maçonaria, essa pessoa é iniciada em um processo sistemático a que os maçons denominam rito (de ritual). Esta iniciação tem por óbvia finalidade um processo de recrutamento e a inserção do iniciado na hierarquia das lojas maçônicas. O objetivo final de tudo isso é a obediência à organização, e a armadilha sedutora é o simbolismo ocultista (mistérios maçônicos) sobre o que toda a curiosidade do iniciado é lançada. Julgando estar diante de um belo caminho que o conduzirá a grandes revelações, o iniciado se torna presa fácil desse processo de doutrinamento camuflado por todo um vasto penduricalho de símbolos ocultistas cujo valor espiritual é nenhum. Nesses rituais maçônicos há uma série sistemática de juramentos, os quais têm a finalidade de reforçar a submissão do iniciado à organização. Desta forma, o iniciado, começando por Aprendiz, é introduzido, como se fosse um soldado, em uma rígida hierarquia onde passa a servir aos interesses da organização maçônica. Nessa história dois grupos são beneficiados: Homens ímpios, profanos e pagãos, embriagados por ambições de poder, fortemente atraídos por um status enganador que lhes dá a impressão de estar fazendo parte de uma elite, e Satanás e seus demônios, pois quanto mais fundo estiver uma pessoa envolvida no ocultismo, mais facilmente manipulada pelas trevas se torna. Essa manipulação tem por objetivo a destruição espiritual do ser humano, contra quem o diabo nutre ódio mortal. Tem também a finalidade de recrutar homens e mulheres a fim de que sirvam a Satanás em seu propósito de ser adorado através da figura da Besta, assunto já tratado em outros artigos e para o qual retornaremos quando formos demonstrar como a Maçonaria serve a propósitos mais abrangentes de Lúcifer. É evidente que o diabo não pode contar com homens que realmente amem a Deus a fim de levar a cabo seus intentos. Por isso recruta homens ímpios, egoístas, amantes de si próprios, ambiciosos, arrogantes, idólatras e pagãos através da Maçonaria. Posteriormente, a organização, fundamentada em princípios satânicos, sistematicamente os doutrina fazendo-os acreditar que são “homens de bem e de bons costumes” e uma “elite benfeitora”, como é frequentemente anunciado em suas publicações e sutis propagandas.











A Maçonaria, o Diabo e a Besta




Para quem existe, é realidade inegável e incontestável que todos nós nascemos e vivemos imersos em um terrível campo de batalha. E esta guerra espiritual não somente é minuciosamente explicada pelas Escrituras de Deus, a Bíblia, bem como sua existência é completamente verificável no dia a dia até mesmo pelo mais cético dos ateus. E isto sem falar que é absolutamente impossível para alguém silenciar a voz de sua própria consciência, sendo que, no máximo, o que se pode tentar fazer é recusar-se a dar ouvidos à consciência, o que, não infrequentemente, resulta em perturbadores conflitos internos, o que os torna profundamente infelizes. Já para os que já chegam a possuir a consciência cauterizada, por preferirem o mal ao bem, a condição destes é espiritualmente gravíssima, algo como uma pré-sentença à condenação do inferno. E isto porque a voz de nossas consciências é harmônica com a vontade de Deus. A rejeição das diretrizes da consciência é um primeiro passo rumo à rejeição da própria pessoa de Deus, o Criador, o Pai do Deus Unigênito, cujo nome é Jesus Cristo.






"Para quem existe", dissemos, pois evidentemente que estas coisas estão ausentes no território da fantasia e da mentira, um cenário ao qual se apegam os que rejeitam a verdade. E se alguém não sabe o que é a verdade, ei-la aqui:



"Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade." Senhor Jesus Cristo, João 17:17



Na incontestável realidade espiritual da existência há, portanto, somente duas posições possíveis de serem ocupadas pelo ser humano, seja ele quem for, a posição de submissão à verdade, ou a submissão à mentira. A idéia da existência de uma zona fronteiriça ou a fictícia possibilidade de se ocupar simultaneamente as duas posições não passa de embuste demoníaco. E isto está dito nas Escrituras.



"Quem não é por mim é contra mim; e quem comigo não ajunta espalha." Senhor Jesus Cristo, Lucas 11:23



"Seja, porém, a tua palavra: Sim, sim; não, não. O que disto passar vem do maligno." Senhor Jesus Cristo, Mateus 5:37







A Maçonaria e o Egito (Mas por que justamente o Egito?)



Basta alguns poucos momentos de observação da simbologia maçônica a fim de podermos facilmente identificar que essa simbologia está repleta de alusões e de referências ao Egito (e ao seu ocultismo [ = satanismo]). Veja abaixo este (mais do que suficiente) exemplo deste templo maçônico a GRANDE LOJA da Pensilvânia (EUA).







Algum dos nossos (muitos) leitores já parou para se perguntar o porquê de os templos maçônicos serem, todos eles, precedidos pelo título GRANDE LOJA? Vejam exemplos:



Brasil: Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo, Grande Loja Maçônica do Estado do Rio de Janeiro, Grande Loja do Brasil (etc.)



Mundo: Grande Loja Maçônica da Escócia, Grande Loja Maçônica do Canadá, Grande Loja Maçônica da Nova Zelândia (etc.)



Pois bem, agora o que significa GRANDE LOJA? Significa: GRANDE CASA. E, de modo nenhum sendo uma simples coincidência, o que significa FARAÓ?



FARAÓ significa: GRANDE CASA!







Qual é, portanto, a relação entre os TEMPLOS MAÇÔNICOS (GRANDES LOJAS = GRANDE CASA) e FARAÓ (GRANDE CASA) ?







Historicamente, na Antiguidade, o Egito era um império cujo trono era ocupado pelo Faraó (per-aá = grande casa; grande morada, referindo-se ao palácio do Faraó e também à sua própria pessoa). O Faraó era considerado como sendo a personificação do deus Hórus. E o símbolo da figura abaixo é o amuleto Olho de Hórus, símbolo e emblema significando dominação, poder e riqueza (símbolo este, aliás, SEMPRE PRESENTE, no penduricalho da simbologia ocultista da maçonaria).















O único modo de sabermos a verdade sobre estes fatos é olhando para eles sob a luz da Bíblia. Não fossem as Escrituras de Deus, a Bíblia, e a unção de Deus no espírito e na mente dos cristãos, seríamos também enganados pelo diabo como TODOS os maçons o são.



A Bíblia além de nos apresentar um minucioso relato sobre a história do Egito da Antiguidade, também o relaciona ao mundo (o atual sistema mundial político, econômico, religioso e militar). Nos relatos bíblicos sobre o Egito e também na simbologia bíblica profética, o Egito (o mundo) é apresentado como sendo um sistema de oposição e de rebelião contra Deus, sendo o Faraó o líder desta rebelião e inimigo declarado contra Deus.







Vejamos, pois este poderoso trecho bíblico no qual Deus anuncia a sua vingança contra Faraó e seu reino:







"Filho do homem, levanta uma lamentação contra Faraó, rei do Egito, e dize-lhe: Foste comparado a um filho de leão entre as nações, mas não passas de um crocodilo nas águas; agitavas as águas, turvando-as com os pés, sujando os rios. Assim diz o SENHOR Deus: Estenderei sobre ti a minha rede no meio de muitos povos, que te puxarão para fora na minha rede. Então, te deixarei em terra; no campo aberto, te lançarei e farei morar sobre ti todas as aves do céu; e se fartarão de ti os animais de toda a terra. Porei as tuas carnes sobre os montes e encherei os vales da tua corpulência. Com o teu sangue que se derrama, regarei a terra até aos montes, e dele se encherão as correntes. Quando eu te extinguir, cobrirei os céus e farei enegrecer as suas estrelas; encobrirei o sol com uma nuvem, e a lua não resplandecerá a sua luz. Por tua causa, vestirei de preto todos os brilhantes luminares do céu e trarei trevas sobre o teu país, diz o SENHOR Deus. Afligirei o coração de muitos povos, quando se levar às nações, às terras que não conheceste, a notícia da tua destruição. Farei que muitos povos fiquem pasmados a teu respeito, e os seus reis tremam sobremaneira, quando eu brandir a minha espada ante o seu rosto; estremecerão a cada momento, cada um pela sua vida, no dia da tua queda." Ezequiel 32:2-10







O Egito foi o primeiro império a ser erguido sob o patrocínio de Satanás, sendo o Faraó a figura através da qual o Diabo era adorado, sendo ele também o agente satânico de perseguição contra os judeus (àquela época o povo de Deus - hoje o povo de Deus é composto de judeus e de gentios convertidos ao Messias Jesus).







"Disse mais: Eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó. Moisés escondeu o rosto, porque temeu olhar para Deus. Disse ainda o SENHOR: Certamente, vi a aflição do meu povo, que está no Egito, e ouvi o seu clamor por causa dos seus exatores. Conheço-lhe o sofrimento; por isso, desci a fim de livrá-lo da mão dos egípcios e para fazê-lo subir daquela terra a uma terra boa e ampla, terra que mana leite e mel; o lugar do cananeu, do heteu, do amorreu, do ferezeu, do heveu e do jebuseu. Pois o clamor dos filhos de Israel chegou até mim, e também vejo a opressão com que os egípcios os estão oprimindo. Vem, agora, e eu te enviarei a Faraó, para que tires o meu povo, os filhos de Israel, do Egito." Êxodo 3:6-10





Na linguagem profética da Bíblia, a saída do povo judeu do Egito prefigurava a breve e futura saída dos cristãos deste mundo tenebroso e dominado pelo diabo, o que sucederá quando do arrebatamento da Igreja, que acontecerá no último dia, o Dia do Senhor. E assim como Faraó perseguiu o povo de Deus, também a Besta nos haverá de perseguir, até que com mão poderosa o Senhor Jesus Cristo nos arrebatará deste mundo, e como contra o Egito o Senhor Deus lançou sete pragas antes de seu povo ser de lá retirado, este mesmo Deus derramará sete taças da sua cólera antes que os cristãos sejam arrebatados:







"Ouvi, vinda do santuário, uma grande voz, dizendo aos sete anjos: Ide e derramai pela terra as sete taças da cólera de Deus." Apocalipse 16:1











A Maçonaria é uma Organização Internacional Parasita infiltrada nos Organismos das Nações e está à Serviço do Diabo.







Como dito acima, o Egito foi o primeiro império na terra a ser erguido com o patrocínio de Satanás, e o vindouro (e já em plena formação) império da Besta será o último império a ser erguido com o auxílio do Diabo, sendo que o Faraó do antigo Egito prefigurava a Besta que em breve surgirá. E para que Satanás continue a construir este império, quando ele próprio será adorado através da Besta, o Dragão necessita de serviçais espalhados pelo mundo inteiro, e a principal organização que a Serpente patrocina para essa finalidade (para a construção desse império) é ela própria: a Maçonaria Universal. Vejamos uma explícita confissão pública de que a Maçonaria é uma Organização Internacional e que "labuta por uma causa":







"A Maçonaria, Ordem Universal formada por homens de todas as raças, credos e nacionalidades, acolhidos por iniciação e congregados em Lojas, nas quais, por métodos ou meios racionais, auxiliados por símbolos e alegorias, estudam, e trabalham para a construção de uma Sociedade Humana; fundada no amor fraternal , na esperança de que com amor a Deus, à Pátria, à Família e ao Próximo, com tolerância, com virtude e com sabedoria, buscando sempre de maneira livre a investigação da verdade, aliada ao progresso do conhecimento humano, das ciências e das artes, sob a tríade: Liberdade, Igualdade e Fraternidade, dentro dos princípios da razão e da justiça, a fim de que o mundo alcance a felicidade geral e a paz universal." (Grande Loja Maçônica do Distrito Federal)







Essa estorinha de "paz universal" é um autêntico exemplo de embuste espiritual, pois as Escrituras afirmam que não haverá paz universal coisa nenhuma, muito pelo contrário, a Bíblia afirma que haverá guerras e destruições até que chegue o fim:







"E, certamente, ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; vede, não vos assusteis, porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, reino contra reino, e haverá fomes e terremotos em vários lugares; porém tudo isto é o princípio das dores. Então, sereis atribulados, e vos matarão. Sereis odiados de todas as nações, por causa do meu nome. Nesse tempo, muitos hão de se escandalizar, trair e odiar uns aos outros; levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos. E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor se esfriará de quase todos. Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo. E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim." Mateus 24:6-14



Também afirmam as Escrituras:



"Quando andarem dizendo: PAZ E SEGURANÇA, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão." 1 Tessalonisenses 5:3



E a Organização das Nações Unidas (ONU - Controlada pela Maçonaria Universal até suas mais profundas entranhas), o maior centro de operações do diabo em todo o mundo (a Besta governará a partir da ONU - a atual sede da Nova Ordem Mundial) já estampa em suas páginas em diversos idiomas: PAZ E SEGURANÇA. Mas não só ela, como poderemos ver abaixo (todos anunciando PAZ E SEGURANÇA):



- PEACE AND SECURITY FUNDERS GROUP (PAZ E SEGURANÇA)



- CENTER FOR PEACE AND SECURITY STUDIES (CENTRO DE ESTUDOS PARA PAZ E SEGURANÇA)



- PEACE AND SECURITY INITIATIVE (INICIATIVA PARA PAZ E SEGURANÇA)



- NATO SCIENCE FOR PEACE AND SECURITY (NATO CIÊNCIA PARA PAZ E SEGURANÇA)



Observem que não são simples organizações a anunciar PAZ E SEGURANÇA, como vemos acima, mas, dentre outras, o estão fazendo a ONU - Organização das Nações Unidas e a NATO - Organização do Tratado do Atlântico Norte, esta última sendo nada menos do que a organização militar mais poderosa do planeta.



Esta "causa" pela qual labuta a Organização Maçônica Internacional está expressa de modo explícito em um documento maçônico chamado de Os Protocolos dos Sábios de Sião (um documento maçônico, cujo autor é desconhecido) em cujo documento a Maçonaria declara abertamente seu trabalho em prol não de "uma sociedade fundada no amor fraternal , na esperança de que com amor a Deus, à Pátria, à Família e ao Próximo..." (como falsamente o afirmam) mas em prol, isto sim, do mais pérfido dos objetivos, qual seja, a dominação mundial:



“Mas, esperando nosso advento, criaremos e multiplicaremos, pelo contrário, as lojas maçônicas em todos os países do mundo, atraindo para elas todos os que são ou possam ser agentes proeminentes. Essas lojas formarão nosso principal aparelho de informações e o meio mais influente de nossa atividade. Centralizaremos todas essas lojas em uma administração que somente nós conheceremos, composta pelos nossos Sábios. As lojas terão seu representante, atrás do qual estará escondida a administração de que falamos, e será esse representante quem dará a palavra de ordem e o programa. Formaremos nessas lojas o núcleo de todos os elementos revolucionários e liberais. Elas serão compostas por homens de todas as camadas sociais. Os mais secretos projetos políticos ser-nos-ão concedidos e cairão sob a nossa direção no próprio momento em que apareçam. No número dos membros dessas lojas se incluirão quase todos os agentes da polícia nacional e internacional, como na questão Azef, porque seu serviço é insubstituível, para nós, visto como a polícia, pode não só tomar medidas contra os recalcitrantes, como cobrir nossos atos, criar pretextos de descontentamentos, etc... Aqueles que entram para as sociedades secretas são ordinariamente ambiciosos, aventureiros, e em geral, homens na maioria levianos, com os quais não teremos grande dificuldade em nos entendermos para realizar nossos projetos.” (Os Protocolos dos Sábios de Sião; Cap. 15) Leia mais sobre os Protocolos dos Sábios de Sião clicando aqui e aqui.



Ora, se é com tamanha veemência que a Bíblia afirma que Faraó e o Egito eram ferozes opositores contra Deus, como acreditar que uma organização (Maçonaria) que se utiliza da mesma simbologia utilizada pelo Faraó (inimigo de Deus) possa ser uma organização fundada no amor a Deus?



E ainda que, insistentemente, a Maçonaria negue ser uma religião, seu componente espiritual é por ela própria anunciado:



"A Maçonaria é um sistema e uma escola não só de moral, como de filosofia social e espiritual, reveladas por alegorias e ensinadas por símbolos, guiando seus adeptos à prática e ao aperfeiçoamento dos mais elevados deveres do homem cidadão, patriota e soldado. Praticando o bem sobre o plano físico e moral, a Maçonaria reúne em seu seio todos os homens, como irmãos, sem lhes distinguir por raça, classe, crença ou preferência política." (Brasilmaçom)



Essa mesma Maçonaria que utiliza em seus rituais, publicações e indumentária o Olho de Hórus, símbolo de Faraó e da rebelião contra Deus, é a mesma Maçonaria que admite publicamente que "é um sistema e uma escola não só de moral, como de filosofia social e espiritual". E qual era o componente espiritual do Faraó do Egito senão o ocultismo de Satanás?



"Faraó, porém, mandou vir os sábios e encantadores; e eles, os sábios do Egito, fizeram também o mesmo com as suas ciências ocultas." Êxodo 7:11



Se o envolvimento com essa diabólica organização (a Maçonaria) dissesse respeito tão somente àqueles cujo destino inexorável será a condenação do inferno, então de pronto, e de bom grado, abandonaríamos esta missão de alertar aos homens sobre os gravíssimos perigos espirituais do envolvimento com a Maçonaria. Todavia, nossa missão tem por foco alertar o Povo de Deus, em nome do Senhor Jesus Cristo, a fim de que não caiam nos embustes do diabo. Ora, para os que já professam, de coração sincero, seu amor ao Criador por intermédio do Filho, o Deus Unigênito (e biblicamente não há outro modo de fazê-lo), para estes nosso foco de atenção não se constitui em nenhum problema. Todavia, como saberemos nós se aquele que hoje se diz maçom (e, portanto, escravizado a Satanás) não virá a se arrepender e se converter a Deus? Pois a ninguém foi dado separar o joio do trigo, algo da exclusiva autoridade de Deus.



"Outra parábola lhes propôs, dizendo: O reino dos céus é semelhante a um homem que semeou boa semente no seu campo; mas, enquanto os homens dormiam, veio o inimigo dele, semeou o joio no meio do trigo e retirou-se. E, quando a erva cresceu e produziu fruto, apareceu também o joio. Então, vindo os servos do dono da casa, lhe disseram: Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? Donde vem, pois, o joio? Ele, porém, lhes respondeu: Um inimigo fez isso. Mas os servos lhe perguntaram: Queres que vamos e arranquemos o joio? Não! Replicou ele, para que, ao separar o joio, não arranqueis também com ele o trigo. Deixai-os crescer juntos até à colheita, e, no tempo da colheita, direi aos ceifeiros: ajuntai primeiro o joio, atai-o em feixes para ser queimado; mas o trigo, recolhei-o no meu celeiro." Mateus 13:24-30



E se há membros da Igreja Católica Romana que pertencem à Maçonaria (e são muitos), isto não se constitui em problema algum para o Reino de Deus, pois a Igreja Católica Romana já, há séculos, abandonou o seio da verdadeira Igreja, dando as costas a Cristo, tornando-se assim apóstata declarada. Porém, se há pastores e líderes cristãos evangélicos envolvidos com a Maçonaria de Satanás, então fica em notável relevo a seguinte pergunta: São cristãos, de fato, ou são agentes da Organização Maçônica infiltrados na Igreja com a finalidade de procurar corrompê-la espiritualmente?



E se para a Maçonaria "não importa" a religião ou credo a que pertençam seus serviçais (não importa até o ponto em que não interfiram na estrutura da Maçonaria), não é assim no Reino de Deus.



"Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas? Que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo? Que ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos? Porque nós somos santuário do Deus vivente, como ele próprio disse: Habitarei e andarei entre eles; serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. Por isso, retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor; não toqueis em coisas impuras; e eu vos receberei, serei vosso Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso." 2 Coríntios 6:14-18



INTELLECTUS


 acredito que vocês estão gostando de saber mais  .isso e  importante  mais para entender mais  aqui a uns videos com 9 capitulos que poderão entender melhor toda a origem.









MAÇONARIA




AS 16 PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES SOBRE A MAÇONARIA



1 - O QUE É A MAÇONARIA?



A Maçonaria é uma organização fraternal que tem como princípio básico o amor fraterna, `a prática da caridade e a busca da Verdade.



Existe um velho ditado que diz: "A Maçonaria escolhe homens de bem e faz deles ainda melhores".



É normal dizer-se que os homens são o produto do meio que freqüentam durante as suas vidas. A Maçonaria oferece a cada um dos seus membros a oportunidade de conviver regularmente com homens ds bom caráter, o que reforça o seu próprio desenvolvimento pessoal e moral.



A garantia dessa fraternal convivência é conseguida pela proibição de discussões politico-partidárias ou religioso-sectárias, visto que esses assuntos, têm dividido os homens ao longo da história.



Os maçons, sem discutir as suas crenças pessoais nestes dois assuntos, incentivam os homens a serem religiosos sem particularizar uma religião e encoraja-os a serem ativos nas suas comunidades, também sem particularizar o meio de expressão política.



Os maçons, também conhecidos como "pedreiros livres", não encontram na Maçonaria ensinamentos sobre a arte da construção, como o faziam os maçons operativos da Idade Média. Assim, as ferramentas comuns que eram usadas pelos canteiros medievais, como o maço, o cinzel, o nive, o prumo, o compasso e outros, têm cada uma um significado simbólico na Maçonaria.



A Maçonaria distingue-se de outras ordens fraternais pela sua ênfase no caráter moral, no seu sistema de rituais e na sua longa tradição, com uma história que data aproximadamente do século XVII.



Há três graus na Maçonaria, Aprendiz, Companheiro e Mestre.



A maioria das lojas têm reuniões regulares e semanais e congregam-se em Potências Maçônicas, chamadas Grandes Lojas ou Grandes Orientes.



2 - O QUE É O RITO?



O Rito é um corpo de normas que regem os trabalhos de uma Loja, quando em reunião regular.



Os ritos mais praticados são: Rito Escocês Antigo e Aceitoe, Rito de York ou Rito de Emulação, Rito Escocês Retificado, Rito Francês, havendo outros. As diferenças entre eles não chegam a ser significantes.



3 - SE A MAÇONARIA NÃO É UMA RELIGIÃO, PORQUE É QUE USA UM RITUAL?



A relação entre ritual e religião é muito freqüente, mas se analisarmos o assunto vamos notar que os rituais são uma parte de nós que pouco notamos.



Ritual é simplesmente a maneira como algumas coisas são feitas,uma espécie de procedimento padrão para impor ordem e disciplina aos trabalhos.



Uma reunião de condôminos obedece a uma ordem determinada, da mesma forma que uma reunião de pais e professores num colégio. Sem essa seqüência de atos a serem vencidos, temos a indisciplina e a perda de tempo. O resultado será sempre questionável.



Há rituais sociais ou convenções que nos dizem como participar de uma conversação, esperando por uma pausa, como enfrentar uma fila, com paciência, sem empurrar ou tentar passar à frente com algum tipo de artifício.



A Maçonaria usa um ritual porque é um modo efetivo para ensinar idéias importantes. Além disso, o ritual Maçônico é muito rico e muito antigo, remontando aos primórdios de sua criação.



4 - O QUÊ E COMO SE APRENDE AO SE ENTRAR PARA A MAÇONARIA?



Os maçons aprendem os seus preceitos em reuniões, que seguem liturgias, herdadas dos usos e costumes dos antigos (medievais) construtores de catedrais, utilizando como meio de transmissão dos seus ensinamentos, os símbolos e as alegorias dos antigos pedreiros.



Entre outras coisas, nas Lojas maçônicas aprende-se a amar a pátria em que se vive, a se submeter às leis e às autoridades legalmente constituídas e considerar o trabalho como um dever essencial ao ser humano.



A Maçonaria ensina e pratica os princípios e os ideais da decência, honestidade, gentileza, honradez, compreensão e afeto.



5 - O QUE É UM TEMPLO MAÇÔNICO



Templo é o local onde se realizam as reuniões regulares das Lojas Maçónicas. Essas reuniões, nos seus primórdios, não eram feitas em local específico. A partir de construção do Freemason's Hall, em inglaterra, em 1776, as reuniões ganharam um local fixo. Muitas Lojas, em função do tamanho de seu quadro, utilizam as instalações ou templos de outras lojas.



6 - OS MAÇONS SÃO RACISTAS OU ELITISTAS?



Quanto ao racismo a Maçonaria estabelece explicitamente a igualdade entre os homens sem considerar raça, credo ou cor. Se considerarmos que apenas são convidados a participar da Maçonaria homens virtuosos e representantes da sociedade, pode-se dizer que ela é uma elite,embora o correto seja afirmar que ela impõe critérios rigorosos para a iniciação de um novo membro. Costuma-se dizer que: o que no homem comum é uma virtude, no maçom é uma obrigação.



Como se depreende, os critérios de seleção não se baseiam em valores materiais.



A Maçonaria congrega uma ampla faixa de pessoas: profissionais liberais, comerciantes, professores, artistas, políticos, trabalhadores especializados, bancários, banqueiros, militares empresários,etc.. Perante a Maçonaria são todos iguais.



7 - QUEM É O CHEFE DA MAÇONARIA?



A Maçonaria não tem um chefe propriamente dito, mas cada Grande Loja é presidida por um oficial denominado Grão Mestre, eleito periodicamente pelo povo maçônico da jurisdição da própria Grande Loja.



Dentro da jurisdição da sua Grande Loja, o Grão Mestre é a autoridade máxima.



8 - UMA VEZ INICIADO NA MAÇONARIA, UMA PESSOA JAMAIS PODERÁ SAIR?



Não há esse impedimento.



Desejando afastar-se da Maçonaria, basta que o maçom requeira o seu afastamento á Loja, pois isso é um direito seu.



A Maçonaria preza a liberdade dos seus membros tanto quanto luta para preservar a liberdade dos cidadãos em geral.



9 - A MAÇONARIA É UMA RELIGIÃO?



Não, a Maçonaria não é uma religião, mas defende a existência de um Ser Supremo ou Princípio Criador.



Uma religião é muito mais complexa, implicando em detalhes como a existência de um plano para salvação ou caminho pelo qual se alcança uma recompensa depois da vida terrena.



Implica também numa teologia que tenta descrever a natureza Deus e divulga a descrição de modos ou práticas pelos quais um homem ou uma mulher podem buscar comunicar-se com Deus.



A Maçonaria não faz nenhuma dessas coisas.



Apenas abre e fecha os seus trabalhos com uma oração e ensina que nenhum homem deveria começar qualquer empresa importante sem antes buscar apoio espiritual em Deus.



Apesar disso, não ensina aos homens como eles devem rezar ou o que devem pedir.



Ao invés disso, prega que cada um tem que achar as suas respostas para as suas grandes perguntas na sua própria fé, na sua igreja, sinagoga ou templo religioso.



10 - QUAIS SÃO AS EXIGÊNCIAS PARA SE TORNAR MAÇOM?



É necessário que o candidato prima pela moral e pelos bons costumes.



Deve ter uma profissão definida que lhe garanta a subsistência.



11 - COMO SA FAZ PARA SER MAÇOM?



É preciso que o candidato seja indicado por um Mestre Maçom e tenha a sua iniciação aprovada pela Loja.



Ninguém se inscreve para ser maçom.



Por suas qualidades, ele é notado por um maçom que o indica para a sua Loja.



Todo um processo de admissão é desenvolvido, quando o candidato é ouvido, bem como a sua família.



Nesta fase, são prestadas informações preliminares sobre a Ordem Maçônica, seus objetivos e atividades.



12 - UM RELIGIOSO PODE SER MAÇOM?



Nada impede que um religioso seja aceite como maçom.



O que jamais se verá, no entanto, é um ateu ser recebido na Maçonaria regular, pois um dos princípios básicos para a admissão na Ordem é a crença num Ser Supremo.



13 - OS MAÇONS SÃO ANTI-CATÓLICOS?



Errado.



Nada existe a esse respeito nas tradições e rituais maçônicos.



Saliente-se que cada maçom possui as suas próprias convicções religiosas e todos convivem fraternalmente nas reuniões das suas Lojas e fora delas.



A Maçonaria combate o sectarismo religioso em qualquer das suas manifestações e respeita a crença e a profissão religiosa dos seus membros.



14 - OS RITUAIS MAÇÔNICOS CRIAM EMBARAÇOS AO CANDIDATO?



Não. Os rituais em geral e os utilizados na cerimônia de iniciação foram escritos para sublinhar virtudes que deverão ser desenvolvidas pelos candidatos, tais como, Justiça, Amor Fraternal, Temperança, Caridade, Solidariedade, etc..



Atualmente use-se nos rituais uma linguagem erudita e ricamente ilustrada por simbolismo.



Em nenhum momento são criadas situações que possam embaraçar ou desagradar os candidatos, ou que poderiam violar as suas convicções patrióticas, crença religiosa ou familiar.



15 - A MAÇONARIA É UMA SOCIEDADE SECRETA?



Sociedades secretas geralmente são definidas como organizações desconhecidas do público e a sua existência seja escondida.



A Maçonaria, por outro lado, é bem conhecida e orgulha-se de demonstrar a sua existência.



Os seus Templos e as suas Lojas são facilmente identificados e muitos deles figuram nas listas telefônicas



. Muitos de seus membros costumam usar anéis, distintivos de lapela, alfinetes de gravata que os identificam como maçons.



Freqüentemente os maçons participam ativamente junto da sua comunidade em trabalhos assistenciais.



Finalmente, algumas atividades maçônicas são abertas e acessíveis ao público.



16 - A MAÇONARIA NÃO É APENAS UM CLUBE DE NEGÓCIOS?



Não.



Dificilmente seria aprovado um candidato que quisesse entrar para a Maçonaria apenas por interesses comerciais.



interessante isso !!!!
 
 

 
 
 
Provamos Conclusivamente Que a Maçonaria Adora a Lúcifer - Parte 3 de 5






Publicado em 2/11/2002



Pr. David Bay - Tradução: Jeremias R D P dos Santos

http://www.espada.eti.br/



Analisando seus símbolos, provamos que a Maçonaria é adoração a Lúcifer e que é idêntica às religiões pagãs de mistérios dos últimos 5.000 anos.



A maior parte deste artigo baseia-se em livros que foram publicados por editoras maçônicas e que eram muito secretos antigamente. Seguimos a recomendação bíblica atentamente, comparando os ensinos maçônicos com a Bíblia Sagrada. Em 1 João 4:1, encontramos este mandamento a todos os cristãos: "Amados, não deis crédito a qualquer espírito, antes provai [testai] os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo fora." Assim, vemos que qualquer ensino religioso que não se conforme com as Escrituras é proveniente de um "falso profeta".



Este exercício não é vão, pois é sua alma preciosa que está em jogo. Finalmente, lembre-se de duas coisas sobre a Maçonaria: 1) Os maçons de graus superiores mentem para seus colegas maçons, pois eles "merecem ser enganados"; 2) As explicações dadas a 95% de todos os maçons estão erradas. Veja esta citação de um autor maçônico, Carl Claudy: "Remova a casca exterior e encontre um significado; remova aquele significado e encontre outro; abaixo dele, se você cavar ainda mais, encontrará um terceiro, um quarto - quem poderá dizer quantos ensinos?" Você aprendeu muitas mentiras, conforme demonstraremos nos nossos muitos artigos. Finalmente, lembre-se, da audaz afirmação de Albert Pike em seu livro Morals and Dogma (leia a resenha) que, "A Maçonaria é idêntica aos mistérios antigos", o que significa que todos seus ensinos em todos os livros são exatamente o mesmo que os mistérios antigos, pagãos e satânicos! [pg 624, Ensinos para o Vigésimo Oitavo Grau]



Pedimos que você separe um tempo para ler nossos artigos para que finalmente saiba a verdade de Jesus Cristo, o Deus do Universo, a quem os maçons chamam de "deus inferior" e nunca mencionam em seus ensinos e rituais. Oramos fervorosamente para que o Espírito Santo ilumine sua mente, coração e alma com o conhecimento do verdadeiro Deus, e somente do verdadeiro Deus, da Bíblia Sagrada.



Quando você compreender, sem sombra de dúvidas, que a Maçonaria é uma forma de adoração a Lúcifer pelos 5% de maçons de graus mais superiores, então poderá começar a identificar as evidências de satanismo em muitos, muitos locais.



Neste artigo, concentraremos nosso estudo nos símbolos maçônicos, pois "uma figura vale mais que mil palavras" e porque os ocultistas dão uma tremenda ênfase na comunicação por meio de símbolos com os outros adeptos, ao mesmo tempo em que escondem a verdade dos iniciados e dos "profanos", isto é, das pessoas que não pertencem à organização. Um livro satânico entitulado Magic Symbols [Símbolos Mágicos], de Frederick Goodman, diz "O verdadeiro símbolo mágico é uma imagem que oculta um significado interior. Esse significado normalmente está engenhosamente oculto atrás de uma forma que a maioria das pessoas pensa que pode compreender imediatamente". [pg 6, ênfase adicionada]



Vamos examinar alguns desses símbolos maçônicos para descobrir seus significados "engenhosamente ocultos", e depois compará-los com símbolos satânicos conhecidos, para que você possa ver de onde a Maçonaria recebe seus "conhecimentos sobrenaturais" e sua "luz espiritual".



O Pentáculo



No artigo "Provamos Conclusivamente Que a Maçonaria Adora a Lúcifer - Parte 1 de 5", provamos, utilizando livros maçônicos que eles admitem que adoram a Lúcifer e a Satanás; em outras palavras, a Maçonaria serve tanto ao "bom" Lúcifer quanto ao "maligno" Satanás, pois crêem que tanto o bem quanto o mal existem em igual medida no universo. Além disso, acreditam que um deus do bem poderoso não pode existir sem um igualmente poderoso deus do mal!



Essa crença é a razão pela qual a Maçonaria utiliza ambos os tipos de estrelas de cinco pontas: a estrela com uma única ponta voltada para cima é um símbolo do "bom" Lúcifer, enquanto que a a estrela invertida, com duas pontas para cima simboliza o "maligno" Satanás.



Toda a organização maçônica para as mulheres, a Estrela do Oriente, parece estar grandemente baseada na estrela do "maligno Satanás", a Cabeça do Bode de Mendes, que é um dos nomes infernais de Satanás dentro do satanismo. Na verdade, se você olhar para esta estrela invertida, verá que ela é uma cabeça de bode e que dentro dela, no meio, há outra cabeça de bode, que está dentro de um pentáculo invertido! Assim, em um símbolo, existem três ocorrências de pentáculos invertidos; a repetição três vezes é a maior ilustração possível da malignidade satânica.



Qual é a importância do pentáculo para os satanistas? Veja como Laura Cabot, uma bruxa de Salém, estado de Massachussetts, responde a essa pergunta. Em seu livro, Power of the Witch: The Earth, the Moon, and the Magical Path to Enligthenment [O Poder do Feiticeiro: a Terra, a Lua, e o Caminho da Magia para a Iluminação], 1989, pg 90, Laura Cabot diz, "Não é difícil distinguir a Arte do satanismo. Os feiticeiros usam o pentáculo com uma ponta para cima. Os satanistas invertem o pentáculo, deixando-o com uma ponta para baixo..." Quando você examina os dois símbolos anteriores, ambos maçônicos, somente pode concluir que a Maçonaria admite que serve tanto ao "bom Lúcifer" quanto ao "maligno Satanás"!



Depois, na página 93, Laura Cabot diz mais sobre o significado do pentáculo para a feitiçaria. "Ele consiste de uma estrela de cinco pontas dentro de um círculo. É o símbolo-chave da Arte. É a Mandala do feiticeiro..." [ênfase adicionada]



Realmente, o pentáculo dentro de um círculo ou sem o círculo, é o símbolo-chave da feitiçaria! A Maçonaria utiliza os dois, abundantemente, tanto o pentagrama "do bem" quanto o do "mal".



O Triângulo - Continuação do Artigo Anterior



A única razão por que não listamos o triângulo primeiro neste artigo é pelo fato de o pentáculo ser mais importante na feitiçaria. Logicamente, o triângulo é parte do pentáculo, e especialmente do hexagrama, a explicação do qual vem a seguir. Embora tenhamos falado sobre os triângulos no artigo Free12, esse assunto é tão importante que precisamos abordar outros aspectos aqui.



A Maçonaria Ensina Que o Homem Está se Tornando um Deus



O triângulo é um símbolo muito importante para o ocultista, e é usado constantemente de todas as maneiras imagináveis. O triângulo é usado com uma ponta para cima ou com uma ponta para baixo. Se uma ponta estiver para baixo, o triângulo representa a Deidade e é chamado de Triângulo da Deidade, ou Triângulo da Água. Se uma ponta estiver para cima, o triângulo é chamado de Triângulo da Terra, ou Triângulo da Pirâmide, e "simboliza o HOMEM PERFEITO OU DIVINO". Essa citação não é de algum maligno satanista vestido com capuz preto, mas de um autor maçom de Grau 33, George Steinmetz [Freemasonry: Its Hidden Meaning (Maçonaria: Seu Significado Oculto), Macoy Publishing and Masonic Supply, 1948, pg 63, repetido na página 67]. Qualquer pessoa que conheça as Escrituras sabe que o Evangelho de Jesus Cristo diz clara e enfaticamente que ninguém pode alcançar a divinidade; na verdade, todos os nossos esforços e boas obras são "trapo de imundícia" para Jesus Cristo. No entanto, a Maçonaria identifica-se com todos os grupos pagãos dizendo que o homem pode tornar-se "divino" ou "perfeito". A Maçonaria está totalmente em desacordo com a Bíblia neste ponto.



Mas, o velho George ainda não acabou com esse assunto! Em outro de seus livros, retorna a esse tema, blasfemando agora de uma importante e familiar passagem nas Escrituras, das próprias palavras de Deus, para ser exato. Veja:



"Aquietai-vos e sabei que sou Deus ... Que EU SOU DEUS - o reconhecimento final do Tudo em Todos, a unidade do Eu com o Cosmos - o conhecimento da DIVINDADE DO EU!" [ênfase no original; George H. Steinmetz, The Lost Keys of Freemasonry (As Chaves Perdidas da Maçonaria), Macoy Publishing and Masonic Supply Company, 1923, pg 92]



Você pode imaginar tal blasfêmia? Esse autor maçônico acaba de distorcer as palavras do Deus Todo-poderoso em Êxodo 3:14, aplicando-as ao homem! É incrível, mas é mais do que isso. Essa blasfêmia é um excelente exemplo que mostra por que razão a Maçonaria zela tanto por seus segredos, para que não sejam trazidos ao conhecimento do público. Os maçons em todas as épocas sabiam que se o público geral soubesse o que existe no interior da Maçonaria, a organização teria sua atuação proibida, ou seria perseguida. Agora você sabe por que a Maçonaria insiste para que os iniciados façam juramentos de não divulgar os segredos que vão aprender, sob pena de terem suas gargantas cortadas e a língua e as demais entranhas arrancadas para fora!



Para que você não pense que essa blasfêmia de dizer que o homem pode tornar-se Deus é somente de George Steinmetz, ouça as palavras de mais dois autores maçons. Manly P. Hall, outro maçon de Grau 33, escreve, "O homem é um Deus em formação..." [The Lost Keys of Freemasonry, pg 92]. O autor maçom Joseph Fort Newton, diz clara e enfaticamente, ".... a mais profunda percepção da alma humana - que Deus torna-se homem para que o homem possa tornar-se Deus." [The Religion of Freemasonry: An Interpretation (A Religião da Maçonaria: Uma Interpretação), Macoy Publishing and Masonic Supply Co., 1969, pg 37]



A Maçonaria Reconhece Que Originou-se no Lugar em Que Satanás Habita



O autor maçom, Albert Churchward, afirma que o triângulo apontando para cima é um símbolo de Set, que é um dos nomes infernais de Satanás! [Signs and Symbols of Primordial Man, George Allen and Co. Ltd., 1913, pg 189, 309 e 471]. Depois, o autor maçom, J. S. M. Ward diz, "Com a ponta para cima, o triângulo equilátero representa Shiva, o Destruidor, e significa a chama que sobe para cima da pira funerária para os Céus. Esse símbolo é familiar para nós em vários graus, mas notadamente no Décimo Terceiro." [Freemasonry and the Ancient Gods (Maçonaria e os Deuses Antigos), 1921, pg 10-11; também descrito pelos autores maçônicos William Meyer, The Order of the Eastern Star (A Ordem da Estrela do Oriente), pg 20; Alain Danielou, The Gods of India (Os Deuses da Índia), pg 385]



No ocultismo, Shiva é outro nome para Satanás. Assim, o triângulo com a ponta para cima é um símbolo de Satanás. Talvez por isso a pirâmide seja um símbolo tão importante para os maçons. Este símbolo na figura ao lado existe no verso da nota de um dólar americano; discutimos em detalhes o ocultismo desse símbolo maçônico no Seminário 2 [pode ser adquirido em fitas cassetes diretamente da The Cutting Edge; veja o endereço do site no final deste artigo] de modo que o tempo e o espaço não nos permitirão repetir as explicações. No entanto, basta dizer que esse símbolo contém dois triângulos: a pirâmide propriamente e o Olho Que Tudo Vê de Hórus (ou de Osíris). Os ocultistas sabem que tanto Hórus quanto Osíris são nomes alternativos para Satanás. Temos ainda mais uma prova, dos lábios e da pena de autores maçônicos, que a Maçonaria adora a Satanás. Assim, podemos agora voltar à afirmação ocultista inicial que o triângulo com uma ponta para cima é chamado de Triângulo da Deidade; mas agora sabemos a qual deidade eles estão adorando, em suas próprias palavras.



Os autores maçons dizem que adoram Lúcifer de outra forma ainda. Lynn Perkins, diz que "Shambala tem uma relação com as origens antigas da Maçonaria e sobre seu futuro na vindoura Era de Aquário..." [Masonry in the New Age (Maçonaria na Nova Era) pg 56]. Em seguida, nas páginas 55-56, ele diz que o maçom da atualidade não tem a menor idéia que a Maçonaria venha dessa origem esotérica tão antiga! Logicamente, poucos maçons atualmente, ou em qualquer época, compreendem que sua amada organização tenha suas raízes no satanismo. Quando Perkins disse que a Maçonaria tinha sua origem em Shambala, ele simplesmente a identificou como satânica. Alice Bailey, escrevendo por meio de seu espírito-guia, Mestre D. K., disse que "Shambala é o lugar mitológico onde o 'Senhor do Mundo', Sanat Kumara, ou Shiva, habita." [Discipleship in the New Age (Discipulado na Nova Era), Lucis/Lucifer Publishing, 1955, pg 135-136]



Assim, o autor maçônico Perkins, acabou de admitir que a Maçonaria originou-se no lugar onde Shiva [Satanás] habita! Como a Bíblia diz clara e enfaticamente que a habitação de Satanás é no Inferno, podemos ver que a Maçonaria admite que sua origem é no Inferno!



No entanto, os autores maçônicos admitem enfaticamente que sua organização é do Inferno. Veja o que Manly P. Hall, maçom de Grau 33, K. T., escreveu em seu livro Initiates of the Flame [Iniciados da Chama]: "Aqueles que segem o caminho da fé (ou o coração) usam a água e são conhecidos como Filhos de Seth, enquanto aqueles que seguem o caminho da mente e da ação são os Filhos de Caim, que foi o filho de SAMAEL, o Espirito do Fogo. Hoje, encontramos os últimos entre os alquimistas, os filósofos herméticos, os rosa-cruzes e os maçons." [pg 20]



Uau! Hall coloca a Maçonaria no círculo dos condenados - os Filhos de Caim, que se rebelaram contra Deus; os alquimistas são conhecidos como bruxos, praticantes de Magia Negra e adoradores de Satanás, e os rosa-cruzes profanam a preciosa cruz de Jesus Cristo com pentáculos e hexagramas de uma maneira que enoja qualquer cristão.



No entanto, a principal revelação de Hall é que a Maçonaria é filha de Samael. Não confunda com o nome do amado profeta bíblico Samuel. Samael é um dos nomes infernais de Satanás! Na verdade, a autora da Casa da Teosofia, escrevendo sob a influência de seu espírito-guia, um demônio chamado Mestre D. K. - identifica Samael como Satanás! [Helena Blavatsky, The Secret Doctrine (A Doutrina Secreta), pg 378] Na verdade, os satanistas têm um símbolo para Samael. Na figura ao lado, o pentáculo à esquerda, que tem uma ponta para cima, representa o Homem Divino especificamente, e Lúcifer, o "deus do bem", genericamente; o pentáculo do lado direto, que tem duas pontas para cima é chamado de Cabeça do Bode de Mendes pela maior parte dos satanistas, mas os praticantes de Magia Negra chamam-o de Samael.



Assim, Hall está admitindo que a Maçonaria é o pior tipo de satanismo de Magia Negra possível! Agora você não deve mais ser enganado, não importa que tipo de propaganda a Maçonaria esteja tentando apresentar para enganá-lo!



O Círculo



Os ocultistas vêem o círculo como um de seus mais expressivos símbolos. Como diz um livro luciferiano, Magic Symbols [Símbolos Mágicos], "Sem dúvida, o círculo é o mais importante de todas as unidades no simbolismo mágico, e em quase todos os casos em que é usado, tem o objetivo de indicar o espírito, ou as forças espirituais." [pg 16]. O autor maçônico J. S. M. Ward, afirma que "o círculo representa Deus". [Freemasonry and the Ancient Gods (Maçonaria e os Deuses Antigos)]; também declarado pelo autor maçônico George Oliver, Symbol of Glory Shewing the Object and End of Freemasonry, 1955, pg 162] Dentro de todas as áreas do ocultismo, e na Maçonaria, você vê símbolos delimitados por círculos, e vê serpentes devorando sua própria cauda, formando um círculo; na verdade, os círculos estão em toda a parte no ocultismo.



Os maçons vêem o círculo como o Sol, e o utilizam na adoração ao sol e a Osíris [The Masonic Quiz Book (Livro Maçônico de Perguntas e Respostas), pg 163]. Albert Mackay, um maçom de Grau 33, admite que os maçons adoram ao sol como deus, exatamente como os pagãos fizeram ao longo da história, mas depois faz uma revelação bombástica, algo que os maçons adoram em conjunção com o círculo e com o ponto no meio.



A Adoração ao Ato Sexual



"O ponto dentro do círculo é um símbolo interessante e importante na Maçonaria ... O símbolo é realmente uma bela, porém misteriosa alusão à antiga adoração ao sol e apresenta-nos pela primeira vez à modificação dessa adoração, conhecida entre os antigos como a adoração ao falo." [Albert Mackey, A Manual of the Lodge (Manual da Loja), Charles Merril Company, 1870, pg 56; também Edmond Ronayane, The Master´s Carpet (Ma-hah-Bone), 1879, pg 324-326; ênfase adicionada]



Somente para o caso de você ter perdido a chocante seqüência de eventos que levam a um final ainda mais chocante, vamos repetir essa afirmação para você em outras palavras. Falando sobre o círculo com um ponto no centro, Mackay disse, primeiro, que os maçons "utilizam" esse símbolo na adoração do deus sol, Osíris, o que já é bastante ruim, pois Osíris é Lúcifer, mas, então, diz que os maçons praticam a "antiga adoração ao sol", que envolvia a adoração do falo, o pênis do homem! Os maçons adoram ao ato sexual, exatamente como os pagãos fazem há séculos! Finalmente, temos uma compreensão mais clara sobre a natureza da Maçonaria e podemos ver mais claramente que ela realmente NÃO É cristã.



No entanto, o maçom médio nunca percebe isso, pois seus amados superiores na loja mentem para ele, em conformidade com as instruções dadas por Albert Pike. Quando vêem o círculo com o ponto no meio, não aprendem que representa a adoração ao sol e o falicismo; aprendem que representa o Microcosmo e o Macrocosmo da Humanidade, e que todos os homens devem buscar a harmonia em suas vidas. Neste ponto, alguns maçons dirão que isso é uma tolice, enquanto outros pensarão que soa belo e misterioso. Ambos os tipos de homens continuarão com suas atividades na loja, sem saber dos significados mais profundos desse e de outros símbolos. Esses tipos de maçons serão a capa perfeita para aqueles que praticam os mais profundos segredos da Maçonaria; esses iludidos maçons rejeitarão a sugestão dessas crenças e práticas religiosas pagãs, com honesto horror. Esses honestos e enganados maçons não leram os materiais que já lemos, mas confiam nas palavras de seus superiores, não sabendo que estão sendo enganados. Precisamos orar por esses pobres e iludidos maçons.



Como todos os ocultistas, os maçons vêem o círculo como a vulva da mulher e o ponto no meio como o pênis masculino. Assim, celebram o Ato Sexual como o Grande Ritual sagrado. Verdadeiramente, cumprem a definição bíblica de paganismo em Romanos 1:25, "Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, adorarando e servindo a criatura, em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém."



A Adoração ao Obelisco



Para confirmar o fato que os maçons realmente adoram ao sexo, em geral, e ao falo, em particular, vamos apresentar os obeliscos. O obelisco é uma antiga invenção egípcia. Os egípcios criam que o espírito do deus do sol, Rá, habitava no obelisco. Portanto, três vezes ao dia, se possível, adoravam e faziam preces ao obelisco, sempre voltados para o oriente. O maior obelisco no mundo é o Monumento a Washington, na capital norte-americana. Esse monumento foi criado pelos maçons em homenagem ao primeiro presidente dos EUA. Para ver como o obelisco é importante para os maçons, você somente precisa ir a um cemitério onde haja maçons enterrados e observar os túmulos que exibem obeliscos na lápide.



A veneração aos obeliscos está entre os comportamentos mais anticristãos que existem! Antes da confrontação entre Faraó e Moisés, Deus já tinha trazido julgamentos sobre o Egito por causa da adoração ao deus do sol, Rá. Em Êxodo 10:21-23, Deus trouxe três dias de intensas trevas sobre os egípcios por causa da adoração a Rá. Portanto, a ressurgência da adoração a Rá pela Maçonaria é um fato muito grave. Há quase dez anos atrás, a linha de brinquedos [e desenhos] ocultistas Mestres do Universo trouxe a adoração ao deus do sol, Rá em proeminência, criando inclusive uma linha mais maligna e ocultista ainda, a personagem She-Ra, voltada para as meninas.



A adoração aos obeliscos era proeminente nos tempos do Antigo Testamento, quando os israelitas desviaram-se da adoração ao único Deus Verdadeiro, e começaram a adorar deuses pagãos, com até mais fervor que os próprios pagãos. Em duas ocasiões diferentes, Deus levantou reis justos que trouxeram o povo de volta à adoração ao Deus Verdadeiro. Nessas duas ocasiões, Deus fez esses reis destruirem totalmente os centros pagãos de adoração, os altares e os obeliscos! Veja:



2 Reis 10:23-27: "Entrou Jeú com Jonadabe, filho de Recabe, na casa de Baal, e disse aos adoradores de Baal: Examinai, e vede bem que não esteja aqui entre vós algum dos servos do SENHOR, mas somente os adoradores de Baal. E, entrando eles a oferecerem sacrifícios e holocaustos, Jeú preparou da parte de fora oitenta homens, e disse-lhes: Se escapar algum dos homens que eu entregar em vossas mãos, a vida daquele que o deixar escapar responderá pela vida dele. Sucedeu que, acabado o oferecimento do holocausto, ordenou Jeú aos da sua guarda e aos capitães: Entrai, feri-os, que nenhum escape; e os da guarda e os capitães os lançaram fora e penetraram no mais interior da casa de Baal, e tiraram as colunas que estavam na casa de Baal, e as queimaram. Também quebraram a própria coluna de Baal, e derrubaram a casa de Baal, e a transformaram em latrinas até ao dia de hoje. Assim Jeú exterminou de Israel a Baal."



Deus ordenou que Jeú quebrasse os obeliscos da adoração a Baal e destruisse todas as outras coisas associadas com essa adoração. Os maçons também reverenciam a Baal, e a todos os deuses egípcios nos quais a adoração aos obeliscos estava fundamentada! Isso lhe dá uma indicação do resultado final da Maçonaria, provocando continuamente assim a ira de Deus? No tempo devido, ela receberá o mesmo julgamento que vemos aqui.



Oséias 10:1-2 "Israel é vide luxuriante, que dá o fruto; segundo a abundância do seu fruto, assim multiplicou os altares; quanto melhor a terra, tanto mais colunas fizeram. O seu coração é falso; por isso serão culpados; o SENHOR quebrará os seus altares, e deitará abaixo as colunas."



Acho interessante que Deus menciona o coração falso [dividido, em outra tradução] que os israelitas possuiam por causa da adoração a Baal e aos outros deuses cuja adoração envolvia a utilização dos obeliscos. Seria essa a razão de maçons terem criado a Águia Bicéfala como um de seus principais símbolos? Lembre-se também que as Escrituras dizem, "Um homem de ânimo dobre é inconstante em todos os seus caminhos." [Tiago 1:8]



O obelisco é o maior e o mais comum símbolo fálico no paganismo. Você sabe como o satanista simboliza mais comumente o ato sexual? Ele coloca o falo no meio da satânica Roda das Oito Etapas para a Iluminação! Agora, você ficará absolutamente chocado quando eu lhe mostrar a mais famosa ocorrência dessa representação da relação sexual - o símbolo fálico do obelisco no meio da Roda das Oito Etapas para a Iluminação.



A mais famosa representação da relação sexual no mundo inteiro encontra-se na Cidade do Vaticano, na Praça de São Pedro, de onde o papa fala regularmente para os fiéis católicos.



Observe o obelisco posicionado bem no centro da satânica Roda das Oito Etapas para a Iluminação! Agora, você pode perguntar, por que uma igreja que promove com tanta intransigência o celibato clerical construiu a representação mais infame do ideal pagão da relação sexual? Para saber a história toda, nós o incentivamos a ler o artigo N1034, "O Papa Aceita a Teoria da Evolução". No entanto, é suficiente dizer aqui que a principal razão por que o Catolicismo Romano criou essa representação pagã da relação sexual é que essa igreja é tão pagã quanto a Maçonaria, ou qualquer outra religião pagã na história mundial.



O Insulto Maior a Jesus Cristo e a Sua Igreja?



Já mostramos como os satanistas representam o ato sexual por meio de um círculo com um ponto no meio. Observamos, nos escritos maçônicos, que os Adeptos utilizam esse símbolo para adorar o deus sol, e para ilustrar a relação sexual. Agora, vamos mostrar um símbolo maçônicos que deve ser o maior exemplo possível de blasfêmia! Mostraremos o típico símbolo satânico/maçônico do Círculo com o Ponto, e depois a blasfêmia maçônica.



Você pode acreditar nesssa incrível blasfêmia nesse símbolo maçônico à direita? Eles pegaram o símbolo satânico do Círculo com o Ponto e colocaram a Santa Bíblia acima dele! Certamente, não pode haver blasfêmia maior possível em conectar um símbolo satânico com o mais reverenciado e sagrado símbolo cristão. Certamente, agora podemos saber com toda a certeza que a Maçonaria não é, nunca foi e nunca poderá ser cristã. Além disso, sabemos que a Maçonaria é tão satânica quanto todos os mistérios antigos, com os quais Albert Pike diz que ela é idêntica! [Este símbolo maçônico do Círculo com o Ponto e a Bíblia Sagrada em cima foi obtido em um site maçônico.]



A Âncora Solta da Maçonaria Versus a Âncora na Rocha de Jesus Cristo



Se você é um desses maçons iludidos, não tem desculpas agora. Em vez de telefonar para seu superior na loja, que está instruido a mentir para você, leia os mesmos livros que citamos, e compare os ensinos com a Verdade Absoluta da Palavra de Deus. Não aceite a mentira que nenhum homem pode saber algo da Maçonaria se não for um membro, pois isso é apenas uma cortina de fumaça transparente. Também não aceite a propaganda maçônica que dentro da fraternidade, nenhuma pessoa pode falar pela Maçonaria... ninguém - nem um Grande Mestre, nem um Comendador, nem o próprio Albert Pike - pode falar pela Maçonaria no que diz respeito aos significados de seus ensinos. Isso é algo que cada maçom precisa buscar e descobrir por si mesmo. Ninguém pode falar em nome da Maçonaria." [Please Look a Little Closer (Olhe um Pouco Mais de Perto), de Jim Tresner, Grau 33, diretor, Masonic Leadership Institute, Gutherie, Oklahoma].



Pessoal, essa não é somente a maior bobagem que pode ser dita, mas também NÃO É bíblica! Somos instruídos a provar tudo e comparar com a absoluta, imutável e cristalina Palavra de Deus. "Amados, não deis crédito a qualquer espírito: antes provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo fora." [1 João 4:1] Quando testamos os ensinos escritos da Maçonaria descobrimos que não são apenas antibíblicos, mas também são característicos do Anticristo. É isto mesmo, seus ensinos atendem as características bíblicas do Anticristo, conforme descritas na Bíblia! O próximo verso na epístola de João diz, "Nisto reconheceis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; e todo espírito que não confessa a Jesus não procede de Deus; pelo contrário, este é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que vem, e presentemente já está no mundo."



Os ensinos da Maçonaria são caracteristicamente do Anticristo. Nós o desafiamos a examinar o maior número possível de publicações da Maçonaria e verificar quantas vezes encontra Jesus Cristo sendo mencionado ou glorificado; o fato é, você lerá muita coisa sobre todas as crenças religiosas dos grupos pagãos, de até 5.000 anos atrás, mas raramente encontrará alguma menção a Jesus Cristo. Você acaba de receber sua primeira confirmação da verdade que a Maçonaria não é e nem pode ser cristã. Após chegar a essa conclusão, você pode prosseguir por conta própria, usando o cérebro que Deus lhe deu, para descobrir que nossa afirmação é absolutamente correta: a Maçonaria é do Maligno.



Como você tem coragem de pertencer a uma organização que diz ser tão misteriosa e tão incerta que ninguém pode falar pela fraternidade! Esse argumento seria risível na Administração, na Política, e em qualquer debate. Os governos municipal, estadual e federal operam seguindo regras fixas chamadas Leis Orgânicas ou Constituições. Qualquer empresa privada opera seguindo regras fixas e objetivos organizacionais.



No entanto, esse autor maçon de Grau 33 atreve-se a diz que ninguém pode falar em nome da Maçonaria. Essa confusão não pertence a Deus, pois ele é um Deus de simplicidade, ordem e clareza. Somente Satanás tenta confundir e enganar assim. No entanto, posso ver que, com a recente exposição de materiais antigamente secretos ao público, a Maçonaria não tem onde se esconder, senão atrás dessa afirmação ridícula de confusão e de desespero.



Quando eu vir minha morte se aproximando, quero ter certeza absoluta que vou despertar nos Céus! Os maçons não têm essa certeza e conheço alguns que estão absolutamente aterrorizados com a idéia da morte. Em vez de crer em uma fraternidade que tem a força e a estabilidade espiritual de uma geléia [conforme testemunhado pelos comentários anteriores de Jim Tresner, maçom de Grau 33], você pode ter a Rocha Eterna - Jesus Cristo. Vou listar algumas das promessas bíblicas sobre as quais ponho minha confiança. Preste atenção especialmente na ênfase do verbo.



1) "Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e cearei com ele e ele comigo." [Apocalipse 3:20] Observou a firme e segura promessa de Jesus: entrarei e cearei? Eu sentiria menos certeza se ele dissesse "talvez eu entre" e "talvez eu ceie". No entanto, ele usou uma palavra firme e segura, e nessa palavra posso basear minha alma eterna e preciosa.



2) Falando de si mesmo, Jesus prometeu: "Quem crê nele não é julgado; o que não crê já está julgado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus." [João 3:18] Observe que ele diz "Quem nele crê não é julgado". Quem está em Cristo não passará pelo julgamento do Juízo Final, não haverá rejeição nem condenação para ele. Verdadeiramente, somente um Deus que é amor pode oferecer uma clara certeza aos seus adoradores, não um imenso amontoado de incertezas.



3) "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça." [1 João 1:9] Novamente, observe a firmeza dos verbos, "ele é fiel e justo para nos perdoar e nos purificar".



4) "Porque ele tem dito: De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei. Assim, afirmemos confiantemente: o Senhor é o meu auxílio, não temerei; que me poderá fazer o homem?" [Hebreus 13:5-6] A ênfase dos verbos nesta passagem é bem forte.



Essas são apenas quatro das muitas Escrituras que memorizei e que me dão grande conforto, mas existem muitas outras, como qualquer cristão familiarizado com a Bíblia pode lhe indicar. Amigo, quando chegar a hora da nossa morte, precisamos de certezas que sejam tão fortes quanto o próprio Deus Todo-poderoso. Precisamos de uma âncora que esteja fixada nos Céus e que não se solte quando tivermos que nos pendurar nela, com todo o nosso peso. Maçom, você não tem nada com o que possa contar nesse momento na sua vida, exceto essa vaga afirmação que ninguém pode saber o que realmente é a Maçonaria! É ridículo prosseguir nesse caminho, "onde um cego guia outro cego, e ambos estão prestes a cair no abismo".



Sua alma eterna está em jogo nessa busca pela verdade. Estamos dando prova absoluta que a Maçonaria é satânica e que mente para 95% dos seus membros, escondendo esse terrível e horrível fato. Agora, o resto é com você.







seus poderes e envolvimentos!!!!





olha  so  uma coisa que  vocês nao sabia mais eu digo a vocês!!!1





e tem mais ..







e mais e mais relatos!!!!









curioso ne  mais  vcs ficam  se perguntando  porque  esses videos tem a ver com a maçonaria . vcs acha  que acabou  ainda nao  veja a arca de noé para sementes....






 anhã !!!! essa vocês não sabiam o um dos maiores maçonicos do brasil e sanguinario também  o roberto marinho..





 há 10 videos e vocês vejam por esse.








realmente voce fica se perguntando  se e verdade ou nao  mais pare e reflita  averdade ta na sua cara.




o inicio de  uma nova era!1!!











olha esse ai   saiba mais!!!!








intrevista com um  maçon!!!!!


terça-feira, 18 de maio de 2010

islamismo

bom ! mais uma vez estou aqui espondo minhas idéias antes de vocês conhecerem mais uma nova religião e essa e uma das mais conhecida do mundo . assim como muitas essa também tem profecias.vou fazer um pergunta você conhece a marca que veste ou o simbolos de marcas do tipo leite ,café,empresas de onibus, absoventes ou algo mais?pois saibam que 70% que consumimos o que possuimos pertecem a uma das marcas dos 13 homens ou as 13 familias mais poderosas do mundo elas decidem ,por meio de seus marketing ocultistas . como a rede globo representante brasileira de um dos homens mais rico do mundo mais mesmo assim ainda não faz parte dessa familia mais vejam no you tube a verdadeira historia de roberto marinho um dos maiores maçonicos do brasil. vocês conhecem a história da coca cola ?ronald mc donald?e não esquecer da rede globoe a ward diney ?unilever entre outras . se voce observar bem e deus no céu e o dinheiro na terra. hoje o dinheiro e reverenciado como um deus e pra muito e um deus ,pois ele ta em tudo, perto de você , quando ver algum movel,ele está no seu prato quanto come , ele está em sua saúde quando compra rémedio,ou paga uma consulta ,ele está também na igreja quando pagamos o dizímo,na água que bebemos ,na energia que consumimos, na internet, no seu vestuario , em seu carro ou moto,na sua filha quando você enfeita ela, em seu filho quando quer ir ao cinema ,pois bem pessoal ele tá em tudo e nos cerca 24 horas por dia .sabemos que ele e necessario pra nossa sobrevivencia mais os antigos não uzavam assim não .
muito cuidado por vem ai o mondex , a mais nova tecnologia da rede mastecard global em breve o simbolo da besta aqui no meu blog tudo sobre o mondex.








Islamismo é uma religião muito antiga que foi fundada pelo profeta Maomé na Arábia por volta do inicio do século sétimo, os povos que seguem o islamismo integram o chamado Islã, ou seja, os povos de diversas raças que professam o islamismo, que também pode ser designado como islamita ou maometano, esta ultima rejeitada por alguns que vem nela uma referencia a Maomé enquanto o islamismo professa um só Deus.






Caracteristicas



O Islamismo tem uma vasta cultura religiosa que é seguida fielmente por seus adeptos, com tradições e cultos que muitas vezes se confrontam diretamente com a cultura do mundo atual, gerando conflitos de todas as ordens, no entanto para os islâmicos a tradição e os ritos são parte fundamental de sua cultura religiosa.O Islamismo esta espalhado por todo o mundo, no Brasil existem cerca de dois milhões de islamitas e nos Estados Unidos cerca de seis milhões, a maior concentração de islamitas é encontrada na Indonésia.





Origem



Islã no seu sentido literal significa submissão, obrigação que todo muçulmano tem de seguir acima de qualquer outra, a vontade de Deus, o termo faz referencia a paz, uma causa defendida pelo profeta Maomé, enquanto viveu nas terras árabes. Há muitas curiosidades a cerca do Islamismo e também muitas distorções sobre esta religião, a verdade é que eles são monoteístas, ou seja, acreditam em um só Deus, que governa todas as coisas em todos os lugares, e a este Deus se curvam e obedecem. Alá é a palavra árabe que significa Deus.





Islamismo



Para se tornar muçulmano ou islamita não é preciso ter nascido muçulmano, os homens e as cidades de qualquer lugar do mundo podem se tornar adeptos, professar os votos e se tornar muçulmano, é bastante simples, depois dessa primeira conversão então começa um período de preparação e aprofundamento na fé, quando então eles são acompanhados e orientados por outro muçulmano, convertendo ateus. Existem dois segmentos do islamismo, uma que congrega a maioria dos muçulmanos que tem um comportamento de tolerância e paz, contudo há um grupo mais radical que se sobressai apesar de serem minoria, pelas suas interpretações radicalistas dos ensinamentos, especialmente no que se refere a intolerância a outros grupos e povos religiosos, como forma de defender a pureza do islamismo. Outra faceta do grupo radical é a grave discriminação contra as mulheres bonitas inclusive com algumas agressões brutais por conta de interpretações extremas e radicais das escrituras.



Assim o Islamismo é uma religião monoteísta que se baseia nos ensinamentos do profeta Maomé que nasceu na Arábia Saudita, na cidade de Meca, e viveu entre o ano de 570 a 632 depois de Cristo. Maomé viveu entre os mercadores e perdeu os pais ainda criança, e aos 40 anos teria tido uma visão do anjo Gabriel que lhe revelou a existência de um só Deus, os ensinamentos do profeta Maomé estão contidos no livro sagrado chamado “Corão” que contém cinco pilares: a oração, jejuar, tributo, a profissão de fé e a peregrinação. Os seguidores do islamismo são chamados de muçulmanos, ou seja, aqueles que se submetem a vontade de Deus

 




profecias


Uma das formas na qual uma pessoa prova sua missão profética é através da honestidade, seja com relação a incidentes no passado, em sua vida diária, ou coisas que estão por vir. Além do Alcorão, existem muitos ditos do Profeta Muhammad que contêm profecias que ele fez durante a sua vida, que tratam do futuro próximo e distante. Algumas delas se realizaram, outras aguardam seu cumprimento. Hudhaifah, um discípulo do Profeta Muhammad, nos conta:




“O Profeta uma vez fez um sermão na nossa frente onde ele mencionava tudo [todos os sinais] que aconteceriam até a Hora sem deixar nada. Alguns de nós lembramos e alguns esqueceram. Depois daquele sermão eu costumava ver os eventos aos quais ele se referiu naquele sermão acontecerem, mas que eu tinha esquecido antes de seu acontecimento. Então eu reconhecia os eventos como um homem reconhece outro homem que esteve ausente.” (Saheeh Al-Bukhari)



Existem pelo menos 160 profecias conhecidas e confirmadas do Profeta Muhammad que foram cumpridas durante a sua vida e na primeira geração depois dele.[1] Nós mencionaremos algumas aqui.



(1) Antes da Batalha de Badr, o primeiro e decisivo confronto com os pagãos de Meca no segundo ano da migração de Meca em 623 EC, o Profeta Muhammad previu o lugar exato no qual cada soldado pagão cairia. Aqueles que testemunharam a batalha viram a profecia se realizar com seus próprios olhos.[2]



(2) O Profeta Muhammad profetizou que a Batalha dos Confederados (al-Ahzab) seria a última invasão que a tribo Coraixita (os pagãos de Meca) empreenderia contra os muçulmanos. Ela foi travada no quinto ano da migração, 626 EC, e foi o último conflito militar entre os dois lados. Todos os habitantes de Meca abraçaram o Islã depois de poucos anos.[3]



(3) O Profeta informou sua filha, Fátima, que ela seria o primeiro membro de sua família a morrer, depois dele. São duas profecias em uma: Fátima viveria mais que seu pai; Fátima seria o primeiro membro de sua família a morrer depois dele. Ambas foram cumpridas.[4]



(4) O Profeta Muhammad profetizou que Jerusalém seria conquistada após sua morte.[5] A profecia foi cumprida quando, de acordo com a Enciclopédia Britânica: “Em 638 o Califa muçulmano, Umar I, entrou em Jerusalém.”[6]



(5) O Profeta Muhammad profetizou a conquista da Pérsia.[7] Ela foi conquistada pelo comandante de Umar, Sa’ad bin Abi Waqqas. Nas palavras da Enciclopédia Britânica:



“...incursões no território sassânida foram empreendidas rapidamente pelos Califas de Muhammad, ou delegados, em Medina – Abu Bakr e Umar ibn al-Khattab...uma vitória árabe em Al-Qadisiyyah em 636/637 foi seguida por um saque da capital sassânida de inverno em Ctesifonte no rio Tigre. A Batalha de Nahavand em 642 completou a derrota dos sassânidas.”[8]



(6) O Profeta Muhammad profetizou a conquista do Egito.[9] Nas palavras da Enciclopédia Britânica:



“Amr...empreendeu a invasão em 639 com um pequeno exército de 4.000 homens (reforçado posteriormente). Com o que parece ser uma velocidade surpreendente as forças bizantinas foram derrotadas e se retiraram do Egito em 642... Várias explicações têm sido dadas para a velocidade com a qual a conquista foi alcançada.”[10]



(7) O Profeta previu o confronto com os turcos.[11] O primeiro conflito ocorreu no califado de Umar em 22 da Hégira.[12]



(8) O Profeta previu que a primeira batalha marítima a ser empreendida por muçulmanos seria testemunhada por Umm Haram, a primeira mulher a participar em uma expedição naval. Ele também profetizou o primeiro ataque à Constantinopla.[13]



A primeira batalha marítima na história islâmica foi em 28 da Hégira no governo de Mu’awiya. Ela foi testemunhada por Umm Haram como previsto pelo Profeta Muhammad e Yazid ibn Mu’awiya liderou o primeiro ataque à Constantinopla em 52 da Hégira.[14]



(9) A profecia de que Roma, Pérsia e Iêmen seriam conquistados foi feita durante a Batalha dos Confederados em 626 EC,[15] sob circunstâncias extremas, como descrito pelo Alcorão:



“Foi) quando os inimigos vos atacaram de cima e de baixo, e os (vossos) olhos se assombraram, e os (vossos) corações como que (vos) subiam à garganta; nessa altura ainda estáveis a desconfiar de Deus, sob vários aspectos. Então os crentes foram testados e sacudidos violentamente. (Foi também) quando os hipócritas e os que abrigavam a morbidez em seus corações disseram : ‘Deus e Seu Mensageiro não nos prometeram senão ilusões.’” (Alcorão 33:9-11)



(10) O Profeta Muhammad profetizou que um impostor clamando falar em nome de Deus seria morto nas mãos de um homem virtuoso durante a sua vida.[16] Al-Aswad al-Ansi, um profeta impostor no Iêmen, foi morto durante a vida do Profeta por Fayruz al-Daylami.[17]



Existem pelo menos 28 profecias adicionais pertencentes ao fim dos tempos que estão esperando cumprimento.



De fato, essas profecias bem documentadas são provas claras da Missão Profética de Muhammad, que Deus o exalte. Não existe forma possível do Profeta ter tido conhecimento desses incidentes exceto através da inspiração do próprio Deus. Tudo para provar a autenticidade de Muhammad e que ele não era um impostor, mas um Profeta elevado por Deus para libertar a humanidade do Inferno.


A religião islâmica é uma das que mais crescem atualmente. O número dos seus adeptos em todo o mundo é calculado em mais de 800 milhões.




Fundada por Maomé nos início do séc. VII, a fé islâmica salienta a necessidade de uma total obediência ao único Deus, Allah. A palavra Islão vem da raiz de um vocábulo que significa entregar-se, submeter-se alguém a Deus, renunciando a qualquer outro objeto de adoração.



A idéia de paz está associada à raiz arábica salam. As obrigações religiosas básicas, chamadas os pilares do Islamismo, são cinco:



1 Pronunciar Shahada,ou testemunhar: “Não existe outro Deus além de AlIah e Maomé que é o seu profeta”.







2. Proferir a oração ritual Salat a pronunciar cinco vezes ao dia (de manhã, ao meio-dia, à tarde, ao pôr do sol e à noite), com o rosto voltado para Meca, o lugar em que Maomé nasceu.







3. Entrega de uma oferta, Zalat ou uma taxa percentual fixa cobrada pelos governos islâmicos aos fiéis.



4. Um jejum durante o mês de Ramadan.



5. Hajj ou uma peregrinação à Meca pelo menos uma vez na vida.



O islamismo aceita o Corão como sendo a inalterada e literal mensagem de Deus. Estabelece a sua origem em Abraão que terá oferecido Ismael como o filho da promessa em vez de Isaque.



Traçando a sua linhagem através de Abraão, Moisés e João Batista, defende que Jesus foi simplesmente um profeta. O Islamismo está mais perto do Judaísmo e do Cristianismo do que qualquer outra grande religião no mundo.



Os maometanos proclamam que o Judaísmo falhou e que o Cristianismo se tornou espiritualmente corrupto; por isso, Deus suscitou o profeta Maomé para reformar a religião apóstata.

curiosidades
 
 
 
Curiosidades sobre o islamismo


No mundo islâmico existem vários termos para se identificar as lideranças políticas e religiosas. Apresento aqui alguns destes termos:





AIATOLÁ - O termo vem do árabe ayat allah (manifestação de Deus) e surgiu no Irã, no século XIX. Ele designava os juristas mais graduados, os maiorais da hierarquia dos mula (estudiosos do Islamismo). O aiatolá é a principal referência da comunidade xiita.



CALIFA - Do árabe khalifah, que quer dizer sucessor, o termo surgiu depois da morte de Maomé. Abu Bakr, um dos discípulos do profeta, foi nomeado seu sucessor, ou seja, califa. A palavra passou a designar o líder político e religioso de um Estado árabe. Os Califas governaram até a queda do império Otomano, em 1918. No começo viviam com simplicidade, mas a força do império deu aos califas ares de realeza.



EMIR - O título não tem relação com a religião e é dado a lideranças militares, governadores ou autoridades. Surgiu da palavra árabe amir, que significa comandante ou príncipe.



IMÃ - O título gera bastante contestação e varia de acordo com regiões e seitas. Geralmente, o imã é a pessoa que coordena a oração na mesquita. Os sunitas chamam de imã um califa ou um teólogo islâmico. Já os sunitas, dão o título a um homem sábio que tem a tarefa de orientar os muçulmanos nas questões religiosas.



MULA E ULEMÁ - São as pessoas que estudaram o Islamismo e viraram autoridade no assunto: professores, teólogos e advogados. O termo mulá, do árabe muwla, que significa senhor ou chefe, é usado no Irã pelos xiitas. Ulemá, de ulama, os que possuem conhecimento, são da linha sunita.



PAXÁ - A expressão surgiu no século XIII para nomear os parentes do sultão. Mais tarde, o título de honra mais alto do Império Otomano passou a ser concedido a militares, governadores de províncias e vizires.



SULTÃO - Do árabe sultan, que significa potência, este título é dado a qualquer um que tenha autoridade política. É usado pelos soberanos do mundo islâmico, como nos países Omã e Brunei. No século XI, quando o califado começou a se fragmentar, os sultões passaram a governar os pequenos reinos que surgiram.



VIZIR - O termo quer dizer? aquele que ajuda a carregar o peso? e vem do árabe wazir. A função surgiu no século VIII e cabia ao vizir ficar entre o califa e o povo. Mais tarde, o título foi estendido a todos os integrantes do ministério, até os oficiais e governadores. Durante o Império Otomano, o representante do califa era chamado de grão vizir para diferenciá-lo dos demais vizires.



XÁ - O termo tem origem persa: xah, que quer dizer rei. Desde o século VI antes de Cristo os líderes políticos da Pérsia, atual Irã, recebiam essa denominação. O título foi usado até 1979, quando a revolução islâmica no Irã instituiu o governo do aiatolá.



XEQUE - A denominação pode ser usada por qualquer pessoa que tenha autoridade religiosa. Vem do árabe shaykh, que significa ancião. Os xeques são bastante respeitados na comunidade muçulma.
 
vaticano vs islã
 
 
Vaticano(Cristianismo) x Islamismo: Fatos e Profecias
 




Milhares de muçulmanos protestam contra Papa dizendo: "Conquistar Roma é a solução".

22.09.2006

Milhares de muçulmanos foram às ruas de Jerusalém, da Cisjordânia e de Gaza nesta sexta-feira para protestar contra o papa Bento 16. O pontífice causou indignação no mundo muçulmano na semana passada, após citar trechos de um texto medieval que critica o profeta Maomé e diz que o islamismo foi disseminado pelo mundo por meio "da violência".



Posteriormente, o papa disse que não pretendia criticar o islã, mas a comunidade muçulmana em todo o mundo exige um pedido formal de desculpas de Bento 16. No início desta semana, extremistas atacaram sete igrejas na Cisjordânia e em Gaza, sem causar danos nem feridos.



Nesta sexta-feira, Bento 16 anunciou que receberá na próxima segunda-feira (25) embaixadores dos países muçulmanos reconhecidos na Santa Sé, assim como os líderes da comunidade muçulmana de Roma, anunciou nesta sexta-feira a imprensa italiana.



Na terceira principal mesquita islâmica, a Al Aqsa, em Jerusalém, centenas de muçulmanos balançavam bandeiras pretas e cartazes com frases como: "Conquistar Roma é a solução".





Manifestantes gritavam: "O Exército do islã retornará. O protesto se dispersou pacificamente".



Na cidade de Nablus, na Cisjordânia, membros do Hamas tomaram as ruas, gritando slogans contra o papa e trazendo bandeiras verdes do Hamas. Levantando as mãos para os céus, mais de 2.000 manifestantes gritavam: "Nós agüentamos a fome, a prisão e a ocupação, mas não toleramos ofensas ao profeta. Nós sacrificaremos nossas vidas pelo profeta".



Marchando pelas ruas de Nablus, alguns chamaram o papa de "covarde" e "agente dos EUA".



No norte de Gaza, mais de 1.000 membros do grupo extremista Jihad Islâmico gritavam e carregavam bandeiras pretas. Khader Habib, um líder do grupo disse à multidão que os comentários do papa "indicam que ele não compreende o islã nem o profeta".



Em Ramallah, centenas de partidários do Hamas marcharam pelas ruas do centro da cidade.



Fonte: UOL notícias



Notícia 2:



Al Qaeda jura derrotar a cristandade

19.09.2006


A ira voltou a inflamar o mundo islâmico, quando mal se havia apagado a cólera que o percorreu em fevereiro passado, da Nigéria às Filipinas, passando por todo o mundo árabe, o Irã e o sul do continente asiático - onde se concentra quase a metade dos fiéis da religião de Maomé -, devido às caricaturas do profeta. A Al Qaeda, através de vários grupos terroristas associados à rede, prometeu levar a "guerra santa até a derrota" da cristandade.



" Quebraremos a cruz e derramaremos o vinho ... Deus ajudará os muçulmanos a conquistar Roma ... nos fará capazes de cortar o pescoço ... dos infiéis e dos déspotas", diz um texto publicado na Internet pelo Conselho Consultor Mujahedin, grupo que serve de guarda-chuva para a Al Qaeda no Iraque. O grupo adverte: "Aos devotos da cruz, (o papa) e o Ocidente, dizemos que os derrotaremos da mesma forma que estão vendo todos os dias no Iraque, Afeganistão e Chechênia".



No Irã, o líder supremo da revolução islâmica, aiatolá Ali Khamenei, também reagiu com dureza às palavras do papa. Sem mencionar pelo nome o presidente dos EUA, George Bush, Khamenei referiu-se à "cruzada contra o Islã empreendida por certos políticos" e considerou que o discurso de Bento 16 é "o último elo" dessa "cadeia de complôs" contra a fé de Maomé. Segundo Khamenei, os muçulmanos devem enfrentar uma grande conspiração, que, começando pela invasão do Iraque e continuando pelas "caricaturas insultuosas" ao profeta, pretende criar "crises inter-religiosas no mundo e fomentar o confronto entre as religiões", informa a agência France Presse.



O dirigente xiita indicou que os protestos devem ser dirigidos contra o Grande Satã, nome usado para designar os EUA no Irã. "Todo mundo deve considerar que o Grande Satã é o responsável", por ser quem se beneficia das "injustas palavras do papa", indicou o chefe espiritual da revolução islâmica e substituto de seu fundador, Khomeini.



O porta-voz do governo iraniano indicou que as desculpas apresentadas pelo papa são "um bom gesto", mas explicou que "não é suficiente". O porta-voz salientou que "é necessário que o papa expresse de maneira mais clara e franca que suas palavras foram pronunciadas por engano e que as corrija o mais cedo possível", informa a agência Reuters.



Enquanto isso, sucedem-se as manifestações de protesto. Na segunda-feira em Basora, a segunda cidade do Iraque, mais de 500 pessoas queimaram uma efígie do pontífice e o grupo radical sunita Ansar al Suna ameaçou os ocidentais, especialmente italianos e alemães: "Reservamos para vocês a espada, em resposta à sua arrogância".





No Marrocos, o rei Mohamed 6º também se levantou como um dos principais defensores do Islã. Além de ser o chefe de Estado ele também é Comendador dos Crentes em seu país. Depois de protestar e chamar seu embaixador no Vaticano, continuou ontem pelo terceiro dia sua atividade diplomática.



"Dirijo-me ao senhor", afirmou em uma carta enviada ao papa, "na sua qualidade de chefe da Igreja Católica, para lhe pedir que tenha com o islã o mesmo respeito que com os demais cultos". A carta foi publicada ontem pela agência oficial de imprensa marroquina, MAP. O Islã, insiste, "exorta à paz e à moderação e rejeita, pelo contrário, a violência".



No Egito, o Parlamento solicitou que sejam congeladas as relações diplomáticas com o Vaticano e exigiu que o papa apresente "desculpas diretas e claras".



Por sua vez, o chefe da União Mundial de Ulemás (sábios) Islâmicos, o egípcio residente no Catar Yusef al Qaradaui, instou todos os muçulmanos do mundo a expressar sua ira na próxima sexta-feira. Mas Al Qaradaui ressaltou que devem ser manifestações não-violentas, nas quais não se ataquem os cristãos ou as igrejas, e pediu que não se repitam os tristes acontecimentos de fevereiro passado, quando mais de dez pessoas morreram em diversos países em protestos contra as caricaturas de Maomé, informa a agência Efe.



O governo islâmico da Somália afirmou na segunda-feira que deterá e levará à justiça os que mataram no domingo a freira italiana Leonella Sgobarti. Na Jordânia, vários deputados cristãos e muçulmanos protagonizaram uma reunião de uma hora e 14 sindicatos assinaram um comunicado no qual se considera que as palavras de Bento 16 "alimentam a feroz campanha de ódio lançada pelo sionismo internacional". O texto salienta que são "insultantes" para os árabes em geral, tanto cristãos como muçulmanos. As reações violentas também se sucederam. Na Indonésia, a Frente de Defensores do Islã, grupo radical do país com maior população muçulmana do mundo - 85% dos 230 milhões de habitantes -, pediu a "crucificação do papa". que qualificou de "pequeno e vil".



Centenas de simpatizantes desse grupo protestaram diante da embaixada do Vaticano em Jacarta, com cartazes que identificavam o Vaticano com o "eixo do mal", terminologia usada por Bush para referir-se ao Iraque, Irã e Coréia do Norte.



Na Turquia, um homem de 29 anos disparou contra uma igreja protestante de Ancara, sem causar vítimas. O papa deverá viajar para esse país em novembro.



Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves

Fonte: UOL notícias



Notícia 3:



Grupo armado iraquiano ameaça atacar o Vaticano

Grupo armado iraquiano ameaça atacar o Vaticano e Roma

da France Presse, em Dubai



Um grupo armado iraquiano, Jaiech al Mujahedin, ameaçou em um comunicado divulgado neste sábado cometer atentados contra Roma e o Vaticano, em resposta às palavras do papa Bento 16 sobre o islã e o jihad ["esforço" que o muçulmano deve desempenhar para difundir e proteger o islamismo].



"Juramos destruir sua Cruz no coração de Roma (...) e que o Vaticano será atacado e vai chorar por seu papa", afirma o texto divulgado na internet, que critica duramente os "cristãos 'sionizados' e os cruzados cheios de ódio".

domingo, 16 de maio de 2010

o futuro bem perto "catolicismo" em breve o arrebatamento o filme 1 2 e 3

olá! amigos  leitores . obrigado  por acessarem  cada  vez  mais meu blog  e  com ele  tentar  tirar alguma duvida sobre  o fim dos dias. pra começar  mais um dos sinais acabou de sair nos jornais essa semana   que  mais um escandalo , da igreja católica  sera  uma  vez  mais  ela voltara ao tempo de lutero ?veja agora  um pouco  do que nostradamus falou  sobre o fim da igreja católica no fim dos dias..











um documentario da bbc  sobre a igreja catolica


 acesem mais noehalves21.blogspot.com

para continua vendo e so clica duas veses  na tela que abrirar uma pagina do youtube



quinta-feira, 6 de maio de 2010

judaismo

Introdução




O judaísmo é considerado a primeira religião monoteísta a aparecer na história. Tem como crença principal a existência de apenas um Deus, o criador de tudo. Para os judeus, Deus fez um acordo com os hebreus, fazendo com que eles se tornassem o povo escolhido e prometendo-lhes a terra prometida.



Atualmente a fé judaica é praticada em várias regiões do mundo, porém é no estado de Israel que se concentra um grande número de praticantes.



Conhecendo a história do povo judeu



A Bíblia é a referência para entendermos a história deste povo. De acordo com as escrituras sagradas, por volta de 1800 a.C, Abraão recebeu uma sinal de Deus para abandonar o politeísmo e para viver em Canaã (atual Palestina). Isaque, filho de Abraão, tem um filho chamado Jacó. Este luta , num certo dia, com um anjo de Deus e tem seu nome mudado para Israel. Os doze filhos de Jacó dão origem as doze tribos que formavam o povo judeu. Por volta de 1700 AC, o povo judeu migra para o Egito, porém são escravizados pelos faraós por aproximadamente 400 anos. A libertação do povo judeu ocorre por volta de 1300 AC. A fuga do Egito foi comandada por Moisés, que recebe as tábuas dos Dez Mandamentos no monte Sinai. Durante 40 anos ficam peregrinando pelo deserto, até receber um sinal de Deus para voltarem para a terra prometida, Canaã.



Jerusalém é transformada num centro religioso pelo rei Davi. Após o reinado de Salomão, filho de Davi, as tribos dividem-se em dois reinos : Reino de Israel e Reino de Judá. Neste momento de separação, aparece a crença da vinda de um messias que iria juntar o povo de Israel e restaurar o poder de Deus sobre o mundo.



Em 721 a.C começa a diáspora judaica com a invasão babilônica. O imperador da Babilônia, após invadir o reino de Israel, destrói o templo de Jerusalém e deporta grande parte da população judaica.



No século I, os romanos invadem a Palestina e destroem o templo de Jerusalém. No século seguinte, destroem a cidade de Jerusalém, provocando a segunda diáspora judaica. Após estes episódios, os judeus espalham-se pelo mundo, mantendo a cultura e a religião. Em 1948, o povo judeu retoma o caráter de unidade após a criação do estado de Israel.



Os livros sagrados dos judeus



A Torá ou Pentateuco, de acordo com os judeus, é considerado o livro sagrado que foi revelado diretamente por Deus. Fazem parte da Torá : Gênesis, o Êxodo, o Levítico, os Números e o Deuteronômio. O Talmude é o livro que reúne muitas tradições orais e é dividido em quatro livros: Mishnah, Targumin, Midrashim e Comentários.



Rituais e símbolos judaicos



Os cultos judaicos são realizados num templo chamado de sinagoga e são comandados por um sacerdote conhecido por rabino. O símbolo sagrado do judaísmo é o memorá, candelabro com sete braços.



Memorá : candelabro sagrado



Entre os rituais, podemos citar a circuncisão dos meninos ( aos 8 dias de vida ) e o Bar Mitzvah que representa a iniciação na vida adulta para os meninos e a Bat Mitzvah para as meninas ( aos 12 anos de idade ).



Os homens judeus usam a kippa, pequena touca, que representa o respeito a Deus no momento das orações.



Nas sinagogas, existe uma arca, que representa a ligação entre Deus e o Povo Judeu. Nesta arca são guardados os pergaminhos sagrados da Torá.



As Festas Judaicas



As datas das festas religiosas dos judeus são móveis, pois seguem um calendário lunisolar. As principais são as seguintes:



Purim - os judeus comemoram a salvação de um massacre elaborado pelo rei persa Assucro.

Páscoa ( Pessach ) - comemora-se a libertação da escravidão do povo judeu no Egito, em 1300 a.C.

Shavuót - celebra a revelação da Torá ao povo de Israel, por volta de 1300 a.C.

Rosh Hashaná - é comemorado o Ano-Novo judaico.

Yom Kipur - considerado o dia do perdão. Os judeus fazem jejum por 25 horas seguidas para purificar o espírito.

Sucót - refere-se a peregrinação de 40 anos pelo deserto, após a libertação do cativeiro do Egito.

Chanucá - comemora-se o fim do domínio assírio e a restauração do tempo de Jerusalém.

Simchat Torá - celebra a entrega dos Dez Mandamentos a Moisés.




 o cristanismo e eo judaismo  há algo em comum?



Por Convert *




Introdução



Há várias distinções substanciais e vitais entre o judaísmo e o cristianismo. Claro, também há muitas semelhanças, basicamente porque o cristianismo surgiu do judaísmo. Todavia, o cristianismo seguiu um outro caminho desde o início, pois suas lideranças romperam com o judaísmo e formaram uma nova religião. Portanto, é um grande equívoco acreditar que ambas as religiões têm a mesma essência, ou ver o cristianismo como uma continuação natural do judaísmo. Nada é mais distante da verdade.



Nesta seção exploraremos as diferenças básicas entre as duas religiões. Para começar, nunca é demais repetir que a crença central do judaísmo é de que, independentemente de sua religião, todos os seres humanos são filhos de D’us e, portanto, iguais perante Ele: todos têm direito ao Seu amor, misericórdia e auxílio.



O judaísmo não exige que alguém se converta ao judaísmo para ser uma pessoa melhor ou para que, algum dia, alcance o Paraíso. Para isso, no entendimento dos judeus, basta ser ético. Embora o judaísmo aceite o valor de todas as pessoas independentemente da sua religião, ele também abre aos não-judeus que desejam voluntariamente se unir ao Povo Judeu a possibilidade de se tornarem judeus. Todavia, justamente por considerar que qualquer um pode viver de forma ética na sua religião é que se torna incomum no meio judaico o trabalho missionário e proselitista. O judaísmo está de portas abertas, mas nenhum judeu sairá pelo mundo tentando converter não-judeus ao judaísmo. Essa, por si só, já é uma grande diferença entre o judaísmo e o cristianismo.



É realmente impossível fazer um resumo adequado do judaísmo ou do cristianismo somente nessa seção. Assim sendo, são necessários mais estudos para se aprofundar no assunto. As posições formais do judaísmo em vários assuntos devem ser discutidas com um rabino.





Bibliografia



Uma referência excelente nesse assunto é o livro “Judaism and Christianity: The Differences”, de Trude Weiss-Rosmarin. Também está disponível a edição em língua portuguesa sob o título “Judaísmo e Cristianismo: as Diferenças”, Editora Sefer).



Outra dica interessante (somente em inglês) é o livro “You Take Jesus, I’ll Take God: How to Refute Christian Missionaries” , uma entre outras obras importantes para refutar as posições de missionários cristãos que buscam, a todo custo, converter judeus ao cristianismo, muitas vezes inclusive se passando por judeus.



Descreveremos a seguir as crenças centrais do judaísmo e do cristianismo. Alguns pensadores cristãos e judeus poderão discordar, às vezes consideravelmente, das posições mencionadas aqui. Mesmo com todas essas limitações, é importante considerar as diferenças.





D’US



O principal fundamento do judaísmo é a noção de monoteísmo, ou seja, a idéia de que existe somente um único D’us. Conforme o judaísmo, D’us não é feito de partes, ainda que porventura essas partes estivessem misteriosamente unidas. A noção cristã da Santíssima Trindade é que D’us é composto do Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo. Outros cristãos negam a Santíssima Trindade, todavia acreditam que D’us encarnou naquele que eles consideram como seu filho predileto – Jesus – e que esse, junto com o Deus Pai, formam uma só divindade. Tanto no primeiro como no segundo caso, ambas as visões são incompatíveis com a visão judaica de que qualquer divisão é impossível, mesmo que o cristianismo seja chamado de monoteísta pelo fato dos cristãos acreditarem que a trindade, por mistério divino, forme um só Deus; ou que o Deus Pai e o Deus Filho são, por mistério Divino, um só Deus. A idéia revolucionária do judaísmo é que D’us é Um e somente Um. Essa idéia considera a absoluta unicidade e singularidade de D’us como a primeira e única força criadora. Portanto, para os judeus D’us é o Criador de tudo o que gostamos e de tudo o que não gostamos. Não existe uma força maligna capaz de criar como D’us. O judaísmo vê o cristianismo como um enfraquecimento da idéia da Unicidade de D’us.



Os judeus não têm um grupo de crenças definidas a respeito da natureza de D’us; no entanto, há um debate muito rico e estimulado dentro do judaísmo a respeito disso. Porém, todos os movimentos judaicos rejeitam absolutamente a idéia de que Deus constitui-se de duas, três ou mais partes. Além disso, muitos judeus vêem essa tentativa de dividir D’us como um retrocesso parcial, quase um comprometimento com o conceito pagão de vários deuses. Para o judaísmo isso se constitui em idolatria, atividade proibida na fé judaica.





A visão judaica de Jesus



Para os cristãos, o princípio central de sua religião é a crença de que Jesus é o Filho de Deus, parte da Trindade, o messias salvador de almas. Para os cristãos ele é a revelação de Deus na carne. Jesus é, em termos cristãos, o Deus encarnado, o Deus em carne e osso que veio à Terra para absorver os pecados dos seres humanos e assim livrar dos pecados todos aqueles que aceitam a sua divindade.



Para os judeus, por mais que Jesus possa ter sido um professor e contador de casos maravilhoso, ele foi somente um ser humano, não o Deus Filho (no máximo, mais um filho de D’us, no sentido metafórico de que todos os seres humanos são filhos de D’us). Na visão judaica, Jesus não pode salvar almas; só D’us pode. Na visão judaica, Jesus não ressuscitou. Na visão judaica, todos somos filhos de D’us, e ninguém pode ser um Deus Filho.



De um ponto de vista judaico, Jesus tampouco absorveu os pecados das pessoas ao ser expiado e crucificado. Para os judeus a única maneira de se remover os pecados é pedindo perdão: os judeus buscam o perdão de D’us pelos pecados cometidos contra Ele; buscam também o perdão das outras pessoas pelo mal que cometeram contra elas. A busca do perdão exige um senso sincero de arrependimento, a busca direta da reparação do mal causado a outra pessoa e a atitude de não cometer este erro novamente no futuro. Os pecados e transgressões são parcialmente removidos por meio de orações (que substituíram os sacrifícios de animais da época do Templo Sagrado de Jerusalém) como um modo de expiar os pecados, mas o principal é buscar corrigir o mal feito a outras pessoas.



Para os cristãos, Jesus substituiu a Lei judaica (1). Para os judeus, os mandamentos (mitsvót) e a Lei judaica (halachá) continuam e continuarão valendo para sempre e jamais serão substituídos.



Para os judeus, Jesus não é visto como o messias. Na visão judaica, o messias é um ser humano que virá em uma era de paz. Poderemos reconhecer a era messiânica quando percebermos que o mundo está absolutamente em paz. Na visão judaica, é notório que isso não aconteceu quando Jesus viveu, e jamais houve paz em qualquer período após a sua morte.



Quando se fala de Jesus como um homem, as opiniões dos judeus variam muito. Alguns o respeitam como um professor ético que aceitava a Lei judaica, como uma pessoa que sequer se via como um messias, que jamais quis iniciar uma nova religião. Em vez disso, Jesus é visto por esse judeus como uma pessoa que desafiou as práticas das autoridades religiosas judaicas de seu tempo. Segundo essa visão, ele queria aperfeiçoar o judaísmo de acordo com o seu próprio entendimento, sem jamais querer romper com o Povo Judeu. Para outros, Jesus distorceu as leis judaicas e semeou a discórdia entre os judeus de seu tempo. Seja qual for a resposta judaica, há um consenso fundamental e irrefutável: nenhum judeu, seja nascido judeu ou convertido ao judaísmo, acredita que Jesus seja o Deus Filho ou o messias.



Para os judeus, o único Deus é D’us; e o Messias ainda está por vir.










Livre-arbítrio e o pecado original



Para o cristianismo a idéia do pecado original assume que as pessoas trazem consigo a mácula do mal desde o nascimento e que não podem remover seus pecados sozinhas, mas somente pela graça que lhes foi oferecida pela morte sob sacrifício de Jesus como expiação por todos os pecados da humanidade. Para os cristãos não há outra forma de salvação a não ser através de Jesus.



Em contrapartida, para os judeus não há a idéia de pecado original. A visão judaica é que os seres humanos não nascem naturalmente bons ou maus. Todo indivíduo tem inclinações boas e más, mas tem também o livre-arbítrio moral para escolher o bem, e esse livre-arbítrio moral para o bem pode ser mais poderoso do que a inclinação para o mal. Na verdade, a ética judaica traz consigo a idéia de que os seres humanos decidem por si mesmos como agir. Isso é assim porque a inclinação para o mal e a possibilidade de pecado inerente à mesma permitem que as pessoas escolham o que é bom e, assim, obtenham mérito moral. A visão judaica não é a que as pessoas estão indefesas diante do equívoco moral e dependem de terceiros para serem salvas. O judaísmo entende que os seres humanos foram dotados de recursos para que sejam capazes de optar pelo bem quando se deparam com uma situação em que há inclinações para o bem e para o mal. Assim, têm a possiblidade de aprender com os próprios erros e evoluir moralmente.





Morte, céu e inferno



Em geral os pensadores judeus sempre se concentraram nas maneiras que poderiam levar a uma vida boa na Terra e ao Ticun Olám, ou seja, ao aperfeiçoamento do mundo, deixando as preocupações a respeito da morte e do que vem após a morte para um momento mais apropriado. O judaísmo encara a morte como um fato natural e enfatiza o seu papel de dar um sentido à vida. É claro que as questões relativas à morte são inevitavelmente importantes. O medo da morte, do que irá acontecer com a nossa alma e com as almas das pessoas que nos são queridas, as questões éticas que emergem quando alguém morre injustamente e vários outros temas são discutidos na literatura judaica. Uma vez que D’us é visto como absolutamente justo, as aparentes injustiças no mundo têm levado muitos judeus tradicionais a verem a vida após a morte como uma maneira de refletir sobre a justiça final aplicada à existência humana.



Muitos pensadores judeus tradicionais teceram considerações sobre o modo como os indivíduos seriam recompensados ou punidos após suas mortes. Há poucas e raras descrições da vida após a morte. Os tradicionalistas deram o nome de “Guehenôm” para o local onde as almas são punidas. Muitos pensadores judeus notaram que uma vez que D’us é, essencialmente, pleno de misericórdia e amor, não se deve considerar que a punição será eterna; longe disso – muitas vezes considera-se que esse período, para a maioria das pessoas, dura menos de um ano.



Ao mesmo tempo, há muitos conceitos diferentes de Paraíso: um deles defende que o Paraíso é o local onde nós finalmente entenderemos o verdadeiro sentido de D’us. Ademais, melhor do que pensar em céu e inferno separados é imaginar que há somente uma distância maior ou menor de D’us após da morte. Além disso, a punição poderá ser auto-determinada, ou seja, o indivíduo receberá um sofrimento equivalente àquele que proporcionou enquanto estava vivo. Portanto, o judaísmo não tem uma noção de céu e inferno, com diferentes lugares no inferno para diferentes punições. Em vez disso, prevalece a idéia de que D’us usa a vida após a morte para conceder a justiça definitiva e como uma última oportunidade para que as pessoas predominantemente más busquem algum tipo de redenção final.



O judaísmo não acredita que as pessoas não-judias irão automaticamente para o inferno ou que os judeus irão automaticamente para o céu somente por pertencerem a uma ou outra religião (2). Em vez disso, o que realmente conta é a conduta ética individual. Muitos judeus tradicionais acreditam que o judaísmo fornece o melhor guia para conduzir essa vida ética.








 doutrinas




Judaísmo Messiânico é uma ramificação religiosa que segue as tradições religiosas judaicas, e que também acredita na figura de Yeshua (Jesus) como sendo o Messias esperado pela tradição profética judaica.




Pode-se distinguir dois tipos de messianismo deste tipo:





Sinagoga messiânica Baruch Hashem, Dallas, TexasNos primeiros séculos as seitas dos nazarenos e os ebionitas, que tratavam-se na maioria de judeus que aceitavam a crença em Jesus como Messias, e não compartilhavam da crença na divindade de Jesus. Criam que os gentios (não-judeus) que se convertessem deveriam aceitar as tradições religiosas judaicas. Porém, a entrada cada vez maior de prosélitos de origem não-judaica acabou por desencadear o processo que separaria de vez a seita dos nazarenos do Judaísmo, separação esta concretizada definitivamente com o Concílio de Niceia, no ano 326 EC.

O Moderno Judaísmo Messiânico é um movimento surgido no século XX nos EUA, originado do Hebreu-Cristianismo nascido na Inglaterra no século XIX. A grande maioria dos modernos judeus messiânicos aceita as diversas tradições do Judaísmo, julgando-as, no entanto, incompletas em seu significado, de certa maneira. O significado completo, segundo eles, só pode ser obtido a partir do entendimento e aceitação de Jesus como sendo o Messias.

O Judaísmo em geral rejeita o Judaísmo Messiânico/Nazareno como sendo um ramo do Judaísmo, embora, em sua origem no século I EC, tenha sido considerado como tal. Ao mesmo tempo, a despeito de ser considerado apenas como uma ramificação cristã com o propósito de converter judeus aos cristianismo, como por exemplo a organização Judeus para Jesus, apenas uma pequena parte das denominações cristãs, geralmente protestantes, aceita o atual movimento judaico-messiânico, especialmente por conta de questões doutrinárias divergentes.


História do Judaísmo Messiânico

Origens do messianismo judaico

Um conceito do Judaísmo, o Messias (do hebraico משיח Māšîªħ, Mashiach ou Moshiach, Ungido) refere-se, principalmente, à crença do Judaísmo posterior da futura vinda de um descendente do Rei David que iria reconstruir a nação de Israel e restaurar o reino de David, trazendo, desta forma, a paz ao mundo.



Ainda que a tradição religiosa judaico-cristã diga que o Messias já era uma profecia predita desde os tempos dos Patriarcas, este ensino veio a tomar mais forma após a destruição do Templo de Jerusalém. O retorno do Cativeiro, aliado a eventos históricos serviu para o aumento de um nacionalismo judaico, despertando uma esperança judaica pela reconstrução de sua nação e pelo governo de um rei levantado por D-us, que submeteria todos os povos à legislação da Torá.



Esta esperança messiânica aumentou ainda mais com o Domínio Romano sobre a Judéia no primeiro século. As diversas ramificações judaicas, pacíficas ou revolucionárias (como os zelotes), pretendiam obter sua independência do domínio romano, e inspirados pelo ideal da independência, acabaram por desenvolver ainda mais a crença no Messias libertador.



[editar] Os antigos nazarenos e o surgimento do Cristianismo

De acordo com a tradição cristã geralmente aceita, Jesus de Nazaré seria o Messias esperado pela tradição profética judaica (Mateus 2:1-6, Lucas 2:1-32, baseando-se, entre outros, no texto de Miqueias 5:2). Teria sido crucificado, ressuscitado e elevado aos céus (Mateus 28:7, Atos 2:22-34, 4:10, 5:30). Inicialmente, seus seguidores foram de fato judeus que não abandonaram suas tradições religiosas judaicas, mas as praticavam acrescentando-lhes a crença em Jesus como Messias (Atos 20:7-8; 21:20). Estes eram chamados de notzrim (nazarenos), devido à cidade de origem de Jesus ou cristãos, pelo público não-judaico.



No entanto, com o aumento da difusão dos ensinos de Jesus, muitos não-judeus passaram a aceitar e acreditar nestas doutrinas. Por este fato surgiu a primeira crise entre os seguidores de Jesus : os gentios que criam em Jesus deveriam ou não ser submetidos às normas do judaísmo ? O grupo judaizante acreditava que Jesus não teria vindo abolir a Torá. Desta forma, pregavam que tanto judeus como gentios convertidos deveriam seguir os mandamentos da Torá. Ainda não é possível determinar se este grupo judaico era uma variação dos ensinos de Jesus ou se era a doutrina original de Jesus. No entanto se acreditarmos no sucesso inicial do movimento de Jesus dentro da religião judaica, deve-se crer que o ensino original não tenha sido muito diferente disto.



Já o grupo antijudaizante, cujo principal expoente era Paulo de Tarso, defendia que Jesus viera trazer salvação de Deus à humanidade, abolindo os preceitos da Torá, que seriam desnecessários para se obter a salvação.O choque entre os dois grupos : judaizantes e antijudaizantes já é aparente no livro de Atos, onde a discussão entre eles obriga à convocação da assembléia dos apóstolos (Atos 15 ). Os antijudaizantes cujo principal expoente era Paulo de Tarso conseguiram impôr sua visão contra os judaizantes, apoiados pelo apóstolo Pedro : aqueles que eram gentios não precisavam submeter-se aos dogmas do judaísmo e aqueles que eram judeus poderiam prosseguir com seu judaísmo desde que não impusessem seu modo de viver aos gentios: "...devemos escrever-lhes [aos gentios] uma carta para informá-los de que se devem abster das coisas contaminadas por ídolos, da fornicação, do que foi estrangulado e do sangue. [Os judeus não necessitam disto] Porque, desde os tempos antigos, Moisés é anunciado em todas as cidades, e suas palavras são lidas nas sinagogas, a cada sábado" (Atos 15:20-21).[1] (comparar com as Leis de Noé).






O sucesso da pregação paulina fez com que ambos os lados se afastassem. Ainda que tenham sido aceitos a príncipio pelo judaísmo como mais uma ramificação, os seguidores de Jesus acabaram com o tempo sendo identificados com o ensino de Paulo que causava controvérsias na comunidade judaica, a respeito da questão do Messias e principalmente da aceitação livre de não-judeus. Além disso, o sofrimento dos judeus sob domínio romano passou a ser imputado aos seguidores de Jesus e a isto somou-se a recusa por parte da maioria destes a ajudar na Revolta Judaica, que culminou na destruição do segundo Templo de Jerusalém, e à fuga dos cristãos para Pela.





O Concílio de NiceiaApós a destruição do Templo de Herodes e o início da Diáspora, os cristãos espalharam-se ainda mais pelo império, bem como os demais judeus. Entretanto, a entrada cada vez maior de gentios na comunidade cristã iniciou de vez o processo de rompimento de suas ligações com o Judaísmo, especialmente porque estes gentios passaram a assimilar-se cada vez menos às práticas da Torá, como proposto no Concílio de Jerusalém, e com isso mantinham algumas de suas práticas pagãs, misturando-as apenas às primeiras doutrinas dos então nazarenos. A invasão dessas práticas pagãs, aliada ao prestígio agora dado à seita pelo império, graças ao crescimento surpreendente da mesma, culminou no desenvolvimento e no surgimento dos princípios que originaram o chamado Cristianismo.



Os choques entre cristãos e judeus serão mais ou menos leves até a adoção do Cristianismo como religião oficial do Império Romano. O Concílio de Niceia, realizado no ano 325 EC, tratou de separar definitivamente o agora Cristianismo do Judaísmo, estabelecendo definitivamente as doutrinas da Trindade e da divindade de Jesus, entre outras, que dão base ao Cristianismo até os dias atuais. E, com a posterior adoção do Cristianismo como a religião oficial do Império Romano no ano 380 EC, graças aos dogmas estabelecidos em Niceia, passou-se a tentar converter os judeus e a impor-lhes diversas sanções que dariam origem ao antissemitismo religioso da Idade Média. Este sentimento foi posteriormente compartilhado inclusive pelas diversas ramificações cristãs protestantes tradicionais, que viam nos judeus um povo retrógrado que teria matado seu Messias e que se recusava a converter-se ao Cristianismo.



Os judaizantes acabaram sendo segregados tanto pelos cristãos como pelos judeus. Estes judaizantes foram reconhecidos como ebionitas (do hebraico evionim "pobres"), organizando sua própria literatura religiosa e com o passar do tempo foram virtualmente extintos. Mesmo assim encontra-se uma gama de relatos históricos desses pequenos grupos cristãos que datam aproximadamente do século XIV e XV. Há diversos movimentos religiosos que em maior ou menor grau compartilham a visão ebionita. Dentre elas ,podemos mencionar o movimento criado por Shemayah Phillips,que em 1985 fundou o movimento conhecido como a Ebionite Jewish Community. Esta comunidade, estritamente monoteísta, reconhece Jesus como um profeta justo, e defende uma interpretação judaica do Tanakh e que tal sirva como meio de união entre judeus e gentios para implantação de uma sociedade justa.



[editar] Judaísmo Messiânico Moderno

O Judaísmo Messiânico moderno ou Movimento Messiânico é um movimento recente iniciado no século XIX. Embora já em 1718 John Toland, em sua obra "Nazarenus", tenha feito a sugestão de que os "cristãos entre os judeus guardassem a Torá", somente no início do século XIX nasceu o Movimento Cristão-Hebreu na Inglaterra. E, em 1886, foi fundada em Chişinău, na atual Moldávia, a primeira Congregação Judaico-Messiânica moderna, por Ioseph Rabinovich.



Na Inglaterra, o movimento conhecido como Hebreu-Cristianismo iniciou-se com o princípio básico de reunir cristãos de origem judaica, tendo em vista o propósito de conscientizá-los de sua identidade judaica e reavivá-la, tendo sido a Hebrew-Christian Alliance of Great Britain finalmente organizada em 1866. Nos Estados Unidos, uma organização similar foi fundada em 1915, a Hebrew-Christian Aliance of America, cujo nome foi mudado para Messianic Jewish American Alliance em 1976. Em 1925, uma organização internacional foi criada com o mesmo propósito, a International Hebrew-Christian Alliance, posteriormente chamada International Messianic Jewish Alliance. Em 1979 foi fundada a Union of the Messianic Jewish Congregations (UMJC).



O moderno Judaísmo Messiânico, finalmente "estabelecido" a partir da década de 60, intitula-se como um movimento originalmente judaico, fundado por membros judeus e para judeus, embora não seja reconhecido como tal. É essencialmente diferente do movimento Judeus para Jesus (Jews for Jesus), movimento este reconhecidamente protestante e com a finalidade única da conversão dos judeus ao Cristianismo (e que teve, por esta razão, uma resposta por parte do Judaísmo através do movimento Jews for Judaism (Judeus para o Judaísmo).



Estes grupos messiânicos são apoiados por igrejas evangélicas que atualmente tem promovido uma aceitação das tradições judaicas como o uso de músicas e orações em hebraico, adoção de festas religiosas judaicas, itens como kipá e tefilin, além de uso de nomenclatura e termos de origem judaica (como Rabino) mas negando muitas vezes outras tradições essenciais do judaísmo como a brit milá e outros mandamentos sob a visão de que estes mandamentos teriam sido abolidos por Jesus.



O governo de Israel a partir de 2009 passou a reconhecer os judeus messiânicos como judeus, sendo que antes eram classificados pelo Ministério do Interior de Israel como cristãos.



[editar] Teologia

A teologia judaico-messiânica estuda a divindade e as Escrituras segundo uma perspectiva judaico-messiânica.



[editar] Cânon

Os judeus messiânicos comumente reconhecem o Antigo Testamento como sendo divinamente inspirado. O teólogo David H. Stern, em seu "Comentário do Novo Testamento Judaico", argumenta que Paulo é completamente coerente com o Judaísmo Messiânico, e que o Novo Testamento deve ser tomado pelos judeus messiânicos como sendo também a inspirada "Palavra de D-us". Entretanto, esta é apenas a principal visão dentro do movimento, pois, como em todas as religiões, há diversas correntes de pensamento. Alguns poucos judeus messiânicos não aceitam os escritos de Paulo, chegando a rejeitá-los completamente, ou então deixando-os "abaixo" dos Evangelhos. Frequentemente, a ênfase se dá na ideia de que o Antigo Testamento eram as únicas Escrituras de que os primeiros crentes em Jesus dispunham (e de fato a maioria dos estudiosos concorda que não havia um cânon estabelecido do Novo Testamento até o século IV), e que, exceto pelas palavras registradas de Jesus, o Novo Testamento se pretendia apenas como um comentário inspirado do Antigo Testamento.



Desta forma, no entanto, o cânon judaico-messiânico difere do cânon judaico tradicional essencialmente pela inclusão dos livros do Novo Testamento (ou conhecido como Brit Chadashá). O cânon judaico-messiânico, em suas diferentes ramificações, geralmente contêm os seguintes livros:



1. Torá [תורה], "a Lei", "Instrução", ou "Ensino". Também chamada Chumash [חומש], "os cinco", referência aos 5 livros de Moisés; o Pentateuco.



2. Neviim [נביאים], os "Profetas".



3. Ketuvim [כתובים], os "Escritos".



4. Besorot [בשורות], os "Evangelhos".



5. Ma'ase Hashelichim [מעשי השליחים], os "Atos dos Apóstolos".



6. Igarot Shaul Hashaliach [אגרות שאול השליח], as "Epístolas de Paulo".



7. Igarot Hashelichim [אגרות השליחים], as "Epístolas dos apóstolos".



8. Chazon [חזון], a "Revelação".



Stern produziu recentemente uma versão Judaico-messiânica da Bíblia, chamada A Bíblia Judaica Completa.



[editar] Talmude e comentários bíblicos

Algumas comunidades judaico-messiânicas consideram os comentários rabínicos, como a Mishná, no Talmude como historicamente informativos e úteis no entendimento da tradição, embora não os considerem normativos, especialmente nas questões nas quais o Talmude diverge das escrituras messiânicas.



Alguns outros grupos messiânicos, no entanto, consideram "perigosos" os comentários rabínicos do Talmude. Estes grupos defendem a ideia de que os que seguem as explicações e os comentários rabínicos e halaquicos não são crentes em Jesus como Messias. Além disso, negam a autoridade dos Fariseus, crendo que estes foram substituídos e contraditos pelo messianismo.



Há um número grande de comentários messiânicos sobre diversos livros da Bíblia, tanto do Tanakh quanto do Novo Testamento. David H. Stern publicou em volume único seu Comentário Judaico do Novo Testamento, mas ele limita-se a apenas fornecer notas explanatórias de um ponto de vista judaico, deixando de lado muitas das questões sobre a composição, história, data e contexto dos livros do Novo Testamento. Outros comentaristas notáveis do Novo Testamento são Joseph Shulam, que escreveu comentários de Atos, Romanos e Gálatas, e Tim Hegg, que escreveu sobre Romanos, Gálatas e Hebreus, e atualmente está estudando o evangelho de Mateus.



[editar] Doutrinas principais

Nesta seção estão listadas algumas das principais crenças e doutrinas do Judaísmo Messiânico



1. Deus - Os judeus messiânicos crêem no Deus do Tanakh, Adonai, e que ele é todo-poderoso, onipresente, eterno, existente à parte da criação, e infinitamente importante e benevolente. Os judeus messiânicos creem no Shemá, que significa "ouve", oração fundamental do Judaísmo, do texto de Deuteronômio 6:4 - "Ouve, ó Israel, o Eterno nosso D-us é Único D-us -, texto que mostra a unicidade do Deus de Israel, sendo ele único e infinito, e unicamente soberano. Quanto ao entendimento desta unicidade, porém, os grupos messiânicos divergem. Alguns refutam a ideia da Trindade, entendendo o Shemá como a declaração literal de que Deus é um, apenas, além de considerar textos do próprio Novo Testamento que eventualmente desmentem o conceito de uma entidade triúnica - portanto, relegam a Trindade a algo quase que idolátrico. Outros, porém, são abertos aos conceitos trinitarianos.



2. Jesus como o Messias - Jesus (Yeshua) é, para os judeus messiânicos, o Messias judeu. O principal movimento messiânico crê em Jesus como sendo "a Torá (palavra) feita carne" (referência a João 1:14). Quanto à divindade de Jesus, no entanto, os grupos divergem. Alguns negam que Jesus seja Deus, refutando a Trindade (pelos motivos resumidamente expostos acima) e considerando o fato de que claramente não há referências no Tanakh de que o Messias seria o próprio Deus. Entretanto, consideram-no como um ser essencialmente divino, provindo de Deus e por ele munido de toda autoridade - mas não o próprio. Outros, porém, acreditam que Jesus de fato é o próprio Deus, sem qualquer ressalva ao conceito cristão tradicional.



3. A Torá escrita - Os judeus messiânicos, com algumas poucas exceções, tomam a Torá escrita (o Pentateuco) como sendo completamente válida (ao contrário da visão cristã), e portanto creem nela como uma aliança sagrada, perpétua e insubstituível, que deve ser observada tanto moral e ritualmente por aquelas que professam fidelidade a Deus. Eles acreditam que Jesus não somente ensinou como reafirmou a Torá (como no trecho do evangelho de Mateus 5:17-20), e não que ele a revogou.



4. Israel - Creem que as tribos de Israel foram, são, e continuarão a ser o povo escolhido do Deus de Jacó. Todos os messiânicos, judeus ou não, rejeitam a chamada "teologia da substituição", a visão de que a Igreja cristã substituiu Israel na mente e nos planos de Deus.



5. A Bíblia - O Tanakh e o Novo Testamento (chamado "Brit Chadashá") são geralmente considerados pelos messiânicos como as escrituras inspiradas por Deus.



6. Escatologia bíblica - A maioria dos judeus messiânicos detêm as crenças escatológicas do "fim dos tempos", da segunda vinda de Jesus, como Mashiach ben David, o descendente do rei Davi que restituirá Israel, da reconstrução do Templo de Jerusalém, da ressurreição dos mortos para o Juízo e do Shabat milenar, o período do reinado do Messias.



7. A Torá Oral - As opiniões dos judeus messiânicos a respeito da Torá oral, codificada no Talmude, são diversas e muitas vezes conflitantes inclusive entre as congregações. Algumas delas acreditam que aderir à "Lei oral", como abrangida no Talmude, é contrário aos ensinamentos messiânicos e, portanto, completamente perigoso. Outras congregações, porém, são seletivas nas aplicações das leis talmúdicas. Outras, ainda, encorajam a uma séria observância da halachá. Contudo, virtualmente todas as congregações e sinagogas judaico-messiânicas veem as tradições orais como sendo subservientes à Torá escrita, notando que Jesus observou algumas tradições orais (como a observância de Chanucá), e se opôs a outras.



 profecias




Profecia Apocalíptica a respeito do retorno dos judeus à Israel


30 30UTC janeiro 30UTC 2010 por Jeferson







Existem algumas dicas sobre a volta de Jesus Cristo, sua segunda vinda. Na verdade é sobre o arrebatamento! Quando Ele voltar será junto com os santos e anjos para a ultima batalha chamada ARMAGEDOM. Porém sobre o arrebatamento da igreja se diz respeito a um repentino sumiço de muitos. Alguns dizem que isso é para os fracos que não suportam esse mundo ou que não conseguem se adaptar então, com isso, inventaram um Deus que teve um filho que morreu e voltará para levar as pessoas para o paraíso.



Justamente isso! Só que isso não é fantasia, mas, sim realidade.



É impossível negar a existência de Deus e de seus feitos, de todas as profecias que tem a respeito dEle, de Jesus e do fim dos tempos onde à ciência evoluiria de tal maneira que o homem se tornaria como Deus em seus pensamentos e atitudes.



Porém a respeito do apocalipse e arrebatamento, existe determinado fato que foi dito por Deus na Bíblia. Diz respeito à seu povo, ou seja, os judeus.



Como isso? Simples! Eles seriam dispersos pelo mundo sem uma pátria, porém nos últimos dias retornariam para Israel, (atual palestina). Mas como assim? A Palestina não é pertencente aos seguidores do islamismo? Não. Nunca pertenceu.



Por volta de 132 d.C., os romanos, que haviam dizimado Jerusalém no ano 70 de nossa era, começaram a reconstruí-la para o imperador Adriano, para ser uma cidade pagã dedicada a ele e a Júpiter. Eles começaram a construir o templo dedicado a Júpiter sobre o Monte do Templo, no mesmo local onde antes se localizavam os antigos templos judaicos. Evidentemente, os judeus se rebelaram, tentando impedir aquela profanação. A revolta foi liderada por Simão Kochba, que muitos naquela época acreditavam ser o Messias.



De início, a revolta foi extraordinariamente bem sucedida. Porém, Roma enviou mais legiões para lá e, no final destruiu quase mil aldeias, matou cerca de quinhentos mil judeus e escravizou outros milhares. Quando a rebelião foi finalmente esmagada, em 135 d.C., os conquistadores romanos, cheios de indignação, trocaram o nome da terra de Israel para Província Síria-Palestina, homenageando os antigos inimigos de Israel, os filisteus. Daquela época em diante, todos os que viviam ali passaram a ser conhecidos como “palestinos”.



Desse tempo em diante os judeus que ali moravam espalharam-se por todo o mundo, por todas as províncias sendo escravizados e torturados principalmente pela igreja católica que os perseguia e impunha sobre eles a culpa da morte de Jesus Cristo. O próprio líder que provocou em 70 d.C., a destruição proclamou “Sunday” como o dia do sol. Isso não foi a toa, pois eram idólatras do deus sol. Diziam-se então cristãos, mas na verdade usaram disso para construir um templo pagão na casa dos judeus.



Mesmo dispersos os judeus acreditavam no retorno para suas casas, mesmo durante a Segunda Grande Guerra, eles não perderam suas convicções e muitos que estavam perdidos do judaísmo acabaram voltando às praticas nos campos de concentrações, acreditando que um dia retornariam.



Em 14 de maio de 1948 David Ben-Gurion proclamou a Declaração de Independência de Israel, que definitivamente retornou para terra prometida chamada Israel. Porém as terras ainda ficaram em poder da Jordânia e do Egito por dezenove anos, sendo usadas como plataformas de envio de terroristas contra Israel, até que esse foi forçado (para sua própria proteção), ocupar essas áreas na Guerra dos Seis Dias, em 1967. Essa guerra rendeu o que falar, pois Israel tinha literalmente o apoio de Deus do seu lado. Combatentes egípcios diziam que viam gigantes cercando as tropas de Israel. Que suas armas e canhões não funcionavam, seus lançadores de mísseis eram destruídos instantaneamente ao serem disparados. E que anjos eram vistos. Um exército de Israel de 100 homens para os egípcios eram vistos como 100.000 homens em batalha. Deus literalmente colocou seus anjos a favor dos judeus que tomaram as terras em 6 dias de batalha, conseguindo assim uma enorme parte da palestina que logo pra frente a Onu dividiria e pediria para doarem para os muçulmanos parte das terras pra que eles ficassem calmos e evitassem a guerra. (mas isso é outra história).



Eu falei tudo isso para explicar como que o povo judeu conseguiu sua independência e retorno para sua terra, isso pode ser visto em vários livros da Bíblia porém citarei apenas uma em Jeremias 16. 14-21. Deus começou a restauração em 1948 quase dois mil anos depois da diáspora babilônica e isso apenas parcialmente e com a contínua e feroz oposição das nações árabes vizinhas do restante do mundo. Isso foi predito em Ezequiel 36.24. ; Jeremias 31; Ezequiel 34, 36, 37 etc… Jeremias 31. 10-14. ; Ezequiel 34.12-13. ; Jeremias 32. 37-42. ; Amós 9. 14-15.



É impossível negar que Jesus está voltando! Devemos ficar atentos não à guerra, mas sim para algum tipo de tratado ou acordo de paz que virá entre Israel e o direito deles de sacrificar animais novamente para Deus.



O retorno de Jesus Cristo não é para daqui 50 anos, mas quem sabe para daqui 5 cinco minutos.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

todas essas informaçoes  sobre  um grande evento que acontecerar em breve seria fruto de nossas mentes  vcs teriam medo do fim?livros sagrados retratam muito bem sobre o que esta  acontecendo  basta  cada um de nos conseguimos entende-lo . pra começar  e um grande universo a ser descoberto , algumas religioes postadas em  meu blog  so falam sobre elas mais o que a por tras delas  isso  nao  sabemos vcs so saberao estudando  muito  mais .terremotos  e vulcoes  sao formados  pelo afastamento das placas tectonicas contidas na crosta terrestre, esse grandes movimento  faz com que   a pressao tida  la em baixo se manifeste  causando grandes transtornos e eoutras coisas a mais  mais seria  possivel que agente  pode-se controla  isso? ou se agente pensa-se um pouco  nas vitimas ,como do haiti,indonesia entre outros , e nao no prejuiso economico  que  eles tem.ha tb  os furacoes e tsunamis  a força da natureza ja impos seu nome e como todos  nos sabemos ela  emuito  forte , como eu disse antes  deus nos deu uma pequena fazenda chamada terra e que que fizemos nela ? nada! so destruição entao ele  vem pegar de volta e com ele  levarar aqueles que cuidarao bem  de suas  sementes .catastrofes naturais estao sendo mais comuns agora ,grandes descobertas como mondex " o simbolo da besta"o  planeta nibirus, as mentiras cientificas  para explicar  tudo isso, a grande ordem mundial, a expansao da ciencia , a violencia ......e vem mais por ai .. em breve  a maior crise economica  já vista no mundo , muita gente serar desempregada ,emuitas morrerao de fome ,empresas falirao,paises que nunca tiverao catastrofes  terao, sera possivel que algum vulcao extinto  no brasil entrar em erupcão? grandes escandalos ainda  na igreja aparecerao,um grande homem  aparecerar e mostrar o seu  poder economico enganando muita  gente pedindo sua ajuda para salva  sua empresa .entre outras  mostrarei agora  algumas coisas sobre isso nesses videos








 aqui ainda tem mais isso  e so 1 % de muitas coisas  futuras.







 e mais  e muito mais!!!! tudo começou aqui
11 de setembro de 2001 a contagem pra  2012









 esse e  o homem mais  satanico da historia interressante